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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Não consigo resistir.

27.07.17, Peixe Frito

Há coisas com as quais não se brinca, e este tema dos fogos é uma delas. É de doer o coração toda a devastação que podem causar, a todos os níveis (nem vale a pena mencionar... vocês caros leitores, entendem).

Mas confesso que me lembro sempre deste senhor.

Tenho uma mente do piorio... tenho dito. E toca de pôr lenha na minha fogueira, no inferno.

 

Olha ela a cuscar as conversas dos outros...

27.07.17, Peixe Frito

... como quem não quer a coisa e ainda por cima, para gozar.

 

De manhãzita, num café:

- Ora senhor, aqui está o seu café. Deseja mooossst....canela para acompanhar?

 

Ficava com um toque exótico, com certeza. Além de que a cor mostarda fica lindamente a fazer pandam com o castanho. O tico e o teco para acordarem de manhã, são tramados.

Vou arder no inferno. Juntamente com a mooossst... canela.

É assim só um bocadinho a roçar para o irritante.

24.07.17, Peixe Frito

Estamos ocupados a fazer algo, na companhia de alguém, terminamos e vamos em debandada.

Chegamos ao destino e eis que, metemos a barbatana na testa e exclamamos docilmente:

- F8&€@;# esqueci-me da cenóide não-sei-quê-não-sei-que-mais no sítio onde estivemos ocupados a fazer algo!

E... ouvimos a frase fatídica, capaz de fazer até Deus descer lá das nuvens e vir dar um calduço nessa pessoa:

- Ahhhhh eu por acaso até me lembrei, mas depois não disse nada.

Ora fosga-se... não sei o que é pior... uma pessoa se esquecer de algo que realmente precisa e que a vida sem ela não faz sentido ou ouvir a alminha a dizer aquelas barbaridades, naquela altura tão conveniente.

Sou da opinião, que às vezes mais valia as pessoas ficarem caladas, no seu fantástico sentido de oportunidade, invés de contribuirem para o enfarte ou corte dos pulsos, da outra pessoa já prestes a transformar-se em gorila, tal Songoku perante a lua cheia.

Sinfonia do amor, não era de certeza.

20.07.17, Peixe Frito

Começar o dia, a ouvir um autocarro a fazer um barulho esquisito. De esquisito, passou a harmonioso. De harmonioso... a familiar. De familiar, a algo melodioso. De algo melodioso a eu de manhã estou mesmo queimadinha. Então não é que me parecia mesmo que o autocarro estava a emitir um som de... violino?

Não... não era uma música a dar nos arredores, nem no autocarro, nem algum pássaro mais excêntrico que gosta de instrumentos musicais... eram mesmo os mecanismos do autocarro que soavam a uma melodia de violino.

Das duas três: apanhar sol faz-me mal ou posso realizar um sonho: se um autocarro toca violino, até eu consigo.

Bem visto bem visto, não é nada senão um problema de junta meu e do autocarro: juntar tudo... e mandar fora.

Tenho dito.

Olha mas que coisa tão esquisita.

17.07.17, Peixe Frito

Conversa entre mim e criatura pequena de dois anos e picos:

- Então, foste à praia?

- Sim.

- E estava boa?

- Sim.

- Foste à água dar um mergulho?

- Sim.

- E como estava a água? Estava boa?

- Estava fria... e molhada.

- ... 

Eish, oiça... muito mázinha :P

14.07.17, Peixe Frito

Sabem porque é que a abelha morreu electrocutada?

R.: Porque pousou numa rosa choque.

Vou só ali buscar um bidon com água... e já aí venho.

São só os outros, queres ver?

13.07.17, Peixe Frito

  Se há coisa que gosto de fazer, é ver alguns programas na tv. Principalmente "Masterchef's" "Top Chef" e afins. Gosto de observar as técnicas que usam, a originalidade na confecção dos pratos e aproveitar algumas ideias para reportório próprio.

  Outra coisa que gosto de observar, é a idade das pessoas que entram nesses concursos. Vejo a idade - que aparece em rodapé a determinada altura do programa quando os mesmos estão a largar postas de pescada sobre alguma coisa ou a fazerem um casaco comprido acerca de um dos colegas concorrentes - e aprecio o ar que a pessoa têm. «Ah e tal, este têm 20 anos? Possas têm cara de 30 e tal...! Está muito mal conservado!» «Humm... 24 anos? Dava-lhe uns 28 anos, por aí» «Ihhhh que piu piu, tão novinho... 18 anos... Onde já vão os meus. Que andava eu a fazer nessa altura...?» e coisas do género. A piada está, quando vejo uma mulher, jovem adulta, com um ar já um pouquinho maduro, respeitável e tento adivinhar a idade dela. Observo a maneira de estar, falar, tudo. «Hummm... Deve ter trinta e tal, só pode». Mas não minha cara, não têm trinta e tal. Aparece a idade em rodapé e pois bem, têm a mesma idade que aqui a criatura.

   - GOD...! Têm a mesma idade que eu! (Silêncio) Será que eu tenho o mesmo ar?... Nã... Eu tenho ar de mais nova! - pfff pois está claro.

   A verdade é que não damos conta que o tempo passa por todos. Olho para mim e continuo a ver aquele ar de menina tão característico em mim, aquele ar de tótó e de quem não parte um prato. Mas já com algumas ruguinhas a aparecerem - que querem? Passo o tempo a rir!! (sim, não é da idade! :D)

Esta rebentou comigo.

12.07.17, Peixe Frito

Porque é que a manteiga não vai à discoteca? R.: Porque têm medo de ser barrada na porta.

Normalmente não se acha nem debaixo do nariz...

11.07.17, Peixe Frito

 ...com um mapa, "x" no local, setas a piscar em néon a indicar o local.

  - Peixa, isto fica aqui guardado atrás do armário. Para quando for preciso.

  Resumindo: Quando alguém precisar daquilo, ninguém se vai lembrar onde foi guardado. Sim porque guardar atrás de um armário fora da vista de toda a gente, é um sítio agradável e potencialmente refrescador de memória do encafuanço das coisas que não queremos que alguém veja.

Sou mesmo gajo em forma de gaja.

07.07.17, Peixe Frito

Post com linguagem da altura das cavernas, não aconselhavel a quem é mais mariquinhas e nhonhocas.

 

- Lembras daquela vacina, que tu levaste no cú e eu não quis levar, e tive a tomar antibióticos?

- Qual vacina que eu levei no cú e tu não?

- Aquela... que levaste aqui em cima, do cú.

- Ouve... todas as vacinas se levam no cú.

Ai eu e a minha mente. E o raio do português que não ajuda nada na situação.

Ficou ali mesmo aconchegadinha.

07.07.17, Peixe Frito

7 e picos da manhã. Estação do metro à pinha. Vê-se de tudo... malta ramelosa por acordar cedo, malta agarrada ao telemóvel a ouvir música ou a navegar na net. Até um ou outro a cabecear bolas invisíveis, encostados em algum sítio, tal é a jibóia.

Nada, mas nada me preparava para o que eu ia assistir e me fazer rir que nem uma ranhosa - que sou - naquele ambiente urbano e caótico.

Chega o metro. Até uma sardinha em lata na lata, estava mais espaçosa do que a malta comprimida dentro do metro. Mesmo assim, foi ver a malta a espremer-se - fantasticamente ainda mais. Ia jurar que quase vi olhos a saírem das órbitas, tal bonequinho de apertar anti stress, em algumas criaturas que já estavam dentro do metro - a espremer-se... a espremeeeer-se e o metro apita, que vai arrancar. Uma moça estava a empurrar os outros desgraçados - já uns com a perna a contornar a cabeça, outros a fundirem-se tipo Dragon Ball, nem precisaram fazer a mítica dança da fusão nem usar os brincos xpto - a partir da porta e eis que as portas fecham. Ou era suposto fecharem... que a rapariga ficou literalmente mas literalmente com o rabo entalado entre as portas do metro!

Ai oh pá... desculpem lá mas aquela visão de só se ver um rabo entalado a abanar que nem uma gelatina, ainda por cima com um vestido amarelo canário, foi demasiado para mim a aquela hora da manhã.

Se ela queria perder o rabo... encontrou uma nova maneira de o exercitar e espalmar. Nem imagino se aquilo lhe fez vergão nas nádegas e nem a sensação de ser entaladinha pelas portas do metro... no nalguedo.

 

Eu no meu melhor (1)

06.07.17, Peixe Frito

Diz-me uma vez uma pessoa amiga, com a melhor das intenções de eu manter a calma e não me passar com uma pessoa que me estava a fazer capaz de arrancar escamas à dentada:

- Ó Peixa, têm calma. Não ligues. Que achas que faria Jesus no teu lugar? 

- Pegava na xanata e dava com ela no alto da pinha daquela criatura.

E pronto. Nem Jesus lhe vale.

É por estas e por outras, que ninguém me atura :P

Sensação de absorção... mas ao contrário.

06.07.17, Peixe Frito

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  Desculpem a linguagem, mas sempre achei estas cabines uma mariquice pegada. Eis que, a vida dá muitas voltas, e eu acabei por ter a oportunidade de lavar as escamas numa cenóide destas.

Fiquei convertida! Sim, é mariquice ter música e luzinhas psicodélicas - que mais parece que estamos a tomar banho numa pista de dança vazia, literalmente uma festa da espuma privada - com jactos de massagem incluídos... ahhhh mas que bom. O único problema foi eu ser uma sardinha e ficar no meio das duas filas dos jactos de massagem...! Não se pode ter tudo. Foi verem-me a fazer poses como se estivesse a jogar o twist, só para apanhar um jateco nas costas e outro na perna.

Quem se devia estar a divertir no meio daquilo tudo, foi a porra da traça voyeur que estava dentro da cabine, quando eu entrei e que lá continuou, enquanto eu estava a dar show a lavar as barbatanas.

Já não se têm privacidade... Imbejosos. Rais partam mais ao bichedo alado que não pode ver nada, que anda sempre onde não é chamado nem convidado.

Até rimei. Ora toma.