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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Procura-se!!! (mas não se oferece recompensa)

  Ui estava a ver que nunca mais chegava a altura de apanhar uma bela molha, de tirar a manta do armário e de usar a comadre para aquecer as barbatanas..! Por momentos, pensei que tinha passado por um portal do tempo, algures, e que me tinha transportado para Novembro.

  Se alguém por acaso, assim só por acaso, se cruzar com o Agosto aí pelas ruas, digam-lhe para ele voltar, que eu prometo que não o ponho de castigo.

A notícia mais esclarecedora de sempre...!

  "Sabem quem morreu? Foi aquele cantor conhecido, que agora não me lembro o nome, que cantava aquela música muito conhecida, que também não me lembro qual".

 

   Eh pá, eu sei quem foi: foi aquele cantor assim meio coiso, que cantava a música "ta-na-nam-ta-nam", estão a ver?? {#emotions_dlg.lol}

Ah estás queimadinhas estás...!

   Porque será que sempre, mas sempre que o microondas acaba de fazer o que têm a fazer, e começa a emitir aquele “bip… bip… bip…”, me faz  lembrar o raio de uma bomba?

Já cresci mais uns centímetros, de tanta jibóia...!

 

  Adorava ser uma gata. A sério. Não propriamente por ter sete vidas nem por comer peixinhos (que adoro :D), mas sim por um pormenor muuuuuito especifico: Eu adoro espreguiçar-me e, a meu ver, mais ninguém no reino animal o faz com tanta excelência, graciosidade, flexibilidade, contorcionismo e satisfação, que a porra de um gato.

  Eu sou um bocado mal fadada no que toca às espreguiçadelas: além de ser apanhada quase sempre por alguém (espreguiço-me em público, estou à espera de milagres, queres ver), muitas vezes estico-me taaaaaanto (penso que sou a mulher elástica ou um pega-monstro) que acabo por dar um jeito qualquer, e me deixa logo derreada e a barafustar. Vai-se logo a satisfação e descontracção que uma boa espreguiçadela confere tão caracteristicamente.

  É isso e ter de ir varrer o chão depois de me espreguiçar: é só ferrugem no chão.

  Pronto... fiquei cá com uma lanzeira agoraaaa... Que jibóiaaaaaaa...

 

 

  P.S.: Gato cheio de jibóia, retirado da net.

Vai assustar mas é o caraças pá!

   Se há coisa que me acontece raramente, é mesmo o fenómeno de soluçar. Felizmente, diga-se de passagem, que eu sempre detestei que me assustassem quando soluçava, o que me fazia soluçar ainda mais, irritada pelos soluços e pelo cagaço… tiravam-me anos de vida! Ficava com os cabelos em pé durante uns bons tempos e tinha de usar uns óculos especiais como o Ciclope, por causa das faíscas que me saíam dos olhos.

   Ultimamente, cada vez que soluço, mando um tão potente que até se-me estala uma vértebra. Desconjunto-me toda. Qualquer dia, pelo andar da carruagem, fico com os pés trocados, os olhos tortos e com a cabeça no sítio. É muito muito grave. Deixarei de ir ao osteopata, visto que os soluços passarão a fazer o trabalho dele. E depois é assim, a taxa do desemprego aumenta, as pessoas ficam sem rendimentos, sem terem com que se governar. Raios partam mais aos soluços. Bem que me parecia que eles vinham p'lo mal. Além de levar o senhor à falência, ainda me torno num puzzle. – Se alguém perceber que falta uma peça para completar o puzzle, não se assustem: Já faltava de origem. E não contem com um manual tipo Ikea para vos ajudar, que o meu foi a lavar à máquina quando coloquei as jeans a lavar, por isso...

   Pelo sim pelo não, é melhor eu ter super-cola 3 sempre à mão, para colar as escamas. Não vá o diabo tecê-las.

Post mórbido...!!

 

  Aquando a Avelã foi dar um passeio ao Jardim das Tabuletas, pensei que era um desperdício enterrá-la: Com a crise que está, podia fazer uma sopinha de tartaruga. Mas depois lá pensei melhor, que fazer uma sopa de uma tartaruga com uns míseros 65 mm de comprido, só devia de render uma ou duas malguitas beeem pequenitas de caldo... e isso não dá para nada, sem ser fazer poças nos buracos dos dentes :P

  Pronto, lá tive de ir fazer o fúneral à bicha e assim, perder a oportunidade de degustar um fantástico pitéu. Sim que ela foi criada pela família (Foi morar comigo há uns tempos. Dizem as más línguas que ela se suicidou de desespero por viver comigo, e ter de me aturar todo o santo dia, que não aguentou e pronto.) por isso eu sei bem o que ela comia. E era muito bem alimentada, diga-se de passagem.

 

  Obs.: Tartaruga gémea da Avelã, palmada daqui.

Devo ter algum trauma de infância...

 

   Pois é pois é. Para quem não sabe, tenho duas tartarugas como animais de estimação. Há uns tempos atrás, tive de ir com uma (a terceira) ao veterinário. Escusado será dizer, que me fartei de ser gozada porque ninguém vai com tartarugas ao veterinário e, verdade seja dita, eu própria me senti estranha na primeira vez que fui ao veterinário com ela, dado o conceito incutido que o habitual é levar gatos e cães, como se os restantes animais não fossem dignos de irem ao veterinário, mas adiante. Fui ao veterinário com a terceira tartaruga, que estava doentinha, coitadinha. Mas mesmo embaixo. Com receio de que ela tivesse pegado alguma coisa às outras duas arvéolas, levei uma delas igualmente. Chegando ao veterinário e já dentro do consultório com as duas bichanas, respondo às perguntas habituais, enquanto o veterinário vai examinando a "porquita", pesando, virando para um lado, para o outro (deve ter ficado pouco tonta, deve): Quais os sintomas, o que ela come, como se têm comportado / reagido, há quanto tempo está assim, etc. Chega, obviamente, à parte do nome, para registo da bicha, para constar na sua ficha - sim meus caros, as bichanas também têm fichas com os seus dados. Pensei logo para mim, que aquando baptizei as criaturas, que devia ter pensado na eventualidade de um dia ter de ir com elas ao veterinário, ou seja, que teria de dizer o nome delas a alguém, tirando à família. E porquê este pensamento? Quem me conhece, sabe bem os nomes que eu dou aos meus animais de estimação, pelo que compreende perfeitamente este meu... "arrepio-de-vergonha-alheia": "Avelã", respondo eu. - Sim o desta é pacífico, eu sei. Era para ter sido "Amêndoa" ou "Amora", para variar. "Avelã... sim senhora!" - responde o veterinário. Vai de explicar umas coisas, blá blá blá, até que passa à segunda tartaruga. Uma senhora tartaruga. Sim, aquela "porquita", que qualquer dia já é um bom leitão, já têm o tamanho da palma da minha mão, apenas com um ano e tal! - Também, com aquilo que ela come... :P

   Sofre do mesmo que a outra: revirada, observada, levou também uma vacina, e eu, claro, a responder a algumas das questões colocadas pelo veterinário:

    - Vejo que esta tartaruga está de boa saúde. Então e qual é o nome da menina?

    "Ui...", pensei eu. Bem... lá têm de ser...

    - Pistáchio - respondo eu, a observar a expressão do veterinário, que por momentos nada disse, e apenas repetiu: "Pistáchio... e a Avelã".

    Resumindo: O homem deve ter ficado a pensar que eu tinha algum fetiche por frutos secos. Quando eu lhe disse que ainda tinha uma terceira, deve ter logo imaginado que se chamava "Cajú", ou "Figo Seco" ou "Tâmara"... ou até mesmo "Alcagoita"! Mas não... A minha terceira rafeirosa chama-se... Salsaparrilha! :) Menos mal, pensam vocês. Eu só me inspiro em coisas fantásticas. A Pistáchio e a Salsaparrilha eram para se chamar Ren & Stimpy, mas depois achei que Pistáchio ficava melhor. Restava-me o nome para a outra. De que me lembrei?? Dos Smurfs! Pois é... Salsaparrilha é a planta que os Smurfs adoravam morfar. Do que eu me lembro... fantástico, não é, Melga? Boa Mikeeeeee :D

    E antes de terminar o post, devo referir que sim, sei fazer contas de matemática: A Avelã, infelizmente, não sobreviveu. Ao fim de dois meses, decidiu ir dar um passeio às couves.

    Mais uma vez gozada, mas enfim, que me interessa que me gozem... A Avelã teve direito ao seu enterro, como é habitual com a bicheza que co-habita com a malta do aquário.

Palavras que gosto de dizer...

  - Alcagoita;

    Ora aqui está uma palavra que adooooooro dizer. Além da sua sonoridade deliciosa (repitam comigo: al-ca-goi-ta... al-ca-goi-ta...!! Não é viciante??), é uma palavra que têm inúmeras aplicações, é muito versátil. Além de, obviamente, eu adoraaaaaaaaar alcagoitas fritas com sal e mel... - Este meu fetiche por aperitivos está a começar a deixar-me preocupada. Qualquer dia, invés de querer utilizar chantilly e chocolate derretido, começo a utilizar alcagoitas fritas com mel e sal, e apaixono-me de coração por um fabricante de aperitivos;

     Como estava a dizer acima, antes de começar com o devaneio habitual, a palavra alcagoita têm inúmeras aplicações:

     Dá para apelidar alguém carinhosamente:

      - Ai meu amor, és a alcagoita da minha vida!

      Para utilizar na economia:

      - O estado decidiu em Assembleia da República, que vai dar-se um aumento no imposto "alcagoita" de 21% para 23%; 

      Na indústria automóvel:

      - Novo "Alcagoita X18" - Tão cómodo que parece um amendoim.

      Na moda e nas dietas:

      - Decididamente, a sua figura não é em formato "ampulheta", nem de "pêra", nem de "sei lá mais do quê", mas sim em formato de alcagoita. Sem dúvida.

      Em telecomunicações:

      - Nokia "Alcagoita" C-2. O telemóvel que veio revolucionar o mercado: a sua skin têm uma textura áspera sentida ao toque, e um aroma a amendoins. O novo Nokia com touch screen e tecnologia Android. Adquire já o teu! Um exclusivo Alcagoitaphone.

      Na indústria dos champôs:

      - AlcagoitaEssence - Liberta o elefante que há em ti.

      Nos perfumes:

      - Eau de Alcagóitá... A quinta essência paradisíaca.

        E é claro, não perco uma única oportunidade de utilizar a palavra alcagoita...

       - Ainda no outro dia, vi uma alcagoita. Nem quis acreditar. Uma alcagoita assim coiso. Passei por ela ali além, assim para aqueles lados. Ao pé do café "Central", que se situa na estrada principal, junto à rotunda com a Igreja. A alcagoita era assim qualquer coisinha. Assim com um ar muito sui generis, muito alcagoita, estão a ver? Senti-me com sorte. Não é todos os dias que se têm oportunidade de se cruzar com uma alcagoita ao vivo e a cores. Ainda por cima, uma alcagoita com aquele calibre. Mas que alcagoita...! Acho que nunca mais vou ver uma alcagoita como aquela, para o resto da minha vida, por muitas alcagoitas que possam vir a entrosar-se comigo!

       Como podem calcular, podia ficar aqui o resto do dia a demonstrar as variadas aplicações da palavra alcagoita, mas acho que devo ter misericórdia de vocês, que já estão a ficar com cara de alcagoita :)

        Além disto tudo, alcagoitas combinam bem com almoçagemes, diga-se de passagem. É uma pena estar de chuva, porque um pires de alcagoitas e de almoçagemes caiam que nem ginjas :)

Pareço os putos...

   A respeito do post de ontem, porque presumo que alguém não tenha entendido uma "piada" que eu mandei no meio do post e como não tenho muito jeito para fazer desenhos nem essas coisas, vou-vos contar uma anedota:

   - Sabem o que é um @rroto??

     É um p£id# que apanhou o elevador...!

Morreu alguém...??

  

   Como já referi por aí algures na fritadeira, tenho um especial fetiche por aperitivos com sabor a cebola / natas azedas, e de alho. Não é preciso ter dois palmos de testa, para concluir que este meu vício me confere um hálito fantástico, capaz de chacinar bicheza alada sem sequer lhes tocar (e alguma terrestre) num raio de uns 5 kms à vontadinha, cada vez que bocejo (sim meus caros, bocejoooo, não outras coisas que incluem algo a apanhar o elevador), e de afastar de mim todos os seres vivos das redondezas (uns até agradeço) incluindo eu própria, embora dê em esforços infrutíferos, sem grande sucesso - Dizem que o alho faz bem aos dentes, nunca ouviram dizer? E ao sangue... Ah pois é... Pena é que não faz bem ao hálito. Agora já percebi porque os vampiros não gostam de alho: alguém gosta de ter mau-hálito? Ninguém... 

    Na mais recente vez que fui torrar dinheiro ao supermercado, bem que me contive, mas lá cedi ao pecado... comprei mirtilos. No corredor ao lado eram os aperitivos, e pronto claro está, lá fui ver as paisagens e babar-me a olhar para as prateleiras, tal e qual algumas moças nas montras a verem roupas e os moços que trabalham nas lojas (uma senhora passou por mim e ia caindo, tal era a poça no chão).  Já farta de pecar naquele dia e com a filosofia de "perdido por cem, perdido por mil", lá levei uma embalagem de aperitivos tostados no forno, com sabor a cebola, natas azedas e alho, debaixo da barbatana! Escusado será dizer, que me empaturrei daquilo até dizer não - que só aconteceu quando vi o fundo ao tacho.

    Antes de me ir deitar, escovei os meu dentitos e tal e coiso, e fui-me deitar. Nem queiram saber... no outro dia de manhã... ui mãezinha... salvem as crianças, socorram as mulheres, CORRAM PARA AS MONTANHAS! Que bafo horríveeeeeeeeeeeeeel... e escovei os dentes, o que me deixou admirada. Parecia que alguém tinha morrido, e que eu, de facto, tinha ingerido algo que já tinha passado do prazo há anos - os meus vizinhos até devem ter ponderado chamar os bombeiros, com medo de algo degradado lá em casa. De repente: ROOOOOONC! Ui... além de mau-hálito, estava com uma fooooome desgraçada. E eu, que no dia anterior até tinha comido que nem um porco ("Mas Pumbaa... Tu és um porco!"), não tinha grande explicação para o estômago vazio. E esta situação, faz-me lembrar este tema, pelo que concluí rapidamente, o porquê do estômago colado às costas: não havia vida no meu quarto, além de mim. Eficazmente, consegui afugentar a bicheza toda, daí eu, ironicamente, acordar com o estômago cheio de traças.

   Aprendi a lição: Não comer mais aperitivos de cebola, natas azedas e alho antes de ir deitar. Faz mal aos bichos e nós acordamos com o estômago vazio.

    E convenhamos: os bichos sempre têm menos calorias do que os aperitivos, ou não é verdade?? E não causam mau hálito. Dizem...! {#emotions_dlg.clown}

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