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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Desafio: Opiniões Impopulares

29.03.19, Peixe Frito

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Ora, cá está um desafio belo e amarelo para eu responder. Quem se lembrou de me desassossegar aqui no meu spot, foi A Marquesa de Marvila. Estava eu aqui, tão serena no meu canto, não cheirava nem fedia... Acho eu! eheh

Vou tentar responder o melhor que sei e bem comportadinha, está bem? Cá vai:

 

1) Um livro ou série popular de que não gostas

Livro: Não costumo ler os livros que estão na moda, por isso logo aí, acho que já digo tudo ahah

Série: "The Walking Dead". Simplesmente não me assiste. Eh pá... Zombies e intrigas... Nope. Podem pôr no mesmo saco todas as que incluem vampiros menos a "Buffy, a Caçadora de Vampiros" (que aprendi a gostar, estranhamente) e o "Sobrenatural".


2) Um livro ou série que todos parecem odiar mas tu adoras.

Livro: É assim, eu leio livros que me chamam. Daqueles que passo na livraria e oiço: "psst psst, hey, gaja, eu, eu!!" de modo que leio muitos livros que muita gente não conhece. Gostaria de dizer que são de escritores mega conceituados e tal e coiso, extra carolas, mas não. Nem nos escritores eu sou pessoa de ligar ao nome que vêm na capa. De modo que, esta não tenho propriamente resposta directa, só muitas e muitas palavras juntas para falar falar e não dizer nada ahah

Série: Não sei se alguém detesta mas não ouvi ninguém dizer que gosta ahah "Sleepy Hollow", "Black Sails" e "Penny Dreadful". Além de "Robot Chicken", óbvio.

3) Um triângulo amoroso onde a personagem principal terminou com o personagem que tu não querias ou um OTP de que não gostas.

No filme "Pearl Harbor", eu torcia muito que ela ficasse com o personagem do Josh Hartnett, mas isso não aconteceu.

4) Um género popular de livros que raramente lês.

Romântico e livros de poesia.

5) Uma personagem adorada ou popular de que não gostas.

Nem sei... Honestamente.

6) Um autor popular de que não consegues gostar.

Nicholas Sparks (acho que esta era óbvia).

7) Um cliché literário que estás cansada/o de ver.

Alguns livros de auto ajuda e espiritualidades, que conseguem ser bem piores do que os powerpoints que a malta nos antigamentes recebia no e-mail, com teorias e conselhos que embora com um fundo útil, se transformam em livros da treta, com filosofias baratas, que até o meu gato largaria postas mais inteligentes a dormir, que o livro inteiro. Daqueles que se espremem e só sai traças e areia, estão a ver o género? Suminho e enriquecer a alma, que é bom, tal e qual de binóculos no alto mar à procura de terra.

E os livros de dietas também vão pelo mesmo caminho. E de comida saudável.

8) Uma série popular que não tens interesse em ver.

A guerra dos tronos. Ironicamente, vi os primeiros episódios e achei mega bem produzida mas depois... vazou o meu interesse que nem um balão num encontro com um alfinete fininho.

Agora já nem tanto na moda, mas semi na moda: A casa de papel.

9) Já diz o ditado "o livro é sempre melhor que o filme", mas qual é a adaptação para filme ou série que achas melhor que o livro?

Não é melhor que o livro mas taco a taco: O Perfume.

Mas melhor, achei: "A Verónica decide morrer", de Paulo Coelho. Mais interessante o filme do que quando li o livro (também, era uma peixeca jovem, foi um dos que comi como quem come manteiga de amendoim às tostinhas ou como o Monstro das Bolachas acaba com um camião de bolachas... em três temp... Ups. Dois tempos.

E não é livro, mas bd... é livro na mesma, né? Têm folhas, páginas, capas, etc etc - não, os panfletos do lidl não contam, é outro nível - Eu sempre detestei o Iron Man e depois de ver os filmes, passei a adorar.

 

Desafio que é desafio, desafia outros, né verdade?

Que se sintam desafiados - por agora -  sem nenhuma ordem específica tirando o último ahah :P (*tambores*):

- Happy, Ninita, Anita, Batatita (estou a gozar, era só para ter algo acabado em "ita"), A 3ª Face, A Desconhecida, C.C., Luísa, A galinha da vizinha e o Último.

 

Your love is like bad medicine. Bad medicine is all i need...!

28.03.19, Peixe Frito

Pois é, pois é. Chamem-me o que quiserem (fofinha, linda, maravilhosa, nicónio e afins) mas um dos amores do meu coração, arrebatador, que me consome, incendeia, me faz encarnar o pecado da gula e de escavar a embalagem com uma colher, tal e qual um prisioneiro a escavar o túnel da sua fuga da prisão, venha quem vier que não a destrona dos píncaros mais pincarianos do meu coração (desculpem Pringles, skittles sour, gomas ursinho e o Chewbacca) é o raio da manteiga de amendoim. É que seja barrada ou comida literalmente à colher, marcha desalmadamente bem, dá uma sensação de conforto na alma, no coração, gera arco-íris sem nuvens no céu e toda a vida fica irresistivelmente bela e amarela. É um esbanjar de amor por todo o lado, a cada colherada de manteiga de amendoim. Foi feita pelas fadas, só pode.

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Quando vou ao supermercado, até olho para o lado, para resistir aos olhinhos de Bambi, de gato das botas, de cachorrinho, da embalagem a mirar-me de bracinhos estendidos tal bebé a pedir colinho depois de mandar um esbardalhanço. Até se ouve o rachar do meu coração ao me deparar com esse cenário e, boa alminha que sou, lá tenho de adoptar um frasquinho de mantequilla de cacahuete e o levar para casa de mão dada e cavalgarmos juntos até ao por-do-sol, comigo lambuzada de manteiga por tudo o que é canto.

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E encontrei alguém que entende o meu amor por manteiga de amendoim! Uma das cenas que mais me cai no goto, dos vários filmes que já vi (spoiler alert. spoiler alert. spoiler alert) somente porque ressoa tanto comigo a paixão que se acende no coração (se é que o têm) desta personagem, ao provar pela primeira vez, a manteiga de alcagoita.

Só tenho isto a dizer...

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Cada um com a sua tara e mania, não é? 

Eu ando mais numa de "Como é que me vou mexer HOJE durante o dia"...

27.03.19, Peixe Frito

...rezando para que não precise de me levantar muito da cadeira, embora quando o faça para ir à casa-de-banho, quase me levanto com a mesma pose de quando estou sentada, parecendo uma carcaça caquética ou que estou entalada numa cadeira imaginária.

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Fazer exercício matinal é muito bom, não há dúvida. Mas que nos faz temer sobre como vamos passar o resto do dia, depois de arrefecermos do exercício, é terrífico. É bullying por parte dos exercícios, deixem que vos diga. Terror psicológico. Digno de um argumento para um filme de terror impróprio para cardíacos e gente sensível e nhonhocas.

Graças a este turbilhão emocional, uma pessoa questiona-se se vale a pena se exercitar, para depois estar a sofrer desalmadamente com os efeitos do corpo dorido, não podendo agachar para um chichi (caso do gajedo, claro) ou apanhar algo do chão sem se tentar endireitar a parecer que foi atropelado por um camião, nem conseguir respirar normalmente ou atrever sequer a pensar em espirrar! Espirrar é mesmo coisa do demónio mais velho. Eu ainda não pensei duas vezes acerca disso, admito que sou mais do género "se estás a bufar, a culpa é tua. Levantasses mais vezes o pandeiro do sofá e fosses dar uma corridinha invés de andares a atacar e espalhar terror em embalagens de gomas indefesas".

Reflicto apenas, que por muito que me apeteça um doce, não me compensa comê-lo. Sim, verdade. Só a pensar na quantidade de ferrugem que se varre do chão depois de eu acabar de mexer o esqueleto a exercitar e nas poças de água que é preciso limpar, pois tal é o tamanho que qualquer dia vira lago dos cisnes com nenúfares... Deixo-me de merdices.

De modo que, me revejo nesta figura:

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A única coisa que pode engordar ali, é a sujidade da montra ou os cadáveres dos bichos mortos, que eventualmente lá estarão colados.

O que vale é que com o tempo, o bullying passa. Haja dedicação. Lá diz o outro "No pain, no gain" - o pai do bullying dos exercícios.

Ainda conseguem ser piores que as do Big Brother e afins.

26.03.19, Peixe Frito

Para aqueles que não têm vergonha e gostam de ter público até na casa-de-banho, não me parece que se fossem importar com a colocação desta poltrona. Deve ser para terem "torcida", apoio, aquando estão naquele momento fulcral: "Força, força, tu consegues!!!" e depois ouvirem uma salva de palmas quando conseguem que o submarino vá à sua vida.

Obs.: O rolo parece um pouco distante, ou é impressão minha? Coisa simpática, além de estar a contribuir para o aumento do nível das águas aka mandar um chichi com plateia, ainda têm de se esticar para chegar ao rolo.

Gente malvada. Muito malvada.

E que raio é aquilo lá atrás? Um quadro para fazer gráficos? Uiiiii nem quero saber as especificações.

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Não querendo soar a troça para com as minhas compatriotas senhoras, moças e gajas, mas esta casa-de-banho é mesmo casa-de-banho à gaja. Além do toque das cadeiras terem padrão e serem aveludadas, até há direito a uma velinha para disfarçar os odores mais nauseabundos. Adoro o pormenor de estarem duas cadeirinhas bem posicionadas, mesmo de frente para a sanita. Quase parece um confessionário ou um observatório, tal como quando vamos a um zoo ou assim e nos explicam as especificações e características daquele espécime: "E é assim que estas criaturas das trevas defecam. Observem. Não façam ruídos, pois eles ficam tímidos na altura de produzirem barrotes e corremos o risco que se vão embora sem largarem barro" e quando acontece "Observem, observem a magia do momento. Como se contorcem e ficam vermelhos ao exercerem força e as expressões de alívio e felicidade, depois de largarem rastros de pneu na poltrona. Mágico. Momento muito mágico."

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Com a moda das selfies na casa-de-banho, com os posts no facebook a dizerem tudo o que fazem, isto é para meninos-de-coro.

A bem ver, muitos de nós estamos a fazer companhia a alguém que está na casa-de-banho ou alguém a nós, sem saberem: quantos e quantos não estão sentados na sanita a enviar sms ou no chat do face? Há até quem telefone, sentadinho na poltrona, para outras pessoas. Isso é que é fazer render o tempo, duas tarefas em uma!

Mande a primeira pedra, quem nunca fez isso ou parecido - mandar sms... Não me refiro a traquinices, está bem??

(*grilos*)

Eles andem aí... ah andem, andem. Disfarçados, mas andem.

25.03.19, Peixe Frito

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Duplamente mau: além de me parecerem "ninossauros" - como dizia uma determinada pessoa que eu conheço - de repente, me pareceram gatos. Precisei de observar novamente para ver que era outro bitxo.

Ai Peixa, Peixa... bebe mais água mulher, que isso de andares a apanhar sol, está a desidratar-te as escamas e a tostar o miolo.

Isto começa a cheirar a complot.

25.03.19, Peixe Frito

Já me aconteceu tirar o tampão invés do batom do cieiro da mala, tirar o cartão para picar o ponto na máquina na empresa e me cairem pensos higiénicos no chão, mas acho que esta, merece coroa pelo seu brilhantismo, inteligência no disfarce, camuflagem - embora meio daltónica, pois a embalagem é multi colorida e aos bonecos - pela sua "sorrateirice" aguda e tendência de me fazerem a mim - a mim! - fazer figurinhas com tanta mestria.

Ora experimentem lá, tirar a carteira para pagar a conta no supermercado e terem a porcaria de um penso higiénico na embalagem, colado na carteira, mesmo do lado de lá onde vocês não podem ver? E só o detectam, porque sentem a carteira com volume a mais e alguma maciez invulgar para as tachas que ela têm a decorar?

Além de eu já estar a ficar mestra em disfarçar estas merdices que me acontecem, a sorte foi mesmo ninguém estar a seguir a mim e eu achar que a rapariga da caixa nem deu conta - acho eu... às tantas viu e os arrepios-de-vergonha-alheia foram tantos, que ela até desviou o olhar.

Decididamente, começo a achar que os artigos de higiene íntima me andam a pregar partidas. Por causa das porcarias, vou comprar uma bolsinha - como tanta gaja que se preze usa - enfiar tudo lá dentro, enjaulando assim os seres das trevas e das grutas. O que poderá acontece é quando eu precisar de algum daqueles artefactos, não ache a bolsa dentro da mala e volte a colocar tudo à solta tipo animais selvagens, na mala, me pondo assim uma vez mais, a jeito das suas traquinices e falta de vergonha na cara.

Uma pessoa têm de impor respeito! Mas onde é que isto já se viu? Andam muito saídos da casca, as criaturas. Andam, andam. Já nem sequer a pagar as minhas continhas, posso estar descansada. Sempre com um olho no burro e outro no cigano, possas!

 

Isto é que é estar no sítio certo à hora certa... not.

21.03.19, Peixe Frito

Estrada estreita e sem passeios. Sentido único. Não têm saídas nem acessos nos próximos kms, o que significa que é literalmente "anda para a frente, que atrás vêm gente".

Nunca nada fez tanto sentido, como estar numa estrada destas e ter o carro varredor de estradas, à nossa frente. Nem o tipo se pode encostar para nós passarmos e nem se meter por outras estradas. Nada, nadinha.

Só resta a paciência e que não dê vontade a ninguém de ir à casa-de-banho, pois é só muros de casas e a julgar pela velocidade da criatura que vai à frente, quando se chegar à estrada principal, já a malta têm barbas brancas pelos joelhos, está desidratada e já nem lembra mais de onde veio e muito menos de que terra é que é.

Isto só se realmente quiserem saber e fazer questão de indagar.

18.03.19, Peixe Frito

Se alguém quiser saber de mim, procurem-me ali assim na espreguiçadeira ou no banco suspenso.

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E não, nem estou preocupada com a estabilidade da estutura nem com a mosquitada à noite, embora me cheire que a possibilidade de ter um jaguarzito ou um bichito rastejante a visitar à noite seja grande, maaaaaaas que me parece bem o spot, lá isso parece.

Venham dai as folhas de palmeira a refrescar, um belo sumo tropical e uma massagem aos pés, que eu já aí apareço para vos dizer como correu... not.

Nem eu diria melhor!

15.03.19, Peixe Frito

A verdadeira carta de super poder, digna de vestirmos uma capa cada vez que a temos no nosso role de cartas a jogar.

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É de notar, o brilho que se faz nos olhos de qualquer alminha, quando esta carta lhe sai nas cartas iniciais do jogo ou a "pesca" do baralho. Até se vê a alma a crescer, o peito a inchar, olhos resplandecentes, até se ajeitam na cadeira, com pose de boss. Porém, quando é usada contra eles, é ver o balão do ego a estourar com um alfinete ou ver o cair do poleiro, tal galo que vai para o tacho.

Quantas vezes houve situações de azianço, quando alguém sacava de uma carta destas, em pleno jogo do Uno? Assisti a muitas dignas de filmar e pôr no youtube, pois uns argumentam que não pode pôr porque não é a sua vez ou porque ronhónhó ou rénhénhé, que como eles jogam não é assim ou porque como eles jogam é assado, e que as regras coiso, tudo a ver se se livram da bendita carta negra, destruidora de jogatanas de Uno. A sala ficava cheia de negrume, tal era o fumo que a malta exalava das narinas e das orelhas.

Adoro usá-la. Mesmo. Naturalmente que engulo em seco quando me calha a mim na rifa, mas então, faz parte. Não calha só aos outros. De vez em quando, também me vêm morder o rabo.

Mas que dá especial prazer jogar, dá. Assim uma satisfação estranha, principalmente quando é lançada para alguém que nos têm enchido o bucho de cartinhas +2 ou que está só com um par de cartinhas na mão, a salivar porque vai gritar "UNOOOOOO", not.

Lição do dia de hoje.

14.03.19, Peixe Frito

Vejam um tutorial em brasileiro para uma técnica num programa e tenham o mesmo programa em inglês. É que além de as nomenclaturas do português do Brasil serem diferentes do português de Portugal, ainda levam com a situação de ter de traduzir para inglês.

Resta ir pela lógica e torcer para que não me engane nos filtros e a malta fique a parecer qualquer coisa estranha como um zombie fresquinho, acabadinho de sair da cova, depois de um dia de extremo calor.

Exacto. Eu diria mais que é coiso, para ser precisa.

11.03.19, Peixe Frito

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É o cérebro a fazer "tilt" e a malta a esfregar os olhos a ver se está a ver mal, tendo depois a realização que é uma foto do demónio e nada há a fazer em relação a isso.

Bem que tento, mas há sempre alguma mensagem do Universo a mostrar para eu me deixar de merdices destas.

11.03.19, Peixe Frito

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(imagem gamada daqui)

Colocar as máscaras de beleza e dar sempre uma comichão desgraçada no nariz, parecendo que o mundo vai acabar se eu não o coçar - raios partam mais aos macaquinhos, que decidem mudar de casa e abandonar o barco, cada vez que eu ponho máscaras de beleza na cara - o que eventualmente acaba sempre por me fazer espirrar e eu ter de me assoar.

Resultado? Além da figura maravilhosa que uma gaja já faz com estas máscaras na cara, com a zona da boca e contorno dos olhos sem nada aplicado, a parecermos sei lá o quê, provocando medo ao susto - uma gaja com uma máscara aplicada, se sair assim à rua, têm logo "n" pedidos... mas não é de casamento. É mesmo de abandonar a aldeia, a cidade, o país, porque aterroriza todas as criaturas que se atravessarem na sua frente. Os gatos eriçam-se, os peixes suicidam-se saltando fora dos rios e lagos e aquários, os pássaros têm ataques cardíacos e os cães ganem. Nem o Frankenstein gera tanto pânico. Deveria chamar-se a este fenómeno "fazedor de viúvas", tal como as árvores mortas que são cortadas e nunca ninguém sabe para onde a tipa vai cair, podendo cair em cima de algum senhor, honrando assim o seu nome nada pomposo, mas neste caso, porque se a moça for casada, corre o risco da cara metade ter um enfarte quando se cruza com ela - ainda fica com o bónus do nariz ficar sem o produto e ter de estar novamente a aplicar máscara naquela zona e... correndo o risco de voltar a acontecer o mesmo. Isto é que é viver a vida no limite e no pico da adrenalina, nunca sabendo se vai dar novamente comichão até ter passado o tempo suficiente para a máscara fazer as suas magias e milagres divinos - achamos nós - ou se tudo corre na paz do senhor, sem incidentes de maior a registar ou apontar.

Também acontece tudo correr maravilhosamente bem, removermos a máscara e ficarmos com cara de pele de rabo de bébé - é sempre bonito e fofinho, pois é rabo de bébé e ninguém se ofende, mas se chamarmos cara de cú, já é muito ofensivo e dá direito a umas punhadas na fuça de quem teve a lata de proferir tal frase demoníaca, embora o rabo de bébé seja tudo menos fofo, pois é xixis e chocolate derretido por todo o lado, que até sai das fraldas (podem agradecer-me pela imagem que coloquei na vossa mente agora) - mas... (existem SEMPRE um "mas") ficarem resíduos de máscara dentro das narinas - acontece, não sei como, mas acontece. True story - e no couro cabeludo, quando nós juramos que deixámos uma linha perfeita com uma margem de segurança perfeita de modo a que perfeitamente não chegue à linha do cabelo embora perfeitamente saibamos que com tanta perfeição, vamos ter restos de máscara de lama do mar morto no meio da piruca e piolheira. Mistérios da natureza por desvendar, que o Fox Mulder e a Scully ainda hoje se questionam e andam a trabalhar nesse ficheiro secreto, aparentemente sem fim à vista.

No meio disto tudo, que é uma aventura o simples aplicar e usar de uma máscara de beleza, a vida mostra-me que eu não sou talhada para usufruir dessas mariquices e coisas de gaja e eu, bem mandada, meia volto ando a insistir na situação. Chego à conclusão, que há pessoas que são cabeça dura e não entendem os sinais do universo, mas então... que fazer? Olhem, é deixá-las andar. Quando se queixarem, que do nada lhes cheira a flores, a abacate, ovo ou a outra merdice qualquer e encontram um resto ínfimo de máscara de beleza que tiveram a aplicar no início da manhã, o melhor é mesmo fazermos ouvidos moucos, assobiarmos e olharmos para o lado, comentando como o céu é azul e o sol amarelo, não nos envolvendo naqueles dramas de beleza, quase tão maus como os programas americanos de miúdas pequenas, que entram em concursos de beleza e de talentos, usando mais maquilhagem e indo mais ao cabeleireiro do que eu durante toda a minha vida.

Depois não digam que não vos avisei.

Não há dúvidas que eu tenho com cada uma... Mas é só a mim??

08.03.19, Peixe Frito

Ir tirar o batom do cieiro da mala, descontraidamente e principalmente distraidamente a vasculhar o conteúdo, tiro algo que penso ser o batom do cieiro, ia passar nos lábios, sorte que olhei primeiro para rodar o batom e eis que me apercebo do quê?? Tinha sacado de um tampão invés do dito batom do cieiro. Sorte que ninguém reparou... senão ia ser bonito.

O meu pensamento no único dia de chuva que me lembro nesta data.

06.03.19, Peixe Frito

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Ainda não pesam e espero que demorem a pesar. Diria que é como o vinho mas até o vinho ganha "pé" e "assento" e pode virar "vinagre". Menos romântico e sensual, acho que prefiro como o queijo, que vai maturando e ficando muito especial ao longo do tempo - cria bolor e cogumelos, larvas até. Aliás, um dos queijos mais supra sumos de Itália, não é cheio de larvas de bicho? Ah pois é. Mas esperemos que as larvas a mim não me ataquem tão cedo.

Seria de esperar maior juízo, mas vai-se aprendendo com a maturidade, que a vida deve mesmo ser levada com a tentativa de espírito leve, ser positivo e cultivar o bom humor. Que importa o que outros pensam, se não somos de acordo com o que a sociedade espera que sejamos?

Por um dia, seria a primor (foi ao lado, foi ao lado!!): calhar na terça-feira de carnaval, fazendo juz à lenda em que reza a história que toda a gente pensava que o pai Adamastor estava a brincar, que era partida de carnaval, quando deu a notícia que a mãe Peixa tinha desovado uma Peixinha. Mas não, era verdade. E assim tinha começado um novo capítulo numa família, cujo primogénito era o diabo em forma de gente e foram presenteados com a calma e tranquilidade, em forma de ser pequeno - só durou durante os primeiros anos de vida... como podem imaginar - que estava sempre a sorrir. E agora, espalha o terror com mestria e sarcasmo, por todo o sítio onde passe.

Venha a chuva para variar, que sempre me lembro de fazer sol neste dia. É mais um dia, mas não como qualquer outro: para mim, é um lembrete de vida, de memórias, emoções, de orgulho. Em que passe o que passe e o tempo que passe, passemos o que passemos, não há nada como sermos fiéis a nós próprios.

E agora vai um cliché: Porque no fim, a nossa única e melhor companhia, é a nossa própria. A minha têm dias de loucura, mas ao menos sempre me vou rindo e ajuda a passar o tempo.

Há coisas do demónio, há sim senhora! E neste caso, uma possessão bem evidente!

04.03.19, Peixe Frito

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Pois bem, nada como estar a fazer tratamento de imagem a uma fotografia, num programa de edição de imagem. Selecciona, retira selecção, mexe para a esquerda, limpa as rugas, desamarrota a camisa e eis que, a malta quer fazer "zoom" para ver melhor um pormenor. Nada. "zoom". Zero. "zoom"... grilos. Continua sem fazer "zoom". Como bons usuários que somos, quando um pc não processa, desatamos a carregar nas teclas a ver se ele desbloqueia ou neste caso, com a lupa para ver se o "zoom" responde. Até que, ALELUIA, o zoom funciona! Mas como nada é dado de graça, nunca mais pára de fazer zoom. E faz zoom e zoom e zoom, é pá nós até queremos que faça "zoom" certo? Mas não ali, a aquela zona. Sim porque o zoom decidiu começar a funcionar precisamente em cima da virilha, na zona do enchumaço do cuecal, vulgarmente chamada de zona dos países baixos ou da horta...! É mesmo verdade. E não houve "esc" que salvasse a vida a ninguém, restou à criatura ficar a olhar para aquele zoom interminável até ao infinito e mais além, até quase se verem os poros da pele, da virilha do homem, cruzando os dedos das mãos e os dos pés, para que ninguém aparecesse no gabinete naquele momento e ficasse a pensar:

- Eh lá Peixa... tratamento de imagem pormenorizado que andas a fazer. Muito focado numa zona masculina específica. Estou-te a topar... pervert!

Verdadinha. É bem feita... Já sei que de nada serve carregar no comando de operação, se o pc não está a responder, porque é que o fui fazer? A situação quase que parecia uma vista do espaço, lá da Estação Internacional, a fazer zoom ao decote da senhora, que estava a passar naquele momento, na avenida da cidade Onde Judas Perdeu as Botas.

Aprendam comigo, que não duro para sempre. Quando o pc está a fazer crochet ou malha, demorando alguns segundos para pousar as agulhas para vos olhar nos olhos, com os óculos a penderem no fundo do nariz a tentar perceber o que vocês estão a pedir, não insistam. Não insistam! Dêem tempo, espaço, bebam água, estiquem as pernas ou ainda fazem figuras como as minhas, a ver o pc taradão a fazer zoom ao maço das meias que o homem tinha por dentro dos calções.

E que têm tudo isto a ver com o Elvis? É que dizem as más línguas, que o senhor usava enchumaço de meias, para fazer ali mais volume no matagal. Vai na volta, era por isso que ele fazia poses estranhas, é que as meias deviam ter os elásticos a apertar ou arrepelar ou assim.

Isto sim, é festejar em alto nível e qualidade!

04.03.19, Peixe Frito

Muita gente com planos de passar fora o fim-de-semana, muitos de bubadeira e muitos de estar em casa estarraçados no sofá, a ocupar espaço, babar a almofada a fazer como as sardinhas - passarem pelas brasas - e a derreter filmes na tv.

Eu? Mascarei-me. Sim, é verdade. Sabem de quê? De fada-do-lar no sábado e de empregada de limpeza, no domingo. Pois é. Um fartote de limpar, aspirar, lavar chão, tratar das roupas, que foi um fim-de-semana de festejo que até cheirou a alho, queimado e fez fumo nos entretantos.

Na verdade, um verdadeiro fim-de-semana à gaja dona de casa, é o que é.

Há melhor maneira de festejar e melhor máscara a usar? De facto há... mas cada um, é para o que nasce, não é verdade?

A sequinha do dia, a tempo da previsão de chuva para o Carnaval.

01.03.19, Peixe Frito

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Nem preciso de ser vampira, basta ser Peixa e nem preciso de tractor, basta-me o blog... muhahahah (*riso maléfico*)

Aiii é amooor, ai ai amooooor... É amor!

01.03.19, Peixe Frito

Alguém cantar mal mas mal... porém, cantava a embalar a sua filhota - a escolha da música era mega hiper duvidosa, ainda assim, era essa que lhe cantava. Gostos!

Digo-lhe eu:

- Possa, assim a criança até finge que adormece só para não te ouvir cantar.

A verdade, é que ela adormecia na mesma. Concluo que amor entre pais e filhos é mesmo incondicional e por muito que o progenitor tenha voz de cana rachada, faça estilhaçar vidros e espante os animais num raio de uns bons kilómetros à sua volta, a sua voz soará sempre melodiosa, como uma bela sereia a encantar os marinheiros, à sua criancinha. E que o amor além de cego, é surdo.

Deus queira que a criança não cresça com problemas auditivos... Assim só de surra