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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Todos os anos resmungo sobre o mesmo.

Alguém me elucide, por favor, porque de facto, há coisas que me transcendem e que me parecem não fazer o mínimo sentido. Ora digam-me lá o que fariam, nesta situação: vão para a praia. Uma praia enoooorme. Cheia cheia de areaaaal a perder de vista. Observam o melhor spot para colocarem as vossas traquitanas. Que fazem?

Opção a) Avistam um spot fixolas, sem estarem em cima de ninguém, onde podem até estacionar o vosso camião tir, atrelado e bóia gigante com flamingo cor-de-rosa da moda ou

Opção b) Vão poisar os tarecos e montar barraca tipo tribo nómada, mesmo em cima de outras duas famílias, de tal maneira que parecem todos da mesma trupe e uma mescla de um acampamento de um festival de verão.

Pois bem. Posso partilhar que me deixa com as escamas em franja, a malta que se cola ao pessoal, tendo mais do que espaço para se esparramarem noutro sítio. Não aprecio ter de estar a confirmar que a toalha onde me vou deitar, de facto é a minha. E que as minhas garbosas barbatanas não vão dar uma trolitada em alguém.

O que me faz pensar é que devem sofrer do síndrome urbano das praias da linha. Estão tão acostumados a estarem à pinha que nem sardinhas, que quando chegam a qualquer praia o primeiro instinto é se colarem às outras pessoas. Ou então entram em pânico por se sentirem tão expostos e de facto conseguirem sentir a brisa ou o cheiro a maresia, abafado pelo maranhal nas praias povoadas, que procuram logo a sua confort zone.

Só pode. É que nada mais faz sentido.

Além de haverem aqueles que gostam de se colocar estrategicamente ao lado daqueles que levam os corta vento, para eles usufruirem que nem emplastros, do resguardo do corta vento alheio ou da sombra dos chapéus de sol dos vizinhos. Mas isso já é contas de outro rosário e tema de corta na casaca para outro post de resmunguice minha.

 

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