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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

29.06.18

Também me toca a mim, levar um "ralhete" de tempos a tempos.

frito e escorrido por Peixe Frito

Ser levada à força de mão dada por uma criatura de meio metro de altura, até uma divisão da casa, e ela me dizer assim:

- Anda cá, que temos de ter uma conversa as duas.

E eu limitei-me a olhar surpreendida com a cena, de olhos abertos e sobrancelhas arqueadas, cá de cima do meu metro e setenta e tal para aquele ser pequenino de pé à minha frente, de braços cruzados e a apontar-me o dedinho piquenino, a dar-me um ralhete de quando é que eu fazia uma determinada coisa - nomeadamente retirar as tartarugas do meu quarto na casa dos meus pais, porque há uma que morde se a formos chatear a mexer com o dedo no nariz dela e eu passo a vida a dizer à menina para não se chegar a ela, porque ela morde e também para ela não apanhar salmonelas - que ela têm imenso medo das minhas porcas e que uma das porcas que têm a mania que denta a malta ainda sai lá do sítio dela e vêm atrás do espécime pequeno.

A minha reacção? Fiquei ali, a ouvir o raspanete, com vontade de agarrar aquele ser e a encher de beijocas, e tentando não me desmanchar a rir, com respeito à rabinho pequeno, pois para ela aquilo era um assunto muito sério e com cariz de urgência.

Para o que eu haveria de estar guardada.

28.06.18

É óbvio que há mais Marias na Terra, não é?

frito e escorrido por Peixe Frito

Mas então, não sei explicar o atrofio que é, ouvir alguém chamar pelo meu nome e não ser para mim.

Ainda há tempos fui às compras num supermercado e uma das colaboradoras tinha o mesmo nome que eu. Imaginem o fandango que não foi, cada vez que um colega gritava a chamar a moça. Salientando a situação, que houve um colaborador que deve ter tirado o dia para gastar o nome à criatura, que se encontrava bem ao meu lado, a repor nas prateleiras.

- Ó Peixa!!

e eu:

- Ei. Estão-me a chamar? -  e olhava em volta e não via ninguém conhecido.

- Ó Peixa! Peiiiiiixa pá! - mesmo nas minhas orelhas. E continuou. E eu sempre a resmungar, porque entendi que era outra Peixa que chamavam, mas sempre que ouvia o nome, ficava de antenas no ar, pois como é natural, se é o meu nome, o radar sintoniza logo a ver se é para mim.

Passei o tempo todo, enquanto estive nas compras, a gramar com o meu nome de fundo, que pelos vistos naquele dia estava na moda. A verdade, é que o meu nome não é assim tão vulgar - há muitas Peixas, de facto, mas eu conheço poucas. Mas que as há, há. Tipo as bruxas - de modo que quando o oiço, a primeira reacção é escrutinar as redondezas a ver se detecto alguma fronha conhecida, que pode estar de facto a chamar aqui a je.

Ando a ponderar seriamente mudar de nome. Talvez Esparafúncia ou Miclina. Assim acabam-se estes ballet's, eu fico mais sossegada e concentrada nas minhas comprinhas, descansada da vida, poupando a minha criatura de distracções alheias.

Embora, há um nome vulgar, o qual eu sou chamada apenas pelos meus sobrinhos afilhados - foi o ser mais velho que me baptizou assim, quando ainda era um alevim - e esse sim, pode haver quinhentos maranhais a dizerem o meu nome repetidamente e apenas quando é emitido com aquelas duas vozinhas, no meio de uma multidão, é que eu sei que sou eu o ser associado a aquele nome e vou directamente de encontro com elas, tal traça atraída pela luz.

Felizmente, os meus pais não me chamaram Maria, nem Ana ou Filipa, senão Jesus, das duas uma: ou eu arrancava os cabelos cada vez que ouvia chamar o nome ou então bem que me podiam chamar que eu não estava nem aí - que é o que acontece se me assobiam. Nem ligo uma peça gigante das caldas. Mas se for aquele assobio daquela maneira, já sei que é o pai Adamastor a chamar a malta.

27.06.18

Este verão eu vou...

frito e escorrido por Peixe Frito

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Este tag consiste em fazer uma lista de 10 coisas que pretende fazer este Verão.

 

Regras:

  1. Agradecer a quem o nomeou, fazendo uma ligação para o blogue em questão;
  2. Fazer uma lista de dez coisas que gostaria de fazer - e que sejam exequíveis - este Verão;
  3. Nomear cinco bloggers para fazer o mesmo. 

Ora, mais um desafio e ainda a procissão vai no alto! Agradeço à fôfita because i'm Happy pela nomeação - fizeste lembrar a música do Pharell. Um xi-coração grande, ma bella!! 

Que dez coisas quero eu fazer neste Verão? Ui... vamos lá desenrolar da lista do rolo de "papel higiénico":

  1. Nada. Absolutamente nada. Ficar de papo para o ar a apanhar sol na praia ou esticada no sofá a ver um filme.
  2. Passear mais, apanhar mais ar e sol nas pestanas, que isto de uma pessoa trabalhar o dia inteiro fechada e ver o sol lá fora, não dá com nada.
  3. Ir visitar as migas que moram longe do meu aquário, numa de matar saudades e aproveitar as férias serem compridas para desfrutar uns dias na companhia delas.
  4. Acampar. Hell yeah.
  5. Uma coisa divertidíssima que é fazer a geral ao aquário: mudar a água, tirar as algas dos vidros e verdete das pedras.
  6. Decididamente, fazer mais exercício. Faz bem ao corpo e à mente.
  7. Ir a concertos, pois está claro. Começando pelos Iron Maiden 
  8. Combinar mais patuscadas, petiscadas, caracoladas com amigos.
  9. Organizar os projectos que ficaram a ganhar mais mofo com o inverno e dar-lhes andamento após o Verão.
  10. Mais uma vez, nada. Porque faz sempre falta e bem á alma, repousar e desfrutar de um descanso de tempo a tempo.

 

E quem são os nomeados?

Eita catano, que me vão das nas lonas.

 A Estante P

Sofia Marques

Maria Grace

Amaria

Gato de Loiça

Novamente já nomeados noutro desafio, só porque quero cuscar que vão vocês fazer no verão!! kkk

Samantha

Ninita

Anita

Genny

E só vou linkar à Raquel e à Chic'Ana, para as aterrorizar ao lerem a notificação que fiz um link para o spot delas, a pensarem que as estou a desafiar para outro desafio!! ahah Mas não 

27.06.18

TAG "Completando frases"

frito e escorrido por Peixe Frito

É isso mesmo! Ousaram desafiar aqui a bela da Peixa, a responder a este desafio de completar frases. E quem me desafiou? A fôfa Ninita! Grata minha querida, pela nomeação. Uma beijoquinha para ti  Vou tentar responder do modo mais sério e solene possível. Não prometo que não saiam bacoradas pelo meio, já sabes como é... Mandas-te-a vir, agora olha... 

 

Sou muito fadada de mau génio - sorte que o mau génio só aparece quando é espicaçado, senão era o fim dos tempos em três tempos - um sentindo de humor muito sarcástico e que me sai nas alturas menos adequadas como se tivesse vida própria, muito positiva na maneira de ser e de estar e com tendência a espalhar essa positividade por todo o lado, crua a falar - não tenho hábito de usar paninhos quentes - amiga do meu verdadeiro amigo e possuidora de um coração do tamanho do mundo.

Não suporto mentirasmá educação, maldade e gente armada ao cardo. Deus me livre que às vezes até se me sobem os calores frente a determinadas situações. Ah! Não suporto igualmente maus tratos a crianças e a animais ou outros seres vivos. Passo-me com o modo como algumas crianças são agredidas verbalmente ou fisicamente, de forma abusiva, ou até mesmo quando os seus pais não as amam ou estimam como uma criança merece ser. Do mesmo modo que me apetece estrafegar alguém, quando passeio na floresta e vejo lixo espalhado pelo chão e quando tratam os animais a pontapé. Principalmente quando oiço coisas como: "Meh, é só um animal" ou "é apenas uma planta, não sente nada". Pois, é isso.

Eu nunca parti, rachei nenhum osso do meu corpo (nem do de terceiros, que eu saiba). Uma sorte do caraças, só para que saibam!!

Eu já me atirei para dentro de uma piscina, sem saber nadar, apenas porque achava que se os outros conseguiam, também eu era capaz de o fazer sem as minhas bóias de estimação.

Quando era criança, podiam deixar-me na toalha na praia, que eu não saía do sítio: detestava a sensação da areia nos pés. Só saía ao colo ou a correr em direcção à água. Na volta, o Pai Adamastor trazia-me ao colo e só depois de me certificar que a mãe Peixa batia a toalha da praia e não havia mais areia, é que ele me podia por na toalha.

Neste exacto momento estou numa de relax, porque a vida não é só stress e aqui a gaja também merece.

Eu morro de medo de nada. Não há assim nada que eu seja capaz de colocar nesta categoria.

Eu sempre gostei de comer caracóis e de churrascadas. E de experimentar comidas esquisitas.

Se eu pudesse... nem sei bem que fazia. Acho que faria tanta mas tanta coisa, entre elas ajudar pessoas e viajaaaaar muito mais.

Fico feliz quando faço jardinagem e trato de plantas, estou perto de quem gosto, quando estou na praia ou dou um passeio na floresta. Muito feliz quando como manteiga de amendoim ou gomas.

Se pudesse voltar no tempo, daria mais uma catrefada de beijinhos e festinhas ao amor, tesouro, anjinho do meu coração, antes de ela partir.

Adoro viver. Sentir o sol quentinho na face num dia de inverno, o cheiro a maresia da praia ou o cheiro das árvores na floresta.

Quero muito ir ao encontro do desconhecido. E porquê? Porque gosto de desafios.

Eu preciso de nada. Tudo o que necessito tenho aqui e agora na minha vida, na medida necessária para ser feliz e grata.

Não gosto de monotonia, tédio e coisas assim. Menos de preguiça, okay?? Adoro preguiçar.

 

E os nomeados são (*tamboreeeesssss*):

Genny

Raquel

Happy

Samantha

Chic'Ana

Anita

J.B.

Maria Araújo

e a Wonder Woman

 

Não nomeio mais, porque já nomeei uma mão cheia de bloggers, somente por isso (e já vou ser apedrejada e ter de fugir a sete pés que me baste, por ter feito as nomeações, que me baste por uma só vez!).

 

26.06.18

Que sexy, de "cabelo" ao vento.

frito e escorrido por Peixe Frito

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"Hey babe, queres vir dar umas curvas comigo?"

Só eu é que não fico assim sexy e de cabelinho arranjado, quando levo com vento nas orelhas. 

 

25.06.18

Eu também gostava de ser assim!

frito e escorrido por Peixe Frito

Meu Deus do Céu e arredores. Eita que se eu só de as cortar me desfaço em líquidos, nem quero imaginar se as comesse à dentada, como se fossem batatinhas.

Uma coisa é certa, lá que a criança é de raça resistente e persistente, lá isso é!

25.06.18

Olha olha...!

frito e escorrido por Peixe Frito

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 Hoje temos peixinho frito na ementa do Sapo? Pois é meus babes, hoje há destaque da fritadeira!

Grata à equipe do Sapo Blogs, pelo destaque. Uma beijoquinha para todos!

22.06.18

Uma das vezes em que gastei melhor o meu dinheiro.

frito e escorrido por Peixe Frito

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Sou daquelas gajas que detesta andar sem soutien. Mesmo. Somente quando ando pelo aquário, que mal chego a casa é sapatos para um lado e trapos a voarem para o outro, vestindo logo a "farda" de andar por casa, é que não uso. De resto, uso sempre. Há uns anos, comprei um soutien daqueles de silicone, que quando tocamos parece muito a nossa pele, até em termos de textura, cor,  para usar com os tops e os vestidos cujo decote frontal ou que sejam demasiado cavados nas costas, mostrem o soutien.

Que me aconteceu? Decidi estrear um vestido, cuja parte de trás fica abaixo da linha do soutien, mostrando as costas. Bela e amarela, fiquei eu. Toda lampeira. Quase a parecer uma tóp módel. Finéss e a esbanjar charme. Naturalmente, dadas as características do trapo do dia, usei o tal soutien xpto e mais não sei quê porque não gosto de andar com os marmelitos à vontade como Deus os meteu no mundo. Então não é que o raio do soutien, decidiu rasgar? Parece que tinha lá a fotografia de um ex-namorado e foi rasgada em mil pedaços por uma ex-namorada em raiva e fúria de ter sido deixada pelo ursinho de peluche. E quando se rasgou? Sempre nas alturas mais propícias e adequadas: Quando cheguei ao trabalho. Resumindo: não querias andar de tangerinas à solta? Pois agora vais ter de andar e vai ser o dia todo, que não há tempo para se ir a casa vestir outros trapos ou tentar remediar a situação - ainda ponderei uns agrafos na cena, mas não me safei. O silicone rasga todo que nem papel de jornal - É o que dá eu comprar destas mariquices.

E depois ainda há outra: nunca consegui que aquela porcaria se mantivesse como deve de ser, no sítio certinha e direitinha, tal como aparece na imagem da caixa. As minhas conchinhas nunca ficaram assim tanto a desafiar a gravidade e de nariz empinado. Cada vez que olho para a imagem de ilustração, sobem-se-me os calores, porque das duas uma: ou colaram aquilo ao corpo da manequim ou colaram aquilo ao corpo da manequim! 

Quando é para ser é e não há nada a fazer, quer se goste, quer não. Há que me render às evidências e à situação, pronto. Agora já sei um pouco melhor qual é a sensação que os gajos têm, quando passam a usar boxer's invés de cuecal justinho, que lhes mantêm ali o material aconchegadinho... 

R.I.P. soutien maricas sem alças. Gostava de dizer que vais deixar saudades, mas nem por isso. Não vou sentir falta das inúmeras vezes que custei a te acertar com as mamocas, de modo a ficares lindo e maravilhoso, nem das situações desconfortáveis em que começavas a descolar quando eu ficava com calor e transpirava mais um pouco, fazendo com que eu parecesse uma maníaca ou que andava a seduzir toda a gente por ter de andar meia volta a apalpar literalmente as mamocas, para te manteres no sítio e não fizesses "pop!" do nada, até mesmo no meio de reuniões - olhem só a figurinha que eu fazia. Quando não apalpava as maminhas, mantinha os bracinhos juntinhos ao tronco (tal robot) ou andava de braços cruzados o tempo todo, para os mesmos ajustarem as pontas do soutien e ele não desfalecesse, sem vida, do meu peito, literalmente nos meus braços.

Ao revoir mon amie, vai pela fresca que o sol está forte e ainda derretes.

21.06.18

Woo-hooo chegou o Verão!!

frito e escorrido por Peixe Frito

No calendário. No ca-len-dá-rio. Sol hoje, só na minha imaginação - quero crer que ele brilha intensamente por cima das nuvens cinzentas de chuva, que cobrem o céu.

Com tantos dias de calor, logo o dia mais longo do ano, é benzido por chuva intensa. Como se não bastasse o que já choveu no resto do ano, precisamente hoje que anoitece mais tarde, vamos levar com chuvinha todo o santo dia. Abençoados sejamos.

Ao menos não faz frio, porque se fizesse... era a cereja no topo do bolo.

São Pedro, São Pedro... tens cá um sentido de humor, que vou-te contar. Espero bem que te esmeres no resto do ano e que me dês um Agosto quentinho, para poder ir ganhar alguma corzinha, neste meu bronze à carneiro da fruta.

20.06.18

Para aqui, ninguém me chama para ir.

frito e escorrido por Peixe Frito

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Mas para trabalhar... ah isso já chamam!

Tenho sérias suspeitas que aquele coqueiro fosse aguentar com o peso de quem quer que fosse... Digo eu, que não percebo nada de cálculos de resistência e estabilidade de materiais. Mas que aquele cenário me parece bem na mesma, lá isso parece! - deixa lá o coqueiro e põe a barbatana na águiinha quente, mazé.

19.06.18

Atitudes destas são raras de se ver.

frito e escorrido por Peixe Frito

Ouve-se um chinfrim na rua descomunal: gansos a grasnarem. Percebi que algo muito estranho se passava pois um dos "grasnares" era de aflição. Então, eis que me deparei com uma situação digna de videos dos apanhados: presumo eu ser o dono, pegou num de dois gansos pelas asas, e ia embora com ele pelo terreno. Pelo menos, esse era o plano inicial, porque um segundo ganso, não parava de bicar e investir contra o homem, a ver se ele largava o outro pobre coitado que grasnava de pânico. Foi um festim de bicadelas e de o homem quase cair, graças ao guarda-costas de penas. Lá conseguiu fugir - literalmente - ao animal, e foi para algum lado com o outro ganso, final que eu não quis assistir mas senti ser algo similar a destino de panela quente.

Naturalmente, não estava a torcer para que o homem levasse as bicadas do ganso que protegia e tentava ajudar o outro, mas é de frisar o companheirismo do bicho. Não se importava com as ameaças de pontapés, investia nas bicadas e voltava e voltava.

Quem têm a coragem de dizer que os animais não têm sentimentos ou que são estúpidos? Óbvio que nunca apanharam com a fúria do "último" escuteiro de asas.

Mesmo com o destino que se presume, foi bonito de se ver. Não para o homem, que deve ter chegado a casa cheio de marcas de bicadas, mas pela atitude do animal.

18.06.18

Ó São Pedro, baixa lá aí um pouco a temperatura do forno, s.f.f.!!

frito e escorrido por Peixe Frito

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É uma chatice quando o vento venta forte. Além de levar tudo para a casa do coiso das caldas, quando é frio... caramba. Até se nos enregela os... ossos!

Mas em dias quentes, que bem sabe uma ligeira brisa, de vento morno. Até toca na alma e dá uma sensação de aconchego fenomenal - além de ajudar à transpiração corporal do pessoal e a aliviar alguns cheirinhos, erm... mais assim para o coiso, que nos faz pensar se algumas pessoas sabem que existe desdorizante e assim.

Nunca quiseram tanto que soprasse um ventinho, não é? Eu que o diga, que já estou a virar Peixa assada com a situação.

Alguém conhece a dança do vento, que partilhe aqui com a gaja? Já fazia falta uma aragem por estes lados.

Muito agradecida.

18.06.18

Até me faz largar umas lagrimitas!

frito e escorrido por Peixe Frito

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Por mais que tente, não há vez que a descascar uma laranja, não me emocione. E porquê? perguntam vocês, meus babes. Pois bem, levo sempre com uns espirrinhos da mesma nas fuças, quando abro a laranja ao meio. Ora se me entra para o olho, ora se não entra no olho, espirra a roupa, senão é a roupa, é a pessoa que está sentada ao lado ou toda a gente nas redondezas - fica tudo a cheirar a mercado de frutas - tal regador municipal a regar a relva e as árvores, que rega tudo, até as pedras da calçada.

E, quando não é espirrito de sumo, é do óleo da casca. Possa que aquela porra arde nos olhos!!

Já nem se pode roer uma laranja pacificamente, sem sermos agredidos com tanta violência. Ainda dizem que comer fruta faz bem. Está bem, está. Fiquem aflitos dos mirones com as bujardas das laranjas, que logo vão ver o que é bom para a saúde e se continuam a dizer para a malta comer frutinha - come fruta, come... bem em cheio nas pestanas e no resto da indumentária. Invejosas, as bichas!

15.06.18

Olha, não me importava nada.

frito e escorrido por Peixe Frito

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Uma bela de uma lamita, boa para a pele e para lustrar o pelito...! O único inconveniente seria mesmo andar por lá por dentro alguma bicheza não identificada, uns sapitos, cobritas e afins, e se andassem a roçar pelos nossos pézinhos, à socapa, nos pregrando uns valentes cagaços.

De resto, venha lá a lama, que ao ar livre até têm outro sabor.

14.06.18

A vida é tramada e toca a todos!

frito e escorrido por Peixe Frito

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Um rapaz detestar arroz, gramar com ele várias vezes ao almoço que é aquilo que a esposa lhe manda e (não bufa), num dos poucos dias em que teve a benesse de ser abençoado com massinha ao almocinho, têm de sair à última da hora, perto da hora da bucha, para ir auxiliar um colega.

O Universo e o seu sentido de humor retorcido. A sorte foi que, no meio daquela "urgência", lhe pagaram o almocinho.

E à noite, adivinhem o que foi acompanhamento ao jantar?

Arroz, pois está claro - não se safa dele por muito que tente.

12.06.18

Eu devo ter adormecido no Inverno e voltei a acordar no Inverno seguinte, só pode.

frito e escorrido por Peixe Frito

Ouvir a chuva faz frio, dá arrepios, vontade de uma mantinha - menos nos trópicos... aí até pode estar a chover quando estamos dentro de água na praia, que continuamos com calor - e por vezes, uma extrema vontade de contribuir para o aumento do nível das águas. Por acaso, não sou daquelas pessoas que ao ouvir uma torneira e estando com a bexiga cheia, tenho de ir urgentemente à casa-de-banho ou somente por ouvir a chuva cair. É algo que não me aquece nem arrefece. É como a tal situação, quando levamos uma criança à casa-de-banho e ela diz: "Não consigo fazer xixiiiiiiiiii" ao fim de meia hora de seca extrema ao lado da criatura sentada no penico e alguém se lembra de imitar o som de uma torneira "shhhhhhhhhhhhh" a ver se a criança finalmente abre as comportas e faz um xixizinho.

E ultimamente, com o que têm chovido, ainda bem que não me dá vontade de fazer xixi, senão estava tramada, não saía da casa-de-banho.

Por outro lado, já ando meio aborrecida por ter de voltar a tirar o chapéu-de-chuva lá do seu buraco obscuro. Gosto de chuva, mas não me anda a apetecer continuar a levar com chuva no lombo, todos os dias tenho de aturar a choraminguice dos meus vestidos de verão, tops de alcinhas, que se agarram às minhas saias e eu tenho de os enxotar, que querem é sair do armário, já estão fartos de serem trocados por camisolinhas de meia estação e de vestidos de manga comprida. Mas então, todos os dias amavelmente lhes explico que a sua vez há-de-vir, para limparem as lágrimas e serem fortes, não perderem a esperança que o sol há-de brilhar lá fora e eles poderão andar a tirar a ómidade das costuras e dos tecidos. Até parece que adivinham que o Verão está aí à porta. Inconsoláveis, andam as roupas de Verão. Elas e eu... que já voltei a levar com uma catrefa de pingas nas fuças, para abrir a pestana. 

Posto isto, pela primeira vez na vida, não me importava de ser um mosquito.

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Que ao menos a chuva seja divertida para alguém. Dado que nem se vêm pocinhas no chão para a malta saltar lá para dentro, nem nada. Uma tristeza.

11.06.18

Que frustração!

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Quando se passa uma tarde com o raio de um fio de manga enfiado no meio dos dentes e não há nada que se valha para o tirar - nem sequer o truque de uma pessoa amiga, que me dizia que utilizava um cabelo como fio dental em caso de emergência. Resta esperar que os dentes caiam para o dito sair. É nestas alturas que compreendo o porquê de algumas criaturas, deixarem crescer a unha do mindinho.

Ainda se tivesse uma baliza - sou um pouco propícia a ficar com sementes, pedaços de côco ralado, de canela em pó, de oreos, orégãos grudadinhos nas gengivas e entre os dentes, ironicamente, a típica alface nem vê-la - mas nem é o caso. Os meus dentes e gengivas são autênticos imãns de restos de comer. Certos casos, mesmo após escovar os dentes, há pedaços de chicha que não querem desgrudar nem à lei da bala.

Devia de haver um sindicato dos dentes, para estas situações. Quem me indemniza por eu andar a fazer figurinhas com uma semente de papoila cravada entre os dentes da frente? Quer dizer... cada vez que uma pessoa se ri, parece que está ali uma cratera. E ainda por cima, à socapa! Que rara é a pessoa que têm a amabilidade de dizer a outra: pssst hey tens uma cenóide nos dentes!!

O mais vulgar que acontece nessas situações e sinal de alarme que algo se passa na nossa maravilhosa cremalheira, é quando nos rimos ou falamos e a pessoa com quem estamos a conversar, subtilmente e de surra, passa a língua nos dentes, com a boca fechada (sim pá, nada de técnicas de sedução à descarada), a tentar que nós não notemos. Mas sim minha gente, quem têm algo no meio dos serrotes, nota esse disfarçar e subtileza! Mais valia dizerem logo... digo eu, e poupávamos figurinhas tristes alheias!

Raios partam mais à comida que dá luta... Possas. Nem depois de trincada!

08.06.18

Parecia a Buffy, a Caçadora de Vampiros a repor o stock de armas.

frito e escorrido por Peixe Frito

Comprar mandioca e não haver exemplar que não parecesse uma estaca de madeira para matar vampiros.

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 Obs.: A escolha da imagem foi meio infeliz, a mandioca mais parece um molho de outras coisas mas pronto.

07.06.18

Algo tão idiota que de facto me queima o miolo.

frito e escorrido por Peixe Frito

Estacionar ao lado de um carro mal estacionado. Eita que me põe os nervos em franja! Nhónhice a minha, mas eu gosto de estacionar la viatura direita e de rodas direitas, assim tal como Deus a pôs no mundo. Nada cá de merdices de estacionar enviesada, torta, de rodas viradas para fora. Nada disso. Agora imaginem, eu a querer estacionar o peixmóbil direitinho, até porque o espaço pelos lados do aquário não abundam de estacionamento, logo convém sermos sensatos e estacionar do melhor modo possível, e estou eu ali a manobrar que nem uma maçarica a aprender a conduzir, porque em certos sítios custa a perceber ou a ter linhas guia para se estacionar direito que normalmente uso o carro do lado, para ficarem par a par fofinhos e lindos da vida, que nem sardinhecas numa latinha com molho de tomate - mas assim fica difícil, quando a vizinhança gosta de parar a viatura conforme vira, assim fica estacionada, sem esforços.

Sou gaja, eu sei. Como já disse, nhónhices e merdices... eu sei. Mas custa assim tanto, alminhas dos diabos, estacionarem as viaturas direitas, respeitando os traços demarcados no chão ou se não têm traços imaginem raios vos partam, deixarem a porra das rodinhas alinhadas com a carroçaria do chasso, não estão no meio da metrópole onde estacionam as carroças atravessadas estão na aldeia, por isso não me arreliem depois de um longo dia de trabalho, quando já dei mil voltas ao quarteirão e finalmente arranjo lugar e vocês suas criaturas do poço de onde nem a Samara saiu, nem se digam de estacionar decentemente, de modo a que outros possam tanto manobrar como estacionar correctamente, aproveitando o pouco espaço que existe para tal efeito. Eu bem gostava, mas o meu carro não têm o extra incluído de rodas extensíveis à Inspector Gadget para eu poder estacionar no primeiro andar, logo preciso de algum espaço razoável para atracar o peixmóbil que por sua vez, diga-se de surra, têm um comprimento mais que razoável e o suficiente para intimidar muitas caricas com metade do seu tamanho.

Caramba, não vos cai uma unha! A única desculpa aceitável é mesmo estarem aflitinhos para irem à poltrona, já ali nas últimas quase quase a dar-se o acontecimento in loco em pleno carro, e ainda assiiiiiimmm...!!

Tenho dito. Respeito ao próximo é muito bonito. Pena haver abundantemente nuns e precariamente noutros.

Posto isto, aqui fica mais um post à Velho do Restelo, antes que se me dê um choque eléctrico nos neurónios com tais recordações de farroncas estacionadas como se fossem uma cambada de camelos numa duna, em pleno deserto, fazendo outras criaturas deixarem os carros lá na casa do coiso das caldas, graças aos maus estacionamentos à patrão, onde caberiam três carros, cabe um dromedário.

Bem hajam - menos aquele animal que deixou hoje o carro numa completa diagonal no meio do estacionamento. Deve ter medo que lhe dêem quicadas com as portas. Pena não se lembrar ele que assim estacionado, corre o risco de alguém lhe levar a traseira como souvenir ou lhe deixar um souvenir a ele no carro, em forma de raspão e falta de tinta com uma mossinha ao de leve. Isso resolve-se! Basta ele pôr aqueles autocolantes foleirotes lindos da silva, que se usa por aí agora com bonequinhos e estrelinhas e hello kittys e mais não sei quê e a coisa fica disfarçada e o carro decorado.

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