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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Vou crer que era por ser muito cedo e ainda não tinha sangue a correr no café.

Exercício de ginástica mental matinal:

- Precisamos de estacionar o carro, dado que vamos para a estação do metro. Opções:

a) Estacionamos nas redondezas, a 1,5 minuto da gare, onde há muito povo, o estacionamento merece quase um "só não vale arrancar olhos" e temos de dar moedinha ao arrumador.

b) Estacionamos longe para catano, andamos uns 5 minutos e estamos na gare do metro. Arrumador free e numa zona pacata.

c) Estacionamos quase dentro do metro, numa rotunda a 1 minuto da gare, em sítio com sinalização de proibido estacionar e em zona a meio de uma rotunda, com pinos laranja na rua de continuação, demarcando o limite onde ninguém pode estacionar e inclusive, se abrirmos a pestana e lavarmos as romelas, vemos fitas da polícia a isolar esses mesmos sítios.

 

Óbvio que escolhemos a opção c). Azar do catano da personagem, que o polícia tinha ido buscar mais pinos para demarcar a zona, estava lá a chegar e, ao se deparar com aquela criatura a estacionar quase a meio da rotunda, lhe faz sinal que ela não pode estacionar ali e correu com ela.

Digno de um troféu, foi a expressão da senhora a olhar para o polícia, a manobrar e com a maior tranquilidade, como se não estivesse a cometer nenhuma infracção e não fosse nada com ela.

 

Ás vezes também gostava de ter só 1/3 da lata de muita gente.

Está certo.

- (...) é preciso comprar aquela borrachinha para por na ponta da cabecinha do microfone.

Adoro estas especificações.

- Bom dia. Um galão e pão só com manteiga de um lado, sff.

 

Está como o outro da sandes mista sem queijo.

Não há dúvida, que atender ao público pode ser deveras complicado e que requer uma alta capacidade de compreensão destas específicações em formato de código.

Já não existe o simples pedido de "pão com manteiga". Ou o pão é não-sei-quê ou é a manteiga que é não-sei-que-mais ou então é sei-lá-eu que coiso e tal, que és jovem.

Este sim, é um verdadeiro animal de palco.

 Até fico embaraçada ao ver isto... Eu nem o a e i o u consigo dizer, quanto mais expelir umas "jardas" destas!

Agora imaginem, quando o arroto perde o elevador... deve criar um pé de vento em casa, que até se vão as telhas do telhado e arranca azulejos da parede.

De facto... há mercado para tudo.

Pareço um animal ruminador.

 Confesso que tenho dias assim. Se não for estaladiço e fizer "crunchhh" nos dentes, não sabe ao mesmo e não me toca na alma. Claro que não falo de alimentos que por si só têm natureza suave mas sim de coisas como umas batatas fritas, amendoins, pipocas, cereais (só com leite bem gelado quase a congelar os macacos do sótão) e até o chocolate (que guardo religiosamente no frigorífico, mesmo no inverno).

(*violinos*) Que eu possa sempre preservar esta tara, que toda a gente que me rodeia tenha ouvido duro ou excesso de cera que faça que não oiça bem ou que de facto me ame mesmo assim triplamente ruidosa (falar, rir e comer coisas estridentes) me guarde Deus desta minha mania, e que não permita que alguma vez o meu faqueiro fique incompleto, por gostar de roer coisas estaladiças e ruidosas.

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Obviamente, qual o meu chocolate preferido? Crunchiiieee aahhhhh amoo tantoooooo (*salivar industrialmente*).

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 Eita que bicho do demónio. Quem inventou este chocolate devia ser cilindrado, cozido, frito e panado ou então tranformado em alga ou alforreca. No mínimo.

Eita homem valeeeeente...! Quase rasga as calças...?

- Hey Peixa, porque é que tens umas olheiras que mais pareces um panda?

A resposta a esta e a muitas outras perguntas, no texto abaixo. (ou não)

 

Os meus vizinhos, devem ser arraçados de ratos: adoram furar as paredes. Passam a vida naquilo. Azar o meu, que têm alguma preferência por tornar a casa num queijo suiço ao fim-de-semana, não me deixando relaxar e desfrutar do meu sono de beleza convenientemente. Porém, há uns tempos, a situação até deixou de me incomodar - bem... incomodar até incomoda, mas já não irrita como antes. E porquê? Questionam vocês. Pois é meus queridos, ou o meu vizinho arranjou uma nova maneira de furar as paredes ou forrou as mesmas com as almofadas fofinhas que simulam peidos desalmados (invés de anti som) ou anda a sofrer de um transtorno intestinal grave, que cada vez que começa a furar a parede com o berbequim, mais parece que está a ter uma crise de flatulência capaz de expelir ar e os intestinos na íntegra com o cérebro agarrado na pontinha, de fazer com que as calças virem velas esfarrapadas ao vento feroz tal um barco semi afundado e encalhado num cemitério de barcos, peidos vindos do sexto dos infernos (nem é quinto... o quinto é para meninos) que envergonham até Santanás (já sabem porque é que ele é de pele vermelha. Do calor, achavam vocês, nera? Chama-lhe calor. Se bem que às vezes também aquecem os pés. Bem, isto é devaneio para debater noutro post) de tal modo que a casa até abana e acorda os mortos do cemitério a quilómetros de distância. Desconfio que às vezes há quem pense que é o fim dos tempos, que estamos a ser invadidos por naves extraterrestres como no filme "A Guerra dos Mundos".

O que vale é que me dá para ter ataques de riso, invés de arrancar cabelos.

Ora imaginem, o que é estarem deitados no aconchego das mantinhas quentinhas e começarem a ouvir suavemente e depois muito forte, um som extensivo que mais parece uma orquesta de rabos, a soprarem no trombone - esta soou estranho, by the way. Hilariante.

Lição de moral do dia, da história, que se aplica na vida no geral e assim assim:

Há que tirar sempre o lado positivo de qualquer situação. O meu é imaginar que o vizinho está a tocar vuvuzela com o rabo, cada vez que se lembra de pendurar um tareco.

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- Olha querida, que achas desta moldura com o nosso cãozinho, pendurada aqui neste sítio?

- Acho que fica di-vi-nal.

"Foooooooooooommmmmmmmmmmmm fom fom fommmmmmmmmm" - E pimbas. Assim nasceu mais um buraco na parede. E com capacidade de fazer nascer muitos mais.

Com aquela alma toda, diga-se de passagem, deve ser mais cratera.

 

Taras e manias, vá-se lá saber.

Há quem defenda que apanhar ar faz bem à alma. Caminhar. Apanhar sol nas trombas. Ver o mar. Ouvir as ondas... o cheiro a maresia. E.. snifar algas.

Pára tudo! Eu sei que há gostos esquisitos - muita gente me olha de soslaio por eu adorar o cheiro a gasolina (sem instintos piromaníacos pelo meio) ou o cheiro de terra molhada - mas desde quando snifar algas é algo zen? Ou eu sou muito mal abençoada com as algas com que me deparo nas praias da Costa do Sol ou então má frénds, alguém têm um severo problema olfactivo.

Desde cheirarem a pxinho morto e mal lavado, estarem cheias de mosquitada quando estão a tomar banhos de sol à beira mar, a cheirarem a podre... desculpem lá, mas o zen que me pode provocar é me dar um fanico e esticar o pernil ali na hora. É que nem as gaivotas pegam naquilo para petiscar! tsc tsc

Se calhar, as pessoas gostam de viver a vida com emoção e surpresa, à flor da pele: se depararem com o tufo de determinados alguedos na praia, deve de lhes dar cá um boost de adrenalina - dali para fora - que de facto faz sentido apreciarem snifar algas... ficam a sentirem-se mais vivos que anteriormente.

Ou como dizia o outro: "Sinto a naftalina* a correr-me nas veias".

 

 

*adrenalina

Velem pela minha alma.

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Numa conversa animada entre colegas, uma refere que gosta de comprar produtos numa loja que não faz testes em animais. Até aqui, tudo bem, apoio.

Adivinhem que produto a colega estava a falar em específico? Cera para velas.

Pois, bem, leram correctamente. Cera para velas.

 

Eis que, fiquei imediatamente a pensar, na minha santa ignorância e extrema rapidez de fazer graçolas com  tudo o que seja, que raio de testes poderia uma empresa fazer num animal, com um produto como a cera para vela:

Quanto tempo temos até nos dar um fanico com o cheiro que a vela têm ou quanto tempo até se ter efeitos adversos como ver unicórnios, ursinhos carinhosos e apetecer chamar uma ratazana de fofinha e levá-la para casa, como animal de estimação? A textura da cera, sedosa ou com tendência a grumos e se vertida na pele, sai bem, dando para fazer depilação à brasileira ou deixa marcas de queimaduras e arranca tudo, inclusive a pele? É comestível ou meio indigesta? As cores, são hipnóticas e afectam o nosso subconsciente, criando uma máquina de guerra silenciosa, accionado o "gatilho" de destruição com o cheiro de vela queimada quando é apagada ou simplesmente nos fazem sentir "peace & love" como uns hippies dos anos idos? Muitas variantes e hipóteses, passaram nesta marmita, numa questão de segundos.

A minha preferida, que acabei por dizer em voz alta:

- Qual era o teste? "Olha, este arde bem com a vela".

Escusado será dizer que a colega não achou a mínima graça à minha piadola.

Há que ter alguma abertura de mente e espírito. Longe de mim apoiar os testes em animais tal como outras coisas que por vezes se brinca um pouco, inocentemente.

Mas vão lá dizer isso à moça, que se pudesse, fazia um teste com a cera das velas mas era em mim.

Isto de ser "random" pode dar asneira!

Estava eu descansada da vida, a navegar na net e eis que, me deparo com este anúncio (que normalmente até ignoro anúncios):

Sem Título-1.jpg

 A sério? Se eu quero descobrir quem é o meu gémeo?

Fica um conselho a quem se lembrou de fazer este teste: tenham em atenção à situação de a quem este anúncio pode aparecer. E porquê? Nunca se sabe quem está do outro lado do pc! Pode bem ser o Dr. Claw, o Gargamel ou até o Tweety! - sim, o Tweety. Não imagino como seria o mundo com duas fofuras daquelas a dizerem "Eu vi eu vi, eu vi o gatinho", sem que o mundo se derretesse perante extrema fofuzisse e vozinha irritante, dando origem ao aceleramento do degelo nas calotes polares, fazendo com que o mundo, tal como o conhecemos, desvanecesse. Se calhar, foi um espécime Tweety que causou a extinção dos dinossauros, que invés de estarem atentos aos céus, monotorizando os radares e os telescópios devido a eventuais detritos estelares, ficaram a olhar para o Tweety, enternecidos. Fica o pensamento.

Como estava a dizer, antes de ficar a dissertar sobre o Tweety, nunca se sabe a quem aparecem estes anúncios. Olhem, por exemplo, apareceu-me a mim. Mas querem mesmo que eu descubra o meu gémeo? O mundo nunca mais seria o mesmo, é que uma já é difícil de aturar, imaginem duas. Ou três. Ou cinco! - se for como aquele casal americano, que tiveram cinco meninas, eita tanto criancedo.

Seria épico.

Se calhar vou fazer o teste. Ás tantas, fofinho como o meu cabelo anda com estas ómidades, chuvas molha-tolos (não molham mas deixam o cabelo num ninho de ratos) e afins, ainda me saía algo do género:

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Sexy, hun?

Bem wild. Fssstttt :D

Hei-de ter muitos amigos assim.

Numa conversa, entre colegas:

- Isto de não se conseguir falar com ninguém...! - desabafa um colega frustrado pelas férias natalícias de clientes com quem é preciso contactar com urgência - Amanhã vou "acampar" para lá! A ver se alguém me atende ou direcciona. Alguém me há-de dizer alguma coisa ou direccionar para alguém!

- Nem que seja o segurança, que o direcciona dali para fora - diz suavemente aqui a criatura.

Vais arder no inferno... ah vais, vais!

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