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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

20.07.18

Guilty... confesso.

frito e escorrido por Peixe Frito

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Ter migalinhas de bolacha caídas em cima da mesa, molhar o dedo indicador e esmagar as migalhas, voltando a comê-las.

Há coisas que ainda temos alguma consciência de que as fazemos mas esta, a mim, só tomei consciência mesmo depois de o fazer e ter alguém a observar-me, pois saiu com uma naturalidade, tal como se fosse british e bebesse o chá em chávenas de porcelana do tempo da carcaça mais velha, com o dedo mindinho esticado, para pendurar a colher - mais porque se calhar, me deram alguns arrepios de vergonha alheia de mim própria, fazer estas coisas em casa ainda vá que não vá, agora acompanhada noutro local qualquer? Juízo Peixa, não és uma criatura das grutas na profundeza dos oceanos ou da Tailândia.

Também quer se dizer, toda a gente sabe que não se deve comer as migalhas, pois foi assim que Hansel e Gretel foram atraídos pela bruxa má, para a casinha de chocolate, com o intuito de os papar era a eles e não ao resto, porém, quem consegue resistir a uma pepita de chocolate que caiu da bolacha para cima da mesa, e não a voltar a comer? Ou às migalhinhas de um bolinho saboroso? Ou a um pedacinho de pão ainda com queijinho e fiambre, que caiu do pão aquando o dentámos? Ou daquelas tostas com azeite e alho, que mais parecem do demónio do que de outra coisa, que uma pessoa come uma e não consegue parar? Ou à massa do pastel de Belém, estaladiça e em lascas maravilhosas?

Levante a mão quem consegue resistir, para eu anotar e fazer-vos uma estátua, pois merecem por tal acto heróico de resistência e auto controle, perante uma migalha a piscar-vos o olho de modo sedutor e vocês não lhe quererem fincar o dente.

19.07.18

Acho que nunca estive tão perto de levar no lombo.

frito e escorrido por Peixe Frito

Alguém têm a esperteza de me perguntar que idade eu acho que a pessoa têm.

- Sei lá. Não faço a mínima.

- Diz lá. Adivinha.

- Não sei, a sério - e olho para o pai Adamastor, que estava a assistir serenamente à cena.

- Vá pá, diz lá.

- Não sei. Eu não sei nem tenho máquina de calcular que consiga fazer a soma de números tão grandes.

Silêncio.

- 60 e tais...? - Digo por fim.

- Olha, sessenta e tais. Sessenta e quê? Muitos ou poucos?

- 69 e meio.

A esta altura já o pai Adamastor ria.

- Porra! 64, está bem?

- Ah é? Estás bem conservado, deixa que te diga.

- ...

Raios partam, ainda falam das mulheres serem chatinhas com a idade.

A minha safa, foi o pai Adamastor lá estar, senão acho que tinha levado nas lonas, só por estar a dar "bailarico" ao homem. 

18.07.18

Esta fofuzisse não se paga.

frito e escorrido por Peixe Frito

- Sabes tia Peixa? Eu adoro caveiras.

- Ah é? Adoras caveiras?

- Siiim.

Incrível em como as crianças não ligam a estigmas ou simbolismos ou ao que for. Apenas observam por aquilo que lhes faz sentir e se é giro ou não. Não fazem as figuras que algumas pessoas fazem, quando vêm um dos meus riscados do corpo.

Penso que já ouvi de tudo: desde lhe chamarem "calquito", que parece que foi desenhada por uma criança a dizerem "Que horror, onde tinhas tu a cabeça, que coisa tão horrenda, alguma vez??".

Eu gosto de caveiras. Amo, até. E não, não tenho nenhum problema (outro diferente que não saiba), simplesmente é algo que gosto. Não das pérfidas, dessas não gosto.

Pois é má frénds, gostos não se discutem. Ainda ontem vi um tipo com o simbolo do SLB tatuado na perna e não me viram a atirar-me para o chão a armar-me em maria fiteira e a dizer ao homem que antes não ter a perna que ter tatuado o simbolo de um clube de futebol.

E não vejo qual o drama... ela até têm florinhas nas bochechas e tudo.

18.07.18

Nas coisas em que eu me meto!

frito e escorrido por Peixe Frito

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O criancedo da família, descobriu a magia das canetas e agora, meia volta e de surra, vai de riscar qualquer coisita. O problema, é quando a imaginação fala mais alto:

- Ai meu Deus rabinho pequeno!! Mas tu estás toda riscada de caneta!! - exclama a mãe do ser, ao observar a sua tenrinha filha, com riscos num braço e numa perna.

- São tatuagens mamã. Sabes, eu gosto de tatuagens.

A mãe pega nela, vai de lhe esfregar a perna, numa tentativa de lhe tirar as "tatuagens".

- Nãoooooo mãe - chorava e berrava a rabinho pequeno - Deixa!! Eu gosto de tatuagensssss!!

Até que o pai interviu e disse à mãe, para ela deixar a criança sossegada, tal era o aparato, que aquilo depois logo se tirava.

Ainda riscada, um pouco mais tarde, lá volta ela a dizer à mãe:

- Sabes mamã, eu gosto de tatuagens. O pai têm tatuagens - e mostra os riscos em zonas onde o pai também têm uma tatuagem, orgulhosa. Nada orgulhosa estava a mãe, em brasa diga-se de passagem, pois a miúda estava mais riscada do que um livro de pintura infantil, quando eles estão a aprender a pintar.

 

Num outro dia, em casa da rabinho pequeno, estava eu sossegada da vida e aparece ela com a sua bela da caneta.

- Ó... que andas a fazer com a caneta?? - digo-lhe eu.

Olha para mim, agarrada à caneta como se fosse um ursinho de peluche e diz à mãe:

- Mamã... vamos fazer uma tatuagem?? Uma caveira??

- Filha.... não te vás começar a riscar que acabaste de tomar banho...!

Que acham que aconteceu? Em fracção de segundos, imaginem a cena em câmera lenta, da mãe a levantar-se, a rabinho pequeno a tirar a tampa da caneta e rabiscar o braço. A mãe bem se esticou, mas faltou-lhe um bocadinho assim (um danoninho). Estava o caldo entornado.

- Eu não acredito!! Ai que eu não acredito!! Já te riscaste todaaaa!!

E a rabinho pequeno, com aquele ar de gato das botas, de quem sabia que ia levar nas lonas.

Digo-lhe eu:

- Olha, se é para te tatuares, deixa lá que eu tattoo-te. Deixas-me fazer um coração no teu braço? Assim aqui, no sítio onde eu tenho a caveira.

Óbvio que esticou logo o braço, a mãe a ferver ao lado e eu disse-lhe:

- Riscado por riscado, deixa lá. Ao menos não são das obras de arte dela.

Lá fiz o coração no braço da criatura. Agarra na caneta e diz-me:

- Tia Peixa!! Posso desenhar um coração no teu braço?

Eish... ah pois é. Esta foi culpa minha. Que direito tinha eu de dizer que não? Nenhum, né? Estendi-lhe os dois braços e disse-lhe que escolhesse em qual queria fazer o coração. Saí de lá com uma coisa a parecer um amendoim, tamanho xxxxxl, que bem que esfreguei a tinta que não saía, já a ver o caso mal parado, que tinha de dormir com o braço de molho em água e sabão, e mesmo assim, não era garantido que a tinta saísse. Mais depressa a pele, talvez. Porém, nada paga a felicidade daquele ser ter um coração desenhado no braço e me ter feito um a mim - e lá a safei de um ralhete da mãe. Ás vezes ainda é pior lhes dizer que não podem fazer. O fruto proibido é o mais apetecido.

16.07.18

É que a cerveja faz crescer pêlos no peito.

frito e escorrido por Peixe Frito

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Em pleno concerto, a malta toda a beber a bela da bejeca. Vai a Peixa, com a traça a roer no estômago, buscar uma sandocha e algo para beber.

- Uma sandes mista, por favor.

- Okay, aqui têm.

- E para beber, uma garrafa de água, lisa, natural, se faz favor - peço eu, com suavidade*.

Responde-me o rapaz a sussurrar:

- Está a falar baixinho para ninguém a ouvir a pedir água?

- Sim - digo eu trocista - Para ninguém me ouvir que ando a beber aguinha a esta hora, invés de uma cervejola.

Sorriu-me e deu-me a água. Ainda tive para lhe pedir uma pedra de gelo, para parecer que era gin, mas não queria abusar da amabilidade do rapaz.

 

*O meu timbre de voz é naturalmente suave, a minha voz de sereia é a modos que serena e calma, em certos locais quase não me conseguem ouvir a falar. 

13.07.18

<3

frito e escorrido por Peixe Frito

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Muito grata equipe do sapo, por mais um destaque da minha fritadeira!!

13.07.18

E eu que estava ardentemente à espera, que esta sexta-feira 13 chegasse!

frito e escorrido por Peixe Frito

Azar para uns, sorte para outros, maldições, superstições. Há quem não saia de casa sem rezar o terço para que as forças do demónio não lhe preguem uma partida nas sextas feiras 13, que corra tudo smooth e na graça do senhor.

Pois bem, olhem, eu sempre que há uma sexta-feira 13, faço piadolas sobre isso. Este ano não tenho mais material fresco, lamento. Esta malta é sempre a mesma coisa sempre que é sexta-feira 13, por isso nesta, tiro folga. Dada a situação, venho mesmo para aqui é para fazer pirraça, pois hoje, esta sexta-feira 13, é um dia de sorte para mim. E porquê?? Porque - finalmente - os planetas se alinharam,  sol está atrás das nuvens, os passarinhos cantam e não foi preciso sacrificar uma virgem ou oferecer uma cabra aos deuses, para eu ir ver os meus amados Iron Maiden!! Isto é que têm sido... Sempre que cá vêm, a minha vida não me permitia ir, fosse pelo que fosse, precisamente porque cada vez que ia comprar bilhete, já estavam esgotados - raios partam.

Esta é a sexta-feira 13 onde eu quebro o quebranto, sem azeites e sem rezas e benzeduras, que realizar algo que me enche o coração. Assim sendo, dia de sorte, correcto?

 

E lá estarei eu hoje, vestida a preceito, com a minha t-shirt do "My Little Poney". 

11.07.18

Cada um com a sua pancada

frito e escorrido por Peixe Frito

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Primeiro dia de Primavera-Verão do ano de verdade, não daquelas mariquices de chuva molha tolos e sol envergonhado atrás das saias das nuvens. Sol forte na rua. Calor. Assim daquele de ar bem quentinho que nos faz pedir é uma boa sombrinha, debaixo de uma árvore, acompanhados por uma bebidinha fresquinha.

Aparece um ser, uma criatura, em pleno dia desses, com casaco vestido.

- Então? Não têm calor, de casaco vestido, homem!

- Ah... algum. Mas prefiro ter o casaco vestido, para não se verem os suspensórios nem se notar tanto a barriga.

Fez-me lembrar aquelas criaturas que usam sapatos de salto alto a morderem-lhes os pés, mal sabendo andar com eles e ficando com eles em ferida, só porque são bonitos e fazem o pandam perfeito com o resto da indumentária ou aqueles que compram roupa mais pequena, ficando apertada e as banhinhas a sairem de fora que nem um pudim a transbordar da forma, somente porque gostam da roupa e não havia o número deles.

Antes todo o mal fosse se verem os suspensórios ou se notar a barriguinha típica da idade. Mas é preferível assar que nem um leitãozinho na brasa, de casaco vestido num dia de sol. Opções!

09.07.18

Faz o que eu digo, não faças o que eu faço, sempre ouvi dizer.

frito e escorrido por Peixe Frito

Num festival infantil, se dar uma sessão de "punhada" entre duas criaturas com idade de já ter mais do que juízo. De tal forma, que a polícia foi intervir.

Ó meus amigos... Nem consideração têm pelos pikininos, que estavam ali a curtir o seu festival, a ver os bonecos a cantarem e dançarem e vocês, a engalfinharem-se que nem gente grande. 

Honestamente, só me deu vontade de rir, com o ridículo da situação e a imaginar as manchetes em jornais.

09.07.18

Já 'tou mazé mal habituada!

frito e escorrido por Peixe Frito

Quando uma página da internet demora mais um microsegundo do que o habitual, uma pessoa já começa a stressar.

Engraçado como nos esquecemos rapidamente do que é ter paciência no que tocava a navegar na internet, começando logo quando tinhamos de ligar e aguardar que o modem se conectasse na linha telefónica, e tendo alturas que fazer um download tinha tempo estimado de meia hora (e, eeeee... já gozavas!). Além da linda banda sonora que era ouvir a melodia do modem. Uma pessoa nem podia ir à net durante a noite, à socapa, sem que os pais dessem conta, dado o barulho do modem no silêncio da noite ser tão discreto como uma banda de tambores, a passar num festival de ópera.

06.07.18

Só maus exemplos!

frito e escorrido por Peixe Frito

- Rabinho pequeno, desenhaste na parede!!! As paredes não são para se desenhar, já te tinha avisado!!

- Mas mamã... A Rapunzel também desenha nas paredes.

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Pois é, pois é... contra factos, não há argumentos. Eu já tinha avisado antes que os filmes infantis eram mau exemplo! Desde a Branca de Neve nos querer fazer crer que os animaizinhos nos ajudam na lida da casa, limpando e lavando a loiça, varrendo o chão e passando a roupa - nunca nenhum se ofereceu para fazer isso por mim, não estou a perceber - passando pela Gata Borralheira aka Cinderela, que os ratinhos e os passarinhos são alfaiates e nos cosem roupa e fazem vestidos de salão, sem mencionar que nos antigamentes, as meninas ficavam convencidas que o seu príncipe encantado viria em seu socorro, montado num garboso cavalo - no comments okay - e que viveriam felizes para sempre.

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Maus exemplos, estão a ver? Ainda nenhuma criança se lembrou de dizer que não come maçãs, porque a Branca de Neve comeu uma e foi envenenada.

Ainda está para vir uma "princesa" que coma tudo o que se põe no prato, sopinha e vegetais, faça os trabalhos de casa, arrume o quartinho depois de brincar e que seja obediente aos pais. 

05.07.18

Há criaturas com uma grande "cága"!!

frito e escorrido por Peixe Frito

- Hein?? O quê?? Mas que raio se passou??

Nem a gaivota deve ter percebido a leiteira que teve, em o atum não gostar de snacks com penas, porque senão, era cá com uma beleza que "marchava" em três tempos... Era limpinho, limpinho - mas com penas, neste caso.

04.07.18

O Gasparzinho anda armado em atrevido, anda anda.

frito e escorrido por Peixe Frito

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Estar uma pessoa descansada na casa-de-banho e, por artes mágicas, o trinco desliza e a porta abre, precisamente quando se está sentado na poltrona. Depois é ginasticar a tentar fechar a porta, quase fazendo poses de yoga avançado, literalmente com as calças ou cuequinha na mão, não vá alguém passar naquele momento ou entrar e ver uma pessoa naqueles preparos, de rabo ao léu, apanhada de surpresa. É sempre agradável... not. 

Já nem na poltrona se pode estar descansado, entregue ao seu próprio mundo, meditando sobre a existência e propósito da vida, se quem nasceu primeiro foi a galinha ou foi o ovo, enquanto se faz o que se têm de fazer, na santa paz.

03.07.18

Às vezes dava-me jeito ter uma perícia destas.

frito e escorrido por Peixe Frito

"Esfumava-me" em três tempos, que era uma maravilha.

02.07.18

Nem os monges budistas têm um cântico tão catita como este.

frito e escorrido por Peixe Frito

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Ah pois é. Eu recito com frequência o mantra do cookie monster, cada vez que medito a saborear uma bela de uma oreo.

Dá cá uma sensação de paz e tranquilidade na alma... e na barriga!

29.06.18

Também me toca a mim, levar um "ralhete" de tempos a tempos.

frito e escorrido por Peixe Frito

Ser levada à força de mão dada por uma criatura de meio metro de altura, até uma divisão da casa, e ela me dizer assim:

- Anda cá, que temos de ter uma conversa as duas.

E eu limitei-me a olhar surpreendida com a cena, de olhos abertos e sobrancelhas arqueadas, cá de cima do meu metro e setenta e tal para aquele ser pequenino de pé à minha frente, de braços cruzados e a apontar-me o dedinho piquenino, a dar-me um ralhete de quando é que eu fazia uma determinada coisa - nomeadamente retirar as tartarugas do meu quarto na casa dos meus pais, porque há uma que morde se a formos chatear a mexer com o dedo no nariz dela e eu passo a vida a dizer à menina para não se chegar a ela, porque ela morde e também para ela não apanhar salmonelas - que ela têm imenso medo das minhas porcas e que uma das porcas que têm a mania que denta a malta ainda sai lá do sítio dela e vêm atrás do espécime pequeno.

A minha reacção? Fiquei ali, a ouvir o raspanete, com vontade de agarrar aquele ser e a encher de beijocas, e tentando não me desmanchar a rir, com respeito à rabinho pequeno, pois para ela aquilo era um assunto muito sério e com cariz de urgência.

Para o que eu haveria de estar guardada.

28.06.18

É óbvio que há mais Marias na Terra, não é?

frito e escorrido por Peixe Frito

Mas então, não sei explicar o atrofio que é, ouvir alguém chamar pelo meu nome e não ser para mim.

Ainda há tempos fui às compras num supermercado e uma das colaboradoras tinha o mesmo nome que eu. Imaginem o fandango que não foi, cada vez que um colega gritava a chamar a moça. Salientando a situação, que houve um colaborador que deve ter tirado o dia para gastar o nome à criatura, que se encontrava bem ao meu lado, a repor nas prateleiras.

- Ó Peixa!!

e eu:

- Ei. Estão-me a chamar? -  e olhava em volta e não via ninguém conhecido.

- Ó Peixa! Peiiiiiixa pá! - mesmo nas minhas orelhas. E continuou. E eu sempre a resmungar, porque entendi que era outra Peixa que chamavam, mas sempre que ouvia o nome, ficava de antenas no ar, pois como é natural, se é o meu nome, o radar sintoniza logo a ver se é para mim.

Passei o tempo todo, enquanto estive nas compras, a gramar com o meu nome de fundo, que pelos vistos naquele dia estava na moda. A verdade, é que o meu nome não é assim tão vulgar - há muitas Peixas, de facto, mas eu conheço poucas. Mas que as há, há. Tipo as bruxas - de modo que quando o oiço, a primeira reacção é escrutinar as redondezas a ver se detecto alguma fronha conhecida, que pode estar de facto a chamar aqui a je.

Ando a ponderar seriamente mudar de nome. Talvez Esparafúncia ou Miclina. Assim acabam-se estes ballet's, eu fico mais sossegada e concentrada nas minhas comprinhas, descansada da vida, poupando a minha criatura de distracções alheias.

Embora, há um nome vulgar, o qual eu sou chamada apenas pelos meus sobrinhos afilhados - foi o ser mais velho que me baptizou assim, quando ainda era um alevim - e esse sim, pode haver quinhentos maranhais a dizerem o meu nome repetidamente e apenas quando é emitido com aquelas duas vozinhas, no meio de uma multidão, é que eu sei que sou eu o ser associado a aquele nome e vou directamente de encontro com elas, tal traça atraída pela luz.

Felizmente, os meus pais não me chamaram Maria, nem Ana ou Filipa, senão Jesus, das duas uma: ou eu arrancava os cabelos cada vez que ouvia chamar o nome ou então bem que me podiam chamar que eu não estava nem aí - que é o que acontece se me assobiam. Nem ligo uma peça gigante das caldas. Mas se for aquele assobio daquela maneira, já sei que é o pai Adamastor a chamar a malta.

27.06.18

Este verão eu vou...

frito e escorrido por Peixe Frito

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Este tag consiste em fazer uma lista de 10 coisas que pretende fazer este Verão.

 

Regras:

  1. Agradecer a quem o nomeou, fazendo uma ligação para o blogue em questão;
  2. Fazer uma lista de dez coisas que gostaria de fazer - e que sejam exequíveis - este Verão;
  3. Nomear cinco bloggers para fazer o mesmo. 

Ora, mais um desafio e ainda a procissão vai no alto! Agradeço à fôfita because i'm Happy pela nomeação - fizeste lembrar a música do Pharell. Um xi-coração grande, ma bella!! 

Que dez coisas quero eu fazer neste Verão? Ui... vamos lá desenrolar da lista do rolo de "papel higiénico":

  1. Nada. Absolutamente nada. Ficar de papo para o ar a apanhar sol na praia ou esticada no sofá a ver um filme.
  2. Passear mais, apanhar mais ar e sol nas pestanas, que isto de uma pessoa trabalhar o dia inteiro fechada e ver o sol lá fora, não dá com nada.
  3. Ir visitar as migas que moram longe do meu aquário, numa de matar saudades e aproveitar as férias serem compridas para desfrutar uns dias na companhia delas.
  4. Acampar. Hell yeah.
  5. Uma coisa divertidíssima que é fazer a geral ao aquário: mudar a água, tirar as algas dos vidros e verdete das pedras.
  6. Decididamente, fazer mais exercício. Faz bem ao corpo e à mente.
  7. Ir a concertos, pois está claro. Começando pelos Iron Maiden 
  8. Combinar mais patuscadas, petiscadas, caracoladas com amigos.
  9. Organizar os projectos que ficaram a ganhar mais mofo com o inverno e dar-lhes andamento após o Verão.
  10. Mais uma vez, nada. Porque faz sempre falta e bem á alma, repousar e desfrutar de um descanso de tempo a tempo.

 

E quem são os nomeados?

Eita catano, que me vão das nas lonas.

 A Estante P

Sofia Marques

Maria Grace

Amaria

Gato de Loiça

Novamente já nomeados noutro desafio, só porque quero cuscar que vão vocês fazer no verão!! kkk

Samantha

Ninita

Anita

Genny

E só vou linkar à Raquel e à Chic'Ana, para as aterrorizar ao lerem a notificação que fiz um link para o spot delas, a pensarem que as estou a desafiar para outro desafio!! ahah Mas não 

27.06.18

TAG "Completando frases"

frito e escorrido por Peixe Frito

É isso mesmo! Ousaram desafiar aqui a bela da Peixa, a responder a este desafio de completar frases. E quem me desafiou? A fôfa Ninita! Grata minha querida, pela nomeação. Uma beijoquinha para ti  Vou tentar responder do modo mais sério e solene possível. Não prometo que não saiam bacoradas pelo meio, já sabes como é... Mandas-te-a vir, agora olha... 

 

Sou muito fadada de mau génio - sorte que o mau génio só aparece quando é espicaçado, senão era o fim dos tempos em três tempos - um sentindo de humor muito sarcástico e que me sai nas alturas menos adequadas como se tivesse vida própria, muito positiva na maneira de ser e de estar e com tendência a espalhar essa positividade por todo o lado, crua a falar - não tenho hábito de usar paninhos quentes - amiga do meu verdadeiro amigo e possuidora de um coração do tamanho do mundo.

Não suporto mentirasmá educação, maldade e gente armada ao cardo. Deus me livre que às vezes até se me sobem os calores frente a determinadas situações. Ah! Não suporto igualmente maus tratos a crianças e a animais ou outros seres vivos. Passo-me com o modo como algumas crianças são agredidas verbalmente ou fisicamente, de forma abusiva, ou até mesmo quando os seus pais não as amam ou estimam como uma criança merece ser. Do mesmo modo que me apetece estrafegar alguém, quando passeio na floresta e vejo lixo espalhado pelo chão e quando tratam os animais a pontapé. Principalmente quando oiço coisas como: "Meh, é só um animal" ou "é apenas uma planta, não sente nada". Pois, é isso.

Eu nunca parti, rachei nenhum osso do meu corpo (nem do de terceiros, que eu saiba). Uma sorte do caraças, só para que saibam!!

Eu já me atirei para dentro de uma piscina, sem saber nadar, apenas porque achava que se os outros conseguiam, também eu era capaz de o fazer sem as minhas bóias de estimação.

Quando era criança, podiam deixar-me na toalha na praia, que eu não saía do sítio: detestava a sensação da areia nos pés. Só saía ao colo ou a correr em direcção à água. Na volta, o Pai Adamastor trazia-me ao colo e só depois de me certificar que a mãe Peixa batia a toalha da praia e não havia mais areia, é que ele me podia por na toalha.

Neste exacto momento estou numa de relax, porque a vida não é só stress e aqui a gaja também merece.

Eu morro de medo de nada. Não há assim nada que eu seja capaz de colocar nesta categoria.

Eu sempre gostei de comer caracóis e de churrascadas. E de experimentar comidas esquisitas.

Se eu pudesse... nem sei bem que fazia. Acho que faria tanta mas tanta coisa, entre elas ajudar pessoas e viajaaaaar muito mais.

Fico feliz quando faço jardinagem e trato de plantas, estou perto de quem gosto, quando estou na praia ou dou um passeio na floresta. Muito feliz quando como manteiga de amendoim ou gomas.

Se pudesse voltar no tempo, daria mais uma catrefada de beijinhos e festinhas ao amor, tesouro, anjinho do meu coração, antes de ela partir.

Adoro viver. Sentir o sol quentinho na face num dia de inverno, o cheiro a maresia da praia ou o cheiro das árvores na floresta.

Quero muito ir ao encontro do desconhecido. E porquê? Porque gosto de desafios.

Eu preciso de nada. Tudo o que necessito tenho aqui e agora na minha vida, na medida necessária para ser feliz e grata.

Não gosto de monotonia, tédio e coisas assim. Menos de preguiça, okay?? Adoro preguiçar.

 

E os nomeados são (*tamboreeeesssss*):

Genny

Raquel

Happy

Samantha

Chic'Ana

Anita

J.B.

Maria Araújo

e a Wonder Woman

 

Não nomeio mais, porque já nomeei uma mão cheia de bloggers, somente por isso (e já vou ser apedrejada e ter de fugir a sete pés que me baste, por ter feito as nomeações, que me baste por uma só vez!).

 

26.06.18

Que sexy, de "cabelo" ao vento.

frito e escorrido por Peixe Frito

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"Hey babe, queres vir dar umas curvas comigo?"

Só eu é que não fico assim sexy e de cabelinho arranjado, quando levo com vento nas orelhas. 

 

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