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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Ora bolas pá! E agora como vou eu fazer?

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 É uma chatice! A seguir, temos de nadar de boca fechada, para não engolirmos pirulitos, queres ver? I wonder... Como farão os peixes? Será que abrem excepção para as botijas?

Sempre a aprender.

  - Ninguém quer a esquina do ananás?

  - Esquina?... Mas o ananás têm esquinas?

  Bem... hoje em dia já existem melancias quadradas, correcto? Será que o ananás agora é triangular? Porém, ainda me pergunto que raio é a esquina do ananás. Se alguém souber, por favor prestem um serviço à sociedade, e esclareçam esta minha dúvida existencial.

Só não percebe quem não quer

   - Pagas a bebida, mas não pagas o que bebes.

   Ora aqui está uma explicação simples, concreta e directa, que dá direito a uns sobrolhos franzidos, momentos de silêncio e a exclamações esclarecidas como: "Hein?!" "Essa agora não apanhei!", depois de ser proferida, sem sequer se ter pensado primeiro naquilo que se estava a dizer. Interessante foi, perante tais expressões de criaturas baralhadas e confusas, tentando descortinar tal quebra-cabeças, quem o proferiu ainda deu o benefício da dúvida, parando uns instantes com o seu discurso, reflectindo em tais palavras e, chegando à conclusão que estava mesmo a ser claro no que dizia, voltou a repetir veemente com fervor, tal frase codificada, altamente fora do contexto. 

   Para mim, honestamente, no dicionário deviam de excluir a definição de "self service" ou de "bar aberto" - se existir algum dicionário que tenha este tipo de expressões - e começar a utilizar esta. Parece-me mais elucidativa.

   Na realidade, faz-me lembrar algumas das frases ou pesquisas de génio, que o motor de busca yahoo costuma ter - hei-de abordar este tema com mais profundidade - as quais até metem medo ao susto e enchem qualquer alminha de arrepios-de-vergonha-alheia.

   

Há coisas do demo

   Olha que boa maneira de começar a semana: Acorda-se de manhã depois de uma bela noite de sono de beleza, e descobre-se que não há água. Nem um raio de uma pinga para lavar as romelas! É que até as idas à casa-de-banho ficam condicionadas por causa do autoclismo!

   Comecei a imaginar como seria se tivesse de ir tomar banho a casa de outras pessoas... sem ter lavado os dentes, a cara, com o cabelo a parecer um ninho de ratos por não ter tomado banho... Felizmente o corte da água foi temporário, senão ia ser algo bonito de se ver. Podia sempre dizer que estava mascarada de ensonada, não era?

 

Ainda no mesmo contexto...

  ...do post anterior, uma vez ia  desencarnando de vergonhaça, porque uma pessoa decidiu dar-me um beijo na mão, com toda a gentileza e cavalheirismo possível e já tão raro nas gentes de hoje em dia, e eu tinha as mãos a cheirar horrendamente a alho... (Para contexto, tinha estado a cozinhar e, como já citei no post abaixo, mesmo depois de ter lavado as mãos, o cheiro persistia). O senhor, naturalmente, não se descoseu... Deve-se ter arrependido de beijar as minhas mãos num ápice. É o que dá, ser cavalheiro e andar a esbanjar charme.

  Cada vez mais me parece melhor, descascar alhos de luvas. Ou a comer sardinhas. Que imagem tão linda... 

Taras e manias

  Sim, cada um é como cada qual. Essa é a frase que muita gente utiliza, para dissimular o facto de que acha alguém estranho ou peculiar. No meu caso, limito-me a franzir o sobrolho.

  Isto tudo para dizer que, cada maluco têm a sua pancada. Digo isto por experiência própria. Uma das minhas pessoais, que adicionei muito recentemente ao meu curtíssimo rolo de papel higiénico (tal é a pequena quantidade) das minhas manias, é o hábito que tenho de, após lavar as mãos e de as secar... Cheiro-as. E porquê? Sei lá eu... Coisas parvas!

  Talvez seja pela minha mania da perseguição, de determinados cheiros que não desgrudam das mãos, após as lavarmos. Irrita-me solenemente, descascar alho, lavar as mãos e mesmo assim, aquele fedor que me dá super poderes de matar vampiros à chapada, não sair nem depois de lavar as mãos três vezes. O mesmo se aplica ao raio da minha mania de comer sardinhas à mão - perdoem-me meus conterrâneos peixinhos mas se há coisa que adoro é sardinha assadaaaa (saliva... muita saliva...) - que não é nada esbelta a maneira de as morfar, eu sei... Desculpem lá os meus modos à gaja do cavernedo, mas para mim comer sardinhas de garfo e faca, é que não dá com nada! A paga de tal maneira graciosa de ingerir pxinho assado, é ficar com o cheiro a sardinha assada nas mãos, que também não é nada agradável.

   A verdade é que me dá algum prazer, sentir o cheirinho de alguns sabonetes para as mãos. E não há nada melhor do que sentir um cheirinho celestial, depois de lavarmos as escamas. É uma sensação de absorção, mas ao contrário... Assim de... Ahhhhhhhhh (voz celestial)

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Medo... Muito medo.

   Continuo a achar que parece um pouco à stalker, recebermos notificações que não-sei-quem nos começou a seguir no twitter, ver a quantidade de seguidores no nosso perfil do facebook ou nos blogs e ainda lermos coisas do género: 

   - Começou a seguir tal personagem, com sucesso. Começará a receber notificações no seu e-mail.

   Bah! Já nem perseguir é como antigamente. Tenho dito.

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Atrofios.

   

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  Se há coisa que me faz rir a bandeiras despregadas, é uma criança de quatro anos, dizer o nome de um dos super heróis que mais gosta:

   - Spider Nhanha.

   Não está de todo errado... As teias podem ser um bocado nhanhosas. Gostava de saber, quem é que limpa aquelas teias todas, que o menino vai largando por onde passa. Ele não é, de certeza... Senão era mais comedido e andava de autocarro ou a pé.

   Que me perdoem os fãs e o Peter Parker - é por estas e por outras que as aranhas me andam sempre a aprontar alguma... Desde a andarem a fazer teias pelo peixmóbil fora, como se fosse a pura da loucura, a tecerem teias a uma altura mais baixa do que o aconselhado no manual aracnídeo de caça à paparoca, resultando em alguém passar por lá à noite e com a visão nocturna desligada, levando assim com a teia nas fuças, para abrir a pestana.

   O Spider Nhanha nunca mais será o mesmo. É como aquelas alcunhas da escola, que ninguém gosta que lhe chamem, mas que duram até à eternidade e mais além:

    - Lembras-te do Peter, aquele rapaz que andava sempre a tirar fotos e selfies com a malta?

    - Peter? Qual Peter?

    - O Peter Parker pá! Aquele que andava sempre no namora e desnamora com a ruiva Mary Jane...

    - Nop... Não se faz luz...

    - O Spider Nhanha pá!

    - Ahhhh porque não disseste logo?!

 

    É da praxe.

Como se não bastasse...

...além do maravilhoso dia de sol - not! - aqui a fritadeira perdeu a cabeça e o novo post nem aparece. Realmente... Fiquei enrezignada! Também, que faço eu acordada a esta hora, em altura de não fazer um rabo nem de peixe nem de cavalo? Vou voltar para a cama. Não há direito!

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Coisas de Gaja.

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    Observar que está um dia lindo. Sol quente. Céu limpo. Passarinhos a cantarem. Pessoal a conduzir excessivamente rápido por o piso estar seco. Enfim, um belo dia de inverno para se ir passear. Que faz a gaja? Decide dedicar-se às lides da casa, aproveitando para tratar da roupa (lavar, secar e apanhar). Pensamento nr.°2: <Amanhã ponho mais roupa a secar, aproveitar se estiver um dia como hoje, aspirar e lavar o chão à casa e depois ir dar uma volta, para apanhar solinho nas escamas>. 

    Ora então, conhecendo a peça como conhecem, que aconteceu? Chove para caraças na rua, roupa a secar só na máquina de secar roupa, sol nem vê-lo, calor nem cheirá-lo e pássaros? Nem se ouve um raio de um piar.

    Ena... Que belo dia de inverno. É que com esta húmidade, até o chão se revolta e não quer secar.

   Resumindo: Quem me manda armar em fada-do-lar quando podia perfeitamente não ter feito nenhum e ter ido para o laréu? Deixava de haver roupa lavada? Who cares...? A loiça já está a chegar ao tecto? Aqui tens uma oportunidade de fazer dieta e poupas água a lavar a loiça. O aquário precisa de ser limpo? Tirando uns rolos de cotão esporádicos aqui e ali (cuidado para não tropeçarem), o pó em cima das conchas, o aparecimento de uma nova espécie de bicho e as teias de aranha que te fazem sentir como o Indiana Jones à procura da arca perdida... Não vejo porque não ir laurear a pevide! 

   Antigamente, chovia sempre que decidia lavar ou depois de lavar o peixmóbil. S. Pedro não contente com as minhas raras lavagens automobilísticas no inverno (culpa dele... Se chove não vou lavar a viatura... Né?!) teve de aproveitar e me infernizar toda a santa semana, quando decido fazer as lides da casa ou passear. Está visto que alguém me quer manter prisioneira em casa e não me permitir espalhar o terror pelas ruas.

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