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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Medo... Muito medo.

29.01.16, Peixe Frito

   Continuo a achar que parece um pouco à stalker, recebermos notificações que não-sei-quem nos começou a seguir no twitter, ver a quantidade de seguidores no nosso perfil do facebook ou nos blogs e ainda lermos coisas do género: 

   - Começou a seguir tal personagem, com sucesso. Começará a receber notificações no seu e-mail.

   Bah! Já nem perseguir é como antigamente. Tenho dito.

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Atrofios.

29.01.16, Peixe Frito

   

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  Se há coisa que me faz rir a bandeiras despregadas, é uma criança de quatro anos, dizer o nome de um dos super heróis que mais gosta:

   - Spider Nhanha.

   Não está de todo errado... As teias podem ser um bocado nhanhosas. Gostava de saber, quem é que limpa aquelas teias todas, que o menino vai largando por onde passa. Ele não é, de certeza... Senão era mais comedido e andava de autocarro ou a pé.

   Que me perdoem os fãs e o Peter Parker - é por estas e por outras que as aranhas me andam sempre a aprontar alguma... Desde a andarem a fazer teias pelo peixmóbil fora, como se fosse a pura da loucura, a tecerem teias a uma altura mais baixa do que o aconselhado no manual aracnídeo de caça à paparoca, resultando em alguém passar por lá à noite e com a visão nocturna desligada, levando assim com a teia nas fuças, para abrir a pestana.

   O Spider Nhanha nunca mais será o mesmo. É como aquelas alcunhas da escola, que ninguém gosta que lhe chamem, mas que duram até à eternidade e mais além:

    - Lembras-te do Peter, aquele rapaz que andava sempre a tirar fotos e selfies com a malta?

    - Peter? Qual Peter?

    - O Peter Parker pá! Aquele que andava sempre no namora e desnamora com a ruiva Mary Jane...

    - Nop... Não se faz luz...

    - O Spider Nhanha pá!

    - Ahhhh porque não disseste logo?!

 

    É da praxe.

Como se não bastasse...

28.01.16, Peixe Frito

...além do maravilhoso dia de sol - not! - aqui a fritadeira perdeu a cabeça e o novo post nem aparece. Realmente... Fiquei enrezignada! Também, que faço eu acordada a esta hora, em altura de não fazer um rabo nem de peixe nem de cavalo? Vou voltar para a cama. Não há direito!

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Coisas de Gaja.

28.01.16, Peixe Frito

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    Observar que está um dia lindo. Sol quente. Céu limpo. Passarinhos a cantarem. Pessoal a conduzir excessivamente rápido por o piso estar seco. Enfim, um belo dia de inverno para se ir passear. Que faz a gaja? Decide dedicar-se às lides da casa, aproveitando para tratar da roupa (lavar, secar e apanhar). Pensamento nr.°2: <Amanhã ponho mais roupa a secar, aproveitar se estiver um dia como hoje, aspirar e lavar o chão à casa e depois ir dar uma volta, para apanhar solinho nas escamas>. 

    Ora então, conhecendo a peça como conhecem, que aconteceu? Chove para caraças na rua, roupa a secar só na máquina de secar roupa, sol nem vê-lo, calor nem cheirá-lo e pássaros? Nem se ouve um raio de um piar.

    Ena... Que belo dia de inverno. É que com esta húmidade, até o chão se revolta e não quer secar.

   Resumindo: Quem me manda armar em fada-do-lar quando podia perfeitamente não ter feito nenhum e ter ido para o laréu? Deixava de haver roupa lavada? Who cares...? A loiça já está a chegar ao tecto? Aqui tens uma oportunidade de fazer dieta e poupas água a lavar a loiça. O aquário precisa de ser limpo? Tirando uns rolos de cotão esporádicos aqui e ali (cuidado para não tropeçarem), o pó em cima das conchas, o aparecimento de uma nova espécie de bicho e as teias de aranha que te fazem sentir como o Indiana Jones à procura da arca perdida... Não vejo porque não ir laurear a pevide! 

   Antigamente, chovia sempre que decidia lavar ou depois de lavar o peixmóbil. S. Pedro não contente com as minhas raras lavagens automobilísticas no inverno (culpa dele... Se chove não vou lavar a viatura... Né?!) teve de aproveitar e me infernizar toda a santa semana, quando decido fazer as lides da casa ou passear. Está visto que alguém me quer manter prisioneira em casa e não me permitir espalhar o terror pelas ruas.

Eles andem aí! E pelo mal.

07.01.16, Peixe Frito

Ser designer gráfica e fazer má interpretação dos pictogramas das casas-de-banho. Com má interpretação, quero dizer que olhei duas vezes, voltei a olhar e achei que tinha entrado na casa-de-banho das senhoras. Má intrepretação significa estar descansada na casa-de-banho e entrar um homem. Como se não bastasse, o homem ficou embaraçado e gentilmente, esperou fora das casas-de-banho que eu saísse. Ou isso ou medo que nos vissem a sair juntos da casa-de-banho. Ou tinha medo que eu mordesse... quem sabe. Ironia da vida, é que se eu não fosse uma pessoa mega à vontade e habituada com sinalética, tinha desculpa de tal tótózisse de má leitura, por parte do Teco... agora é precisamente o contrário. No final de contas, ainda bem que a casa-de-banho estava vazia. Suspeito que a sinalética foi trocada por alguma entidade do mal, quando eu - literalme te - me encontrava de calças na mão. E já perdi a conta das vezes que escrevi "casa-de-banho". Quase parece que ganho à comissão cada vez que a palavra casa-de-banho é casa-de-banho mencionada ou casa-de-banho, escrita.