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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Será que não posso estar um momento sossegada sem nada estranho a acontecer?

24.05.19, Peixe Frito

Estar a falar com uma pessoa e vejo uma coisinha assiiiim piquirritichinha, a descer à frente dos meus olhos e a parar. "Possa, estou a ver mal? Que é isto? Que raio?!". Abano a cabeça e aquilo continua ali, bailando mesmo na minha fuça. 

É uma romela? É uma pestana? É um animal de grande porte lá muito longe, tão longe que parece uma fomiga? Muitas questões ressoaram a minha alma, naquelas fracções de segundo. Passo a mão a enxotar o que é que era aquela coisa e lá consigo entender que afinal se passa! Era uma amostra de aranha, pendurada na minha franja! Na maior das rambóias, à descarada! - ALERTA! ALERTA! Piada à cromo: ou então era o spider nhanha a usar o fato do homem fumiga!! ba-tum-tum-tsss!! De génio Peixa, de génio. Deixa-me só ir ali esconder a cabeça num buraco bem profundo, e já aí venho -  Pois é, pois é. Sinal de alarme! Das duas três, ou as aranhas me andam a espiar ou então as aranhas que habitam a minha cabeça, estão a começar a dar de fuga, que já devem ter ouvido o soar da trompetes do fim dos tempos em cuecas e decidiram abandonar o barco, pois o titanic embateu num iceberg. Malandras, as tipas! Mas é assim? Andar à boleia em pirucas alheias? Sabe lá Deus que mais anda à boleia nas nossas cabeças, e nós sem sabermos  Cada animal selvagem!! Estamos em perigo constante e sem noção do quanto a nossa vida poderá estar em risco. Ah pois é!

Se querem que vos diga, antes aranhas que piolhos. Nossa! Manda vir aranhas que andem à boleia e deixem lá a piolheira para outras bandas que não a minha!!

"Deus é grande e de certeza que algo muito bom está para me acontecer"...

24.05.19, Peixe Frito

... é o que eu costumo pensar. Depois olho para a minha saia e vejo um fio branquinho, ali assiiiiiiim a dizer-me "Pull me, pull me" - sim, os fios da minha roupa são poliglotas - e como podia eu resistir aos olhinhos daquele fio mal amado, a estender-me a mãozinha para eu a agarrar? Se ainda ninguém percebeu  que é que vai acontecer a seguir, acreditem que era uma armadilha do demónio. Porquê? Quando eu comecei a puxar o fio, só ouvia o típico som de algo a descoser... descosia... descosia... e eu "porra, mas que raio é que está a descoser?" até que percebi! - algum tempo depois, mas cheguei lá. Gostaria de dizer a tempo, porém... nop - Então era o raio da baínha da saia que estava a descoser. Resumindo? É isso mesmo... quando dei conta do que era, parei mas o raio do fio ainda conseguiu descoser quase toda a saia à minha volta, ficando para aí um palmo da costura que iniciava à esquerda na saia.

Não, não entrei em pânico. Gaja calejada com cenas de arrepios-de-vergonha-alheia como eu sou, já não panica com facilidade. Com a maior das descontracções, saquei de uma tesoura e vá de cortar aquela bicha do demónio e, peguei nuns clips, e vai de meter clips ao longo da saia. Foi o meu momento fashion e de esplendor de ontem, andar a passear com clips na saia durante todo o dia. Até me teceram elogios! Que parecia uma miúda das barracas, com a baínha a desfiar de um lado, presa do outro...!

Isto tudo, me fez lembrar das vezes em que eu puxava os elásticos fininhos das cuecas... e elas depois ficam todas relaxadas - boa frase, esta - parecendo sei lá o quê. Dava cabo do cuecal todo assim. Mas não era por isso que deixava de o fazer muahahah (*gargalhada maléfica*). Há um certo prazer mórbido em puxar linhas e elásticos das cuecas, vá-se lá saber porquê.

Cheira-me que hoje é um bom dia para jogar ao euromilhões. Com o agravamento de cromices que eu tenho vivido na mais recente semana, ah Deus têm de abrir os cordões à bolsa para me compensar, ah têm, têm!!

Ao menos o que o fio fez foi descoser... Não soou nada como ao que acontecerá se a Princesa Léia puxar o dedo ao Darth Vader.

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Que foi o som da luva a sair, mais nada... obviamente!! 

Sabe sempre bem ouvir elogios destes.

23.05.19, Peixe Frito

Fazer um remédio herbal, pedido por uma criatura para dar à sua criatura mais jovem. Uns tempos após essa situação se ter dado, naturalmente que quis saber o feedback:

- Então, como correu com o remédio para a tosse?

- Como correu? Queres mesmo saber?

- Sim... (medoooo)

- Na primeira colherada, a criança exclamou: «Mãe! Isto é pior do que a morte!!!"

É bom saber estas reacções. Da próxima ponho laxante, para ele ver o que é bom para a tosse

Assim a felicidade sai barata.

22.05.19, Peixe Frito

Recebo uma encomenda e estou a abri-la na companhia da Rabinho Pequeno. Conforme vou abrindo a caixa, ela a olhar atentamente, até que me exclama:

- Uau tia Peixa! Adoro isso!!

E eu:

- Adoras? É fixe, não é? Também gosto! - e estendo-lhe uma das peças do conjunto de sushi.

- Não! Não é isso! 

- Então? É o quê?

- É aquilo!!! - e estende a mão e agarra o plástico bolha que vinha a envolver as peças, com ar mega feliz e os olhinhos a brilharem com estrelinhas. E eu ali com a taça na mão estendida para ela, apeada.

Está certo. Eu compreendo perfeitamente o amor dela pelo plástico bolha... Sofro do mesmo. Que se danem as taças e as cenices todas! Mandem caixas cheias de plástico bolha que a malta fica feliz.

A simplicidade da vida. Às vezes faz falta.

A vida têm um sentido de humor madrasto, sim. Tenho dito!

21.05.19, Peixe Frito

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Aquele ficou mais enroladinho que uma al-môndega no esparguete. Só o ar de "desisto e vou ficar aqui deitado aconchegado com o novelo de lã"... Se não os consegues vencer, junta-te a eles, já dizia o outro.

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E este ficou mais panado do que os panadinhos que eu faço. Coitadito, já não se pode refastelar sossegado numa caixa alheia. Adorava ver como é que se conseguiu livrar das bolinhas... Deve ter ido pedir dicas à 3.ª Face, que é perita em apanhar bolinhas advindas e oriundas de postais de natal 

Lei de Murphy. E está tudo dito!

15.05.19, Peixe Frito

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Calor abrasador. Tão abrasador que a fruta desmaia e cai da árvore e os tomates assam no pé do tomateiro, em plena horta. Calçar ténis com dias destes, é um enorme potencial de cheirar a chulé, sem falar do calor que se gera dentro dos mesmos - só nos apetecendo descalçar - e do transpirar dos pés, gerando lagos e escorregas dignos de parques aquáticos. Detesto ir a andar e a escorregar dentro do meu próprio sapato. Lindo. Pareço uma gazela que nasceu há minutos e está a aprender a andar. Sapatos, sofrem da mesma questão. Solução? Bem que me apetecia calçar hawaianas mas na falta de consentimento da entidade patronal de ir trabalhar com vestes à verão, calcei umas sandálias. Todas panisgas e fofinhas, diga-se de passagem. Fartei de chinelar por tudo o que era sítio, a descer escadas então, parecia um concerto de Stomp. Vantagem maravilhosa foi o factor de poder descalçar as ditas sandalitas, enquanto estava sentada na cadeira, ao computador. Maravilhosos, deixem que vos diga. Fantástico. Barbatanas ao ar, sem aromas que davam vontade de ir buscar um pão e cortar uma fatia para acompanhar... Fenomenal. Naturalmente, não há bela sem senão. Ao fim do dia, quando calcei dignamente as sandálias para ir para casa, vi que uma estava a descolar totalmente a forra onde prendia o pé, dos dois lados. Resumindo: próximo passo e vais mesmo ficar com os presuntos ao ar e no chão. Infelizmente, não deu para remediar a situação pois dado o tecido, não havia cola nem fita que aderisse ao animal, de modo que... fui calçada até ao peixmóbil e conduzi descalça.

Pensei para com os meus botões que não tenho, que quando chegasse ao bairro, até conseguiria ir efectivamente descalça até ao meu andar, pois a aquela hora não me costumo encontrar com ninguém, seja vizinhos seja gente na rua. Congeminei o plano perfeito: estaciono o mais perto da porta do prédio possível, pego na sacaria toda, verifico se o chão têm vidros ou merdas coisas que me possam magoar, dou corrida pelo passeio, abro a porta do prédio, entro à velocidade do Flash e está feito! É, né? Não. Óbvio que não!! Começando do principio: conduzir descalça. Ah e tal, vou pela autoestrada que não costumo apanhar muito trânsito e a esta hora, naquela rampa mega inclinada para sair do trabalho, não há assim carros e ponto de embraiagem com probabilidade de fazer figuras de ursa e maçarica a deixar ir abaixo a viatura, são probabilidades quase nulas. A questão é que apesar de probabilidade quase nula, há probabilidade e é exactamente esses 0,0000001% que nos vêm morder o rabo. Apanhei um trânsito demoníaco. Uma fila enorme para entrar na estrada principal, onde tive mesmo de ter cuidado a fazer o ponto de embraiagem - passar de saltos todo o dia para zero saltos, sabem as senhoras como os pés ainda estão meio estranhos - e não fazer arranques que quase arrancavam o alcatrão da estrada e faziam uma colina na rampa. Ultrapassada essa situação, trânsito, gente e mais gente. Gente, gente, gente. Rotundas. Carros com falta de piscas. Razias às viaturas com ultrapassagens de alguém sem cérebro. Sobrevivi à aventura que é andar no trânsito ao fim de um dia de trabalho e cheguei ao bairro. Ninguém à vista! Excelente. Lugares em frente à porta do prédio: mais uma vez quero agradecer às alminhas doces e amorosas, tão doces que até enjoam e causam diabetes ao próprio açúcar, por estacionarem mal os carros, sem respeitarem os traços no chão que delimitam o parqueamento, fazendo com que quem estacione entre viaturas, tenha de sair pela bagageira ou pelo tecto de abrir. Agradecida do coração. Me fizeram andar uns metros para baixo com tanto lugar à porta, somente porque não gosto de fazer yoga para sair do carro nem aprecio quicadas de portas na minha viatura. A tipa é de cor escura e eu não aprecio efeito "dálmata" na pintura dela. Lá estacionei mais para baixo. Sempre sem ninguém à vista. Pego nos tarecos, abro a porta, examino com cautela o chão. Luz verde. Tudo está alinhado conforme a vontade divina de eu chegar a casa bem e segura. Salto do carro e lá vou eu, aos saltinhos pelo parqueamento e passeio, fazendo crescer tufos de ervas viçosas floridas e aparecerem borboletas por onde quer que eu pisei. Porta do prédio! muhahahah (*gargalhada maléfica*) Ninguém à vista!! Saco da chave para abrir a porta, enfio na fechadura do prédio e... aparece o meu vizinho do rés do chão e abre-me a porta. Yep. Assim do nada, materializou-se o homem, tipo nevoeiro em que apareceu D. Sebastião, assim veio ele e me abriu a porta. Trocámos sorrisos, cumprimentámos. «ele não notou», pensei.

Estou eu em frente ao elevador, prestes a abrir a porta e o rapaz a sair do prédio, a fechar a porta, olha para mim e me diz:

- Mas então, você está descalça??

Só olhei para ele e me ri a bandeiras despregadas.

- Sim... estou descalça.

Riu-se. Abanou a cabeça e foi embora.

Resumindo: Onde estão os cavalheiros?? Não me podia ter perguntado se precisava de um chinelo, chanata, mocassin, peúga, fita cola para enrolar à volta dos pés ou até me ter pegado ao colo e ter levado até porta do meu apartamento, para eu não andar descalça? tsc tsc Já não há homens como antigamente.

O que o raio do calor consegue fazer às pessoas. Tudo por causa de não ter os pés a cozinhar ao vapor dentro de calçado fechado. Ninguém merece.

E ele contra-ataca!!

14.05.19, Peixe Frito

- (...) e disseram-me que eu não tenho cabidela(*) para a situação.

Desta vez, devia de estar com fome, o corrector automático. Mas também, com tanta coisinha boa para fincar o dente, logo foi mencionar uma cabidela...

 

(*)arcaboiço

Vale pela intenção de eu não fazer figurinhas.

13.05.19, Peixe Frito

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Estava a mostrar à Rabinho pequeno o vestido que os avós dela me tinham oferecido, a pô-lo assim à minha frente e a perguntar que ela achava, se gostava. Após momentos de silêncio, diz-me assim:

- Tia Peixa, assim ficas com as cuecas à mostra!

- Fico com as cuecas à mostra? Como assim?

Então agacha-se à minha frente:

- Se eu me baixar assim, vejo-te o pipi. Até com esse que tens vestido agora, te vejo as cuecas.

Isto porque o vestido que lhe estava a mostrar à frente é mais curto que atrás e o vestido que eu tinha, era semi curto.

Crianças... Claro que pelo ponto de vista delas, provavelmente me vêem o cuecal se se baixarem a espreitar deliberadamente como ela estava a fazer e dada a minha altura frente a criaturas mais pequenas, mas valeu pelo aviso e precupação de eu não andar por aí a mostrar as miudezas ao povo. Só me fez rir.

Só porque não há uma sem duas.

10.05.19, Peixe Frito

(não é um panda, mas um koala ficou parvo com este post)

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Na sequência do post anterior, onde pelos vistos reinava o tema do cuidado das espécies e planeta Terra, constava igualmente uma pergunta de escolha múltipla, se as alminhas sabiam qual o alimento que os seres humanos também consomem, que dado o seu consumo e devastação poderá contribuir para a falta de alimento do panda chinês, podendo pôr em risco a existência da espécie?

Ora, que acham que responderam, na sua grande e esmagadora maioria??

Eucalipto. E posso dizer que "bambú" estava nas respostas, mas acho que nem era preciso vos dizer.

Compreendo a confusão. O eucalipto até nem é uma praga aí por muitos campos, nem nada. O eucalipto têm a folhagem similar ao bambú. O diâmetro do seu tronco é deveras confundível, textura, cor, tudo e tudo além de que são avistados muitos pandas pendurados em eucaliptais, como se vê nas fotografias e programas da vida selvagem.

A lógica deve ter sido por acharem que um bambú, por muito grosso que seja, não aguenta com um balofo daqueles, mas enganam-se. Têm alta resistência, o bambú. Porque não vou crer que foi por terem confundido uma bolinha gordinha, preta e branca, com um orelhudo peludo e cinza. Um é monocromático e o outro em escala de cinza.

Olha eu, cada vez que for ao cantonês, invés de rebentos de bambú ter rebentos de eucalipto? Só de imaginar o sabor que aquilo iria ter, me desentope o nariz e me trata a alergia de imediato! Se bem que, com o potencial de intoxicação, ficava boa para quinar momentos depois. Pormenor.

Acho que fez falta a alguns jovens, não terem tido a "Arca de Noé" na sua infância ou terem visto a vida animal ao domingo de manhã, na SIC. Digo eu, assim de surra.

E por falar nisto, deixo aqui uma coisa que vai ser agarrada pelos macaquinhos-do-sótão de muita gente:

"Vamos fazer amigos entre os animais
Que amigos destes não são demais na vida
Que vêm aqui mostrar
Que têm uma família como eu e tu

Só que esta mora numa outra casa
Que se chama (Digam!)
Arca de Noé!
Vamos lá ver como é
Arca de Noé
Há animais que falam como nós
Como eu e tu
Há animais que falam como nós
Como eu e tu"

E com esta me vou.

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Nossa senhora, Deus nos valha.

10.05.19, Peixe Frito

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Uma série de jovens a responderem a um questionário onde lhes perguntavam qual era a principal causa do urso polar ter a existência em risco, onde entre as alíneas de resposta se encontravam o degelo das calotes polares ou a desflorestação, alguém adivinha que responderam?

Sim, a desflorestação. Alguém já viu alguma árvore nas calotes polares? Ora pois aí está.

Fico mais descansada em relação à cultura destas criaturas... not.

Nem sei se hei-de rir se chorar. Mas que me arrepia certas coisas, ah arrepia...!

03.05.19, Peixe Frito

Dei por mim a lembrar que a mãe Peixa, têm (ou tinha) uma trança de cabelo meu, das primeiras vezes que cortei o cabelo, era eu uma pequena sereia. Ora pois, fiquei a pensar na situação. Não é assim meio bizarro, guardar o cabelo de alguém? Mesmo que seja dos nossos filhos? Eh pá, já guardamos os dentes de leite... o cabelo do primeiro corte de cabelo... o cordão umbilical! Só falta alguém se lembrar de guardar as unhas e primeiro cócó.

É que nem sei bem que dizer acerca disto.

Conclusão: É socialmente aceite até guardar o prepúcio do zézinho do rapaz que foi circuncidado, para a posterioridade e lembranças enternecedoras. Mas porquê? Porquê, digam-me. Lamento informar e para futuras referências vos vou dizer isto mas para vos dizer a verdade, a malta que faz macumbeira também guarda cabelos, dentes, unhas e cenices. Um guarda por carinho e o outro guarda para fins utilitários (de questões questionáveis ainda assim, utilitários) efectivamente.  

Cada um é como cada qual e respeito, mas possa... Imaginem o cenário:

- Mãe, que caixa é esta que diz o meu nome?

- Ah filho... - música de violinos de fundo, fungar de emoção e vai de puxar um lencito para limpar as lágrimas e a ranhoca e vai de abrir a caixa e mostrando o espólio - é o teu cordão umbilical, o teu prepúcio, os teus primeiros caracolinhos, os teus dentes de leite...

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Isto faz-me lembrar ao de leve, a situação de embalsamar animais. Principalmente aquela raposa tenebrosa que os meus tios tinham e me fazia fugir a sete pés da carcaça do bicho, mantendo um perímetro de segurança.

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Não é esta, mas bem que podia ser. Adiante!!

Para reflectir: com a quantidade de filmes de terror baratos que há por aí, acreditem que a criança não vai pensar boas coisas... e vai-se perguntar profundamente do porquê e finalidade da mãe guardar esses pedaços da sua prole. Fica o pensamento no ar. Assim meio à Blair Witch Project - eita Peixa, que esta quase veio do fundo falso de um baú grande.

Não preferem guardar as roupinhas ou bonequinhos ou ursinhos de peluche? Não...? E ainda criticavam o coitado do meu fofinho Stimpy porque tinha uma colecção de macacos, mas ao pé de algumas coisas... o Stimpy era um menino-de-coro.

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