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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

A cromice é mesmo de família, confere.

30.09.19, Peixe Frito

Alguém recebeu um brinquedo novo no seu aniversário e veio mostrar-mo toda contente. Queria era brincar comigo mas como era dia da semana e depois de jantarmos ficava tarde, combinámos que sábado ela o levaria, para podermos então brincar as duas. Resposta de volta: "Quando é sábado??". Explicar a uma criança que ainda falta muito para sábado, visto que a semana ainda agora tinha iniciado, é dose. Porém, chega sábado e a costumeira reunião dos animais todos no aquário mor dá-se.

- Então rabinho pequeno, trouxeste a tua casinha nova dos pinypons para brincarmos as duas?

- Não - e suspira - Sabes tia Peixa, eles têm a casinha em obras. Não posso trazer a casinha se eles estão a fazer obras lá.

- ... Não me digas que estão em obras? Estão a fazer o quê, a pintar a casa?

- Sim, estão a pintar a casa.

- Grandes malucos, esses teus pinypons.

Desatou a rir para mim, naturalmente que já sei que é ela a gozar comigo, mas nenhuma das duas se desmancha. Tanto que no dia seguinte, lhe voltei a perguntar se eles já tinham pintado a casa, mas pelos visto as obras estão a correr mal, que ainda não estava totalmente pintada.

Valha a imaginação daquela criatura pequena. Quem sai aos seus, não é mesmo de Genébra.

Desafio de escrita dos pássaros #3 | E para hoje, algo completamente diferente.

27.09.19, Peixe Frito

Era uma vez uma pequena peixinha, que tinha um patinho pequeno. O patinho adorava-a e seguia-a por todo o lado. O seu pai Adamastor, decidiu por uma tábua alta, para o patinho não seguir a peixinha pelas escadas abaixo, a fim de ele não se magoar. Mas o amor do patinho pela peixinha era tão grande, que ele conseguiu saltar a tábua para o lado de lá… enrolou-se nas escadas e partiu o pequeno pescocinho. A peixinha assistiu a aquilo tudo horrorizada. Ainda hoje depois de adulta, ainda lembra da dor, da incapacidade que sentiu ao ver o patinho a sangrar pelo nariz e a perecer, nas mãos, sem nada poder fazer. A mãe Peixa decidiu ir ao mercado da vila com a peixinha, para lhe comprar um patinho. Porém, naquele dia não haviam patinhos. Com aquele sentimento de não querer deixar a sua peixinha ir para casa de mãos a abanar, decidiu comprar outro animal para ela. A peixinha lá o escolheu e chamou de “malhadinho”, indo contente com ele para casa. Chega o pai Adamastor e diz: “Então, compraste o patinho para a peixinha?”

“Não havia patinhos” diz com tristeza “mas comprei outra coisa”.

Quando o pai Adamastor vê o que substituiu o patinho, diz à mãe Peixa:

“Ai mulher! Mas isso têm tudo a ver com patinhos?! Sais com a miúda para ir buscar um pato e vens com isso!!” – estou eu a escrever a versão soft e menos gozona, do que disse o pai Adamastor.

Já alguém adivinhou o que era?

E foi assim que, desde os seus cinco anos de idade, que a peixinha viu o seu amor crescer por peixes de aquário. Amor que dura até hoje. E que aprendeu o que é amor de mãe, mesmo correndo o risco de ser gozada por levar um peixe invés de um pato. Não esquece o momento de felicidade ao escolher o “malhadinho”, após o seu primeiro momento na tenra vida, onde sentiu a dor de perder algo que se ama.

Nada paga ter sido um peixe. Podia ter sido um pássaro, um ratinho, sei lá. Mas não, foi um peixe. Se bem que, ambos começam por “p”, têm contacto com a água… um têm penas e outro escamas. Um bico e outro guelras. Anteontem choveu e hoje faz sol. Bem visto, bem visto, até têm mais semelhanças do que à primeira vista aparentam!!

Desafio de escrita dos pássaros #2 | O amor é violento.

20.09.19, Peixe Frito

Ao longo da vida, tenho levado muitos estalos e estaladas, à pala do amor. Quem manda o meu coração ser assim, de fácil enamoramento, sem olhar a crenças, estereótipos, cor, ao que for? Simplesmente ama. E aqui está a receita para a minha desgraça. Ora, imaginem o que é, ter um coração destes e ir passear para uma fnac, por exemplo? Eu morro de amores por livros, cd’s, jogos. Estão a ver o cenário, não estão? Apaixono-me por um cd e um livro e mais umas traquitanas e pimbas, estalo na conta bancária. E ainda tenho mais exemplos! Ver as montras das lojas – não que seja coisa que me assista muito, mas às vezes acontece – e os meus olhos baterem com um vestido fenomenal, lindo, maravilhoso, daqueles que quando uma gaja usa o mesmo ondula por todo o lado com um vento suave, mesmo que não vente uma porra em lado nenhum, esbanjando charme e finéss por tudo o que é canto, e quando vejo o preço? Estalo nas fuças! Quase se me dá um fanico. Quem manda gostar de vestidos com vento suave incorporado? Depois é assim. Sempre a levar na fronha. Este meu mal está mesmo por todo o lado, até mesmo no que toca a comida. Amo oreos. Pringles. Gomas! De vez em quando, tenho de dar um estalo a mim mesma – metafórico tá – seguido de um “foca-te Peixa, foca-te!!” porque senão, quando começo a comer Pringles ou oreos ou gomas, é um ver se te avias como se não houvesse amanhã. Simplesmente, distraio e só dou conta da embalagem vazia, quando lá ponho a mão e efectivamente a minha delicada mão têm um encontro com o ar.

Sim. O amor é violento. E dá estalos de maneira gratuita. Mas temos de ser resilientes e continuar a acreditar no amor. Pois há um dia, em que sofreremos de amor à primeira vista com uma edição limitada de um álbum dos Def Leppard e não levaremos um estalo de volta.

Esta é mázinha, mas eu adoro!

20.09.19, Peixe Frito

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Ainda bem que os peixes não têm wi fi no mar, senão eu estava bem lixada com eles, quando me apanhassem na praia a banhar as peles, por andar aqui a postar coisas destas. Virava mesmo peixe frito!!

Com sorte, ao fim de umas braçadas minhas a fugir deles, já não lembravam de nada.

Deus tenha misericórdia de mim.

19.09.19, Peixe Frito

Andei a surripiar sumos à rabinho pequeno no aquário mor, e vinha eu toda contente, saltarica, com borboletas em volta e os pássaros a darem-me os bons dias, a planear roer uma sandocha no pequeno almoço, acompanhada com um dos ditos sumos do animal pequeno. Pois é... a sandes sem dúvida que estava maravilhosa, mas no momento em que abri o sumo, tive um flashback do que é beber néctares de fruta dos miúdos... o aroma... a textura... o sabor! A sério, eles adoram mas eu não sei como eles conseguem beber estas coisas! As minhas pupilas gustativas queriam saltar, a língua encarquilhou e arrepiei pêlos em sítios que não tenho pêlos! Até os macaquinhos-do-nariz guincharam e recolheram para a profundeza das amazónias do meu nariz.

Haja misericórdia da minha alminha, que palmou o sumito à sobrinha e ainda lhe ia fazer pirraça e que depois, lhe ia dando um fanico ao provar o sumo. Vou reclamar com ela, a ver se passa a gostar de coisas que a tia também goste - já basta ter ficado mega fã do meu gelado de menta com pedacinhos de chocolate, que até lambe a taça para não ficar um pedacinho-inho-inho de chocolate no fundo, mas isto dos sumos ascende a outra dimensão de necessidades.

Verdadeiramente, andar no cardenho, não compensa. Mas se querem que vos diga, isto tudo faz-me é lembrar este tipo:

Mais um que parece anedota, mas que é a vida real.

Parece uma anedota mas não, é a vida real.

18.09.19, Peixe Frito

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Em amena conversa, uma alminha diz que comprou ameijoas para fazer em casa. Grunhiu, porque até comprou das mais caras e viu que não compensa. Acrescentou que foi uma chatice, que maioria das ameijoas não abriu aquando confeccionada. Fiquei espantada e admirada desse ser ter sequer comido essa refeição, pois com tanta ameijoa sem abrir, não era eu que me iria arriscar a comer mesmo as abertas. Perguntei:

- Mas compraste das frescas?

- Sim, das frescas. Não foi das congeladas. Até as escolhi e tudo - e fez o movimento como se tivesse com as pás de plástico aquando compramos a granel.

«WTF? Escolheu? Hun... » pensei eu, além de que para se cozinharem ameijoas frescas, as mesmas têm de se por de molho para as areias sairem e as bichas abrirem... mas nem vamos por aí.

Até que uma outra alminha pergunta, se ao lado não estavam as ameijoas vietnamitas congeladas. A criatura responde afirmativamente mas volta a frisar que não comprou congelada, mas sim ameijoa fresca. E a alminha lá lhe diz:

- Ouve lá, se na arca, ao lado, estavam as vietnamitas, era porque as que compraste são congeladas e não frescas. As frescas não se compram assim, estão de outra maneira.

Yep... ele comprou das congeladas e achava que eram frescas só porque.. coiso. Sei lá, nem percebi o argumento tal a profundidade do wtf moment.

Resumindo... esta situação só me fez lembrar uma gozação lá no aquário mor, que dizemos que comemos peixe fresco porque o tiramos do congelador.

Ó meus senhores... com cada uma que mais parecem duas.

E assim, começo a semana... com reflexões destas.

16.09.19, Peixe Frito

Verão: época de praia. Adoro. Estas férias, fui para uma praia que há anos não ia e para meu deleite, não tinha excesso populacional. Porém, o português e o síndrome de sardinha em lata, que mesmo tendo o areal praticamente vazio, gosta é de estar aconchegadinho quase se fundindo com os outros, quilhou-me: além de ter toalhas quase em cima da minha de tal maneira que mal percebia onde começava a minha e acabava a do vizinho, tive pessoas ao lado que até viam se tinha a depilação em dia ou não e ainda chapéus tão perto que confundia com o meu. E, cereja no topo e algo alheio aos pega monstros toalhenses que estavam perigosamente a entrar no perímetro da minha zona de conforto, ainda gramava com ventinho e areia nas fuças - o que está mal. Se era para as pessoas estarem chegadas a mim tal traças atraídas pela luz negra, ao menos que servissem de barreira para estas coisas. Mas não... eu continuava a apanhar com vento e areia nas pestanas além de quase contacto corporal forçado, com corpos alheios - Sem mencionar a água gelada e a quantidade de algas à beira mar, que quando uma pessoa ia à água para fazer um chichi refrescar, se enrolavam em nós, tais criaturas moribundas - ainda deu para pegar em tufos de algas e por nos sovacos, no nariz, típico de gente labrega que não se sabe comportar na rua, a fazer de conta que as pilosidades corporais e macacos do nariz estavam excessivamente grandes e com rastas. Apesar de todas estas cenices, levantava cedo de bom grado, fresca e fofa, para ir por as miudezas a apanhar sol e, quiçá, ficar menos branca que as alforrecas. Era vestir um trapo qualquer, enfiar as hawaianas e lá ia ela. Sem grandes tretas.

Acabam as férias e regresso à rotina. De manhã, outrora calor que suava as pedras da calçada, já se sente o fresco do Outono a chegar. Levantar? Cada dia pior. É o edredon fino que já começa a subir pela cama à procura de aconchego, durante a noite. O lençol, de manhã, que me faz sentir um burrito de tão enroladinha que estou. A almofada, que fica todos os dias a chorar por mim, assim que saio da cama. Sair à rua, ver a humidade nos carros, sentir o fresco nas pestanas e ainda levar com ventax. Não me apetece de todo sair de casa. Amanhece cada vez mais tarde e ao fim do dia, a noite está cada vez mais cedo. Mas o maior problema disto tudo, é a vestimenta. Não está fácil. Se visto manga comprida, tenho calor. Se visto alças, passo frio. Se calço sapato, asso o presunto. Se calço chinela, fico com dois cubos de gelo. Arre porra!

Mas será que não há altura do ano em que uma pessoa tenha paz? No verão, é a malta armada em lapa na praia, a pedir colo. Só falta irem à nossa geladeira tal a proximidade. No começo do Outono, é o fresco, a humidade que encaracola o cabelo, é a roupa que é “nim” para se vestir e começam as camadas de roupa desnecessárias. Sem falar que mesmo que faça sol, é impensável usar roupa mais fresca.

Se não é do cú, é das calças. E tranquilidade, não? “Meh” p’ra isto tudo. Eu tenho o sonho de que um dia vou poder ser livre de vestir o que me apetecer adequado à estação, sem ter de ligar aos apetites de S. Pedro e o seu faz sol quente no inverno e faz chuva no verão.

Não perdi a esperança!!

Universo, universo...

16.09.19, Peixe Frito

...tu e o teu sentido de humor retorcido!

Ora, qual a probabilidade de um post postado na sexta-feira 13, ser sobre as crendices típicas desse dia, que acabaram por serem enumerada 13, tenha 13 comentários por responder? 

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Eu já não digo nada. Ainda bem que não foi o 6 (dia) 6 (situações) 6 (comentários), senão a fritadeira hoje estava dos diabos e sem ser preciso bigodes de gato, unhas de rato e sangue de cabra!!

Desafio de escrita dos pássaros #1 | A bela da sexta-feira 13!

13.09.19, Peixe Frito

“Problemas, só problemas!” barafustam as pessoas que são supersticiosas, ao chegarem a uma sexta feira 13, pensando como vão engedrar um plano perfeito para passarem o dia sem tentarem a sorte e retornarem inteiros ao conforto do lar.

Uno - Devem de começar a manhã, logo a sair da cama com o pé direito, pois não vá o diabo tecê-las - mas podem sempre torcer o pé. Digo eu, que não sou de intrigas.

Dos - Nesse dia, devem de estar especialmente despenteados, mal amanhados, maquilhagem mal pintada, armados em Beetlejuice, dado que não se vão atrever a olhar em um espelho e correr o risco que esse se parta, nem que seja só com um bafinho da respiração.

Trois – Vão-se forrar de amuletos – coitados dos coelhos, ficarão pernetas – antes de sair de casa.

Quatre - Vão sair de máscara anti armas biológicas e químicas, pois o azar anda no ar e não vá alguém o respirar sem topar.

Cinco - Durante o dia, vão evitar olhar para os animais com que se cruzam, não vá ser um gato preto maléfico e fica tudo estragado - coitado mas é do gato que se atravessar à frente destas pessoas, que vão ficar brancos e escaganiçados com os berros e os enxotanços.

Meia - Devem conseguir evitar passar debaixo de escadotes, pois nas obras já usam mais andaimes e isso.

Sete - Se chover, vão andar a atar os chapéus de chuva com cordas e arames, não vá o animal lembrar de abrir dentro de um edifício e é logo arroz queimado.

Ocho - E escrever a data? Vão passar o dia a adiar tudo o que necessite de data, para o dia seguinte, só para não escreverem o fatídico, horrendo, sangrento… 13.

Nueve - Vão estar de antenas no ar e virar verificador de resistência de materiais, pois vão passar o dia a bater na madeira, para que as palavras não ganhem vida e virem Gremlins na vida das pessoas.

Dez – Vão almoçar fora e mandar vir jantar por uber eats ou comer tudo sem sal, só pela possibilidade de derramarem sal no chão. Que tragédia!

Onze – Nem pensar em pôr a mala no chão! Nesse dia até vai andar suspensa.

Douze – Talheres cruzados?? Vão comer à mão, só por causa das coisas.

Treze – Nesse dia, nada de varrer, por causa dos pés!

Ainda bem que não sou supersticiosa. Trabalheira!!!

Uma curtinha que hoje é sexta-feira 13 e a malta não quer abusar da sorte! :P

13.09.19, Peixe Frito

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Como se fosse preciso ser sexta-feira 13, para uma pessoa ter azar!! 

Quase que a curiosidade matou a Peixa.

12.09.19, Peixe Frito

Todos os dias de manhã, tenho o hábito de comer um pouco de açafrão-das-índias. Fresco. Sim... fresco. Não há cá em pó, nem dissolvido em leite, água, sumo, sopas, o que quiserem. Fresco e fofo. Assim à macho que não come mel mas morde a abelha style, adaptado a gaja. É da praxe, ficar com os dentes e língua amarelos, mas temos de dar uso à escova de dentes, não é verdade?

Ora, de há uns tempos para cá e cada vez com mais força, produtos alimentícios decidiram incorporar plantas ou especiarias nas suas composições, a fim de aderirem à aceitação das massas às propriedades boas para a saúde, que as ditas têm - não vou aprofundar este assunto, quiçá um dia destes em que a cabra do monte ande à solte e lhe apeteça morder algo.

Experimentei, um yogurte com sabor de cúrcuma e mai não sei quê. Era de esperar, que estando habituada a comer esse animal todos os dias de manhã, esse yogurte fosse para meninos de coro. Pois bem... não. Prefiro comer o açafrão fresco a beber aquele yogurte - e SE comer a dita criatura, é algo mau!!! - É horrível. Sabe esquisito! E se nunca nenhum dos meus amados leitores, provou açafrão, provem e depois digam-me alguma coisa. 

Nossa senhora! Quem é que teve a ideia de fazer yogurte com açafrão? Gente doida!!!

A mim, ia-me dando um fanico. Mas dou o braço a torcer, que posso ser eu que não estou habituada a cenices dessas... ainda assim, experiência a não repetir.

Quem me manda ser curiosa e querer experimentar coisas novas ou diferentes? Ah pois é. Ia sendo... mas não fondo, foi o que foi.

Eu continuo a dizer. Eles são, no mínimo, suspeitos!

09.09.19, Peixe Frito

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Quem ainda tinha dúvidas de que debaixo de pêlo fofinho, nariz amoroso e rom-rom-rom de derreter o coração, estão génios do mal, que nos estão a conquistar fazendo de fofos para depois reclamarem o mundo como seu... espero que esta foto tenha esclarecido essa situação. Está aqui a prova de que os gatos querem dominar o mundo!! Depois não digam que não avisei.

E escondam os vossos aperitivos de milho, porque pelo que parece pelo relatório fotográfico, é aí que vão atacar primeiro.

Uns morrem e outros ficam assim. Diria que me podia dar para pior, mas fico na dúvida.

06.09.19, Peixe Frito

Hoje estive a ler um post de um gajo ranhoso, qualquer que para aí anda e com base em um comentário trocado entre mim e uma blogger querida, deu aso a uma pesquisa de minha parte na internet, pois foi mencionada uma palavra esquisitóide para a vagina. E porquê?? Pois... eu xou axim!!

Gosto de ver se há significados da palavra, que deturpados são usados noutros temas. Se há ditos populares. Dizeres, cenices assim. Mas sem dúvida, que esta pesquisa não me deixou margem para dúvidas que não é uma palavra que foi adaptada para chamar a vagina de modo a que ninguém entendesse que era daquilo que se falava nem nada dessas coisas.

Parreca é parreca e não há margem para dúvidas! É aquilo que é e mais nada!!

Hoje fiquei mais culta. Já sei mais uma maneira de chamar a pássara, nova. Não que ande a pesquisar sobre isso ou a fazer uma lista, mas pronto. Saber não ocupa lugar, sempre ouvi dizer.

E há por aí mais alguém, de entre os meus leitores cultos, que saiba mais nomes esquisitos de apelidar a passareca? Vá partilhem, que eu gosto de saber. 

Cada figurinha...!

06.09.19, Peixe Frito

Já mencionei por aqui várias vezes, a situação de uma pessoa acordar de manhã e ter a marca quer dos bordados da fronha na cara, como os vincos dos lençóis por todo o corpo. Ficamos a parecer que temos desenhos abstractos na pele. Os que normalmente mais me aborrecem, são os da cara. E ainda mais, quando estas cenices só se lembram de ficar mais vincadas, profundas e difíceis de disfarçar - mesmo depois de tomar banho, massajar, pôr creme e, em último recurso, até tentar esticar a pele a ver se o vinco esbate - nos dias em que uma pessoa se atrasa!

Pois está claro, foi o que me aconteceu ontem. Parecia eu que estava coberta de tatuagens arborígenes, pela cara e pelos braços todos. Pensei que aquilo ia amenizar nos entretantos de me despachar, mas não me podia estar a iludir mais. Principalmente quando me olhei para o espelho, depois de vestir um vestido cai-cai e aquilo ficava mesmo mas mesmo evidente. Sou honesta. Se fosse directamente do aquário para o trabalho, que se lixasse lá a cena. Queria lá eu saber que os meus colegas vissem em primeira mão as marcas, provas, evidências ali à flor da pele, em como sou vítima de violência electrodoméstica, por parte dos meus lençóis e almofada. Os sacanas devem achar, "ah vais levantar e vais-nos deixar?? Então deixa lá, que te vamos deixar tooooooooda marcada. Vais lamentar teres de ir trabalhar e deixar o conforto da caminha!!". Bandidos. Dá-lhes uma pessoa banho e põe amaciador cheiroso na lavagem, os engoma e arruma e depois são assim. Uns ingratos!

Bem, adiante. Então, soluções Peixa? Dado que tinha de ir abastecer o peixmóbil a um posto de abastecimento bastante movimentado a aquela hora da manhã? Só me restou por os óculos de sol - como os elefantes a descerem a colina para ninguém os reconhecer - e vestir um casaquinho curto, de modo a tapar os braços. E está composta a cena!!

Só é pena que têm estado um calor do caraças - o universo e o seu sentido de humor mais o pandam com os meus lençóis maquiavélicos - até de manhã uma t-shirt de manga curta, aquece. Agora imaginem eu de casaco. Casaco... Casaco!!! Fiquei a pensar que viesse o diabo e escolhesse... ou andava com os rabiscos ao ar ou passava por maluquinha da tola, por andar de casaquinho sem estar frio nenhum e nem soprar um bafinho que fosse de vento.

Mal por mal, estava de óculos escuros por isso... Ninguém me deve ter reconhecido!! 

Assim é que uma pessoa vê que está a virar carcaça embora pense que não!

05.09.19, Peixe Frito

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Verdade seja dita... Olha que dava cá um jeitaço daqueles uma estrutura destas sob o lava-loiças...!

Este talento nos aquaparques dava jeito.

05.09.19, Peixe Frito

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Só a quantidade de molhas e enxarcanços que uma pessoa se livrava...!

Pré-desafio | "Os Pássaros"

04.09.19, Peixe Frito

Sou espontânea e aderir a este desafio é a prova disso! Não pensei muito sobre a situação, porém após reunião com convocação de última da hora com o meu tico e teco, concordámos que um desafio é sempre bem-vindo. Desde - desde! - que estimule a parvalheira que habita na cabecinha deste ser e que faça os macaquinhos-do-sótão andarem na loucura, em busca da sua musa inspiradora, que nos entretantos já deve ter feito as malas e ter ido habitar para outra cabeça mais sensata. Além disso tudo, vai ser lindo para alguém que fala pelos cotovelos e escreve como tal, me resumir a algumas palavras. Já me estou a ver (*nuvem em cima da cabeça comigo a roer as escamas em frente ao monitor*) a contar baixinho as palavritas e a resumir tudo, de modo a que sendo espremido, saia algum sumo. Deus me ajude. Até porque matemática nunca foi o meu forte. Eu é mais bolos mesmo. Bolachas. Eu é rir e comer bolachas. E, by the way... será que se-eu-escrever-assim-desta-maneira-apenas-conta-como-uma-palavra-e-não-como-várias-a-fazer-um-lindo-de-um-comboio-digno-de-festinhas-da-aldeia-ao-som-de-um-mega-hit-pimba? Fica a questão no ar.
E se esperam posts cheios de conteúdo e dignos de se retirarem excertos para memes inteligentes... Vamos torcer todos por isso! Pelo sim pelo não, sentem-se. Não quero que se cansem de estar de pé, à espera que tal situação de facto aconteça!
Grata aos Pássaros pelo desafio!

A bela arte de cortejar trolhense, que têm a sua ciência e primor!

03.09.19, Peixe Frito

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Realmente meu querido, não tens estofo para a cena. Sem dúvida, que cada um é para o que nasce e não é qualquer um que têm gabarito, cenário, ginga e paleio, para se ser homem das obras. Sem falar na imaginação para tais piropos brejeiros.

Se algum me elogiasse a vestimenta ou o penteado, até desconfiava. Ainda mais do que me mandarem piropos bardajolas.

Isso é que seria esquisito, não era? As pérolas que se perderiam... o dano seria incalculável. E irreparável.

Vamos fazer uma entidade sem fins lucrativos, para protegermos os trolhas, pedreiros, calceteiros e todos os senhores agregados a por a mão na massa, nas obras. Para termos a certeza que não se extinguem tais espécimes, pois que seria de nós mulheres, sem observar barrigas sexys e peludas, regos à mostra e, claro, podermos passar sossegadas em obras sem ouvir:

- Psst psst Ó boneca! Se fosses de porcelana, partia-te toda!

 

Mas como eu sou amiga e gosto de partilhar, como poderia eu deixar de mencionar trolhas e não deixar aqui uns piropos dignos dessa categoria??

- Tens um cu que parece uma cebola! É de comer e chorar por mais!

- Contigo era até ao osso!

- Deves ser mais apertadinha que os rebites de um submarino.

- Só não tenho pêlos na lingua porque não queres!

- Anda cá acima que o pai unta-te.

- Ó linda, contigo era até achar petróleo!

- Tanta terra para lavrar e o meu arado a ganhar ferrugem.

- És boa como milho, anda cá que eu transformo-te em pipoca.

-  A tua mãe só pode ser uma ostra para cuspir uma pérola como tu.

- Só queria que fosses uma pastilha elástica para te comer o dia todo.

- O teu pai deve ser Terrorista…. És cá uma bomba!

- Diz-me como te chamas para te pedir ao Pai Natal.

- Quem me dera ser um barco pirata para ir descobrir o teu tesouro!

- Posso não ser bonito como o Brad Pitt, nem ter os músculos do Scwarzenegger, mas a lamber sou como a Lassie.

- És cá um avião, espeta-te aqui contra a minha torre de controlo!

- Tu aí cheia de curvas e eu aqui sem travões.

- Oh filha, tens uns lábios que faziam feliz qualquer chupa-chupa!

Cada obra prima, que até dói. É o que digo: ao menos valha pela criatividade.

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