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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Aquilo é que foi excesso de velocidade e com toda a certeza, iam na red line.

18.02.20, Peixe Frito

Passou algo na janela com tamanha jarda, levada pelo vento ou a aproveitar o vento forte que se faz sentir hoje, que eu nem percebi se era dois pássaros ou dois galhos a voarem. Somente percebi dois traços alongados a passarem a rasgar pano, como se fossem ao início dos saldos, comprar aqueles cuecos pelos quais andam a sonhar há que tempos e que ficam tão bem com as leggings tigresa e os chinelos de unicórnios.

Pássaros supersónicos, era o que era, porque galhos... não voam assim.

Anda tudo doido. E eu na primeira fila a assistir.

Esta é para reflectir.

18.02.20, Peixe Frito

Frase sábia que ouvi nos entretantos, que partilho convosco, porque pronto... faz-nos bem reflectir de vez em quando nas coisas, invés de só nas origens da vida e do Universo e de que se as batatas estão há tempo suficiente no óleo e já fritaram:

- Estava a lutar contra a vida.

Sim, parece algo muito eloquente, mas só que não. A pessoa queria mesmo era dizer que tal criatura estava a definhar, a lutar contra a morte.

Embora, há quem lute contra a vida, sim - pronto Peixa, já quase deste uma à Sheldon mas estragaste a piada na mesma!

E com esta, me fui 

Isto é que era vontade.

17.02.20, Peixe Frito

Ligar logo ao início do dia de trabalho a uma colega, dar dois dedos de alinhavar de situação de trabalho e ela se despedir com:

- Então, bom fim-de-semana Peixa!

Bom fim-de-semana às 9:20 da manhã? Isto é que é speedar.

E não, ela não ia sair mais cedo nem nada dessas tretas, nem eu. Isto sou só eu a sugar coating a situação, que ela estava mesmo era de lume no cú para ir festejar o dia dos namorados com a carcaça dela e não a planear não falar mais comigo durante todo o dia.

Take 2: Não há uma sem duas.

13.02.20, Peixe Frito

E voltou a acontecer. Será que tenho de ir chamar um padre para benzer a casa-de-banho?

O que vale é que desta vez, não têm aroma a tabaco.

Vou ter de chamar o Fox Mulder e a Dana Scully, para virem tratar do caso. É que isto não dá com nada. Está uma pessoa sossegada e, do nada, o raio da porta abre e range.

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Ao menos não contaram como itens extra.

12.02.20, Peixe Frito

Raramente faço lista de compras. Mas raramente mesmo! Tenho-me fiado na minha memória de peixe e, salvo raras excepções, não é habitual chegar a casa e ver que me esqueci de algo ou comprei algo a mais que não precisava - falo em termos de consumismo, porque já me aconteceu meter na cabeça que não havia detergente para a loiça e quando fui para arrumar na dispensa... estava lá um novo em folha, que até brilhava e reluzia para mim.

Nestes mais recentes tempos, até tenho feito lista. E passo a explicar o porquê, mesmo que estejam a pensar "mas alguém te perguntou, Peixa?" ao que eu respondo "Não, mas é assim, têm de roer com ela na mesma". Ora então, isto deve-se porque ando a maquinar um sistema semanal de refeições, controlando o desperdício. Embora eu uma vez ou outra coma carne, maioritariamente a minha alimentação é vegetariana logo o meu stock de animais da terra não pode ser grande porque se estraga e eu tenho de ter a consciência de ir comprando semanalmente, tendo em mente uma receita ou outra.

Posto isto, semana passada fui às compras com uma lista escrita com uma letra minúscula, em um post it - gaja poupada e para ninguém espiolhar a minha lista de compras  - e espetei com a lista, que normalmente habita na parte de trás do telemóvel, em cima do rótulo dos feijões verdes redondos. Ora, nunca mais me lembrei daquela porra. Meti as compras no tapete rolante, a moça registou e, quando eu agarrei na embalagem e vi a minha bela da minha lista colada em cima do código de barras, não consegui não rir. E ainda mais vontade me deu de rir, que a moça viu e ficou ali pávida e serena. Nem uma posta largou. Sorriso. Espasmo. Nada. Haja ânimo e bom humor, néiii?

E sabem porque é que colei a lista na embalagem? Porque sou daquelas que vou às compras e acho que não preciso de um carrinho e depois ando com tudo nos braços, feita maria maluca equilibrista, que podia ir trabalhar em um circo.

Prontes, era só isto. Bem hajam.

Até ao meu regresso.

O que vale é que eu não sou cagufas, senão guinchava logo e raspava-me dali para fora em três tempos.

12.02.20, Peixe Frito

Não há nada como chegar ao posto de trabalho, ligar as luzes, pousar os tarecos e, aquando vamos ligar o pc, ouvimos a porta da casa-de-banho a abrir sozinha, tal e qual o som de uma porta em um filme de terror a abrir.

Das duas três... ou é alguma aranha a passear ou algum bicho lira que decidiu ir fazer um chichi logo de manhã ou até, uma visita de algum defunto largado na sanita.

A verdade é que por aqueles lados ninguém fuma, praticamente ninguém usa aquela casa-de-banho (só eu e as aranhas e os bichos lira) e, estava um ligeiiiiiiiiiro odor a tabaco. Será que a casa-de-banho está assombrada?

Fica a pergunta no ar.

De vez em quando, também me toca a mim.

10.02.20, Peixe Frito

Imaginem, que voltei a pôr um casaco a lavar com um lenço de papel no bolso... roupa escura... e a secar na máquina! Felizmente, desta vez a vida deu abébia. Não havia nada estraçalhado pela máquina e o raio do papel estava quase intacto, dentro do bolso. Era de esperar que tivesse tido mais atenção ao meter a roupa na máquina, mas verdade seja dita, até tive. De modo que imaginem a minha cor, quando meti a mão no bolso do casaco e senti um lenço mais espalmado do que um crocodilo que saiu de casa no dia dos elefantes fazerem páraquedas. MI-LA-GRE!!

Quem me dera a mim, que fossem assim tão resistentes, quando combatem a fuga dos meus macacos-do-sótão... que uma pessoa dá uma assoadela ou duas e já fica com buracos no lenço, o mesmo todo molhado e os dedos com direito a participarem no festival da ranhoca fugitiva.

Começar a semana assim, é bom presságio. 

Mais um espasmo. Desta vez... ligeiro.

05.02.20, Peixe Frito

Sou só eu - provavelmente, nem preciso escrever mais - que quando estou a ver uma série ou um filme e uma das personagem têm o meu nome, eu fico a escrutiná-la que nem um falcão observá-la para ver se temos algo em comum?

Não encontrei muitas, mas as que encontrei... Vai lá vai. Nossa senhora da agrela que apareceu e... não é a ovelhinha, mas é amarela.

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E como se pode observar, nenhuma têm a ver com a outra mas, curiosidade das curiosidades, seja pontaria do nome ou não, mas cada uma delas têm uma faceta minha vincada. Ora, quem diria, hein??

Alguém aceita o desafio de partilhar personagens com o mesmo nome, só pela graça de nada terem a ver?? Váááá, não precisam dizer o nome, é só para me rir mais um bocado - e não me sentir tão só, com as minhas pancas.

*Nerd ALERT* *Nerd ALERT*

05.02.20, Peixe Frito

Quando alguém nos diz que uma alminha, acha que somos uma criatura mística e nós, cromas como só nós sabemos ser, a primeira coisa que nos ocorre na mente é:

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(*imagem da Mística dos X-Men*) seguido de um "whaaaaaat?", até que me cai a ficha, óbvio. Viver nesta cabeça de Peixa, têm muito que se lhe diga. Estes coelhos saltam da cartola cá com uma facilidade e quando menos se espera.

Não que se calhar no fundo eu e a Mística não tenhamos algo em comum, por exemplo eu adoro caveiras e ela também, eu não uso botas brancas e ela sim, sem falar no seu tom bronzeado azul e eu com o meu branco de carneiro da fruta que até encandeia.

Pronto... bem-vindos a um espasmo cerebral da Peixa! Sentem-se, puxem uma cadeira confortável e sentem-se no chão, beberiquem um chá e ratem umas bolachas, que a sessão vai começar dentro de breves instantes!

Se fossem outras pessoas, ou desligavam o áudio ou punham o microfone no "mute".

05.02.20, Peixe Frito

Fazer áudios a uma amiga:

- blábláblábláblá olha sim, estou na casa-de-banho, por isso se ouvires barulhos estranhos, são os canos.

E por vezes receber áudios e no meio da conversa:

- ...vim à casa-de-banho e tu vens comigo fazer um chichizinho.

A conversa não é nem interrompida pelos chichis, pelos autoclismos e não é por isso que se manda outro áudio.

Para mim, é de valor. Só mostra o quanto as amizades transcendem coisas mundanas.

O pior é quando alguém pode ter vontade de expelir algo que pensa que seja uma serena e habilita-se que venha de saltos altos.

Esta gente, a meter palavras na boca dos outros...!!

04.02.20, Peixe Frito

A je a assistir a uma conversa telefónica entre duas criaturas:

- Então não-sei-quantas, era só para saber como estavas. Vá... Beijinhos. Olha a Peixa está aqui ao pé de mim e manda-te beijinhos também.

- Eu? Não estou a mandar beijinhos nenhuns.

- Sim vá, beijinhos para ti.

- Olha... mas eu não estou a mandar beijinhos nenhuns, ora agora. Quero lá mandar-lhe beijinhos.

Pessoa a esbracejar-me a ver se não se ria enquanto despedia da outra.

 

Pois é. Isto fez lembrar a situação que me acontece várias vezes com a mãe Peixa:

- Ahh a Peixa manda beijinhos!!

(*eu a olhar pasmada para a mãe Peixa ao ouvir o meu nome, a acabar de trincar uma sandes, em pleno silêncio, compenetrada nos meus pensamentos a divagar como o mundo se gerou e a teoria do universo, se nasceu primeiro a galinha ou o ovo e porque é que a galinha atravessou a estrada*)

Ou a situação de:

- Peixa, manda beijinhos aos teus pais, cão, gato, piriquito, calhau da Amazónia!

- Ah claro! Serão entregues!! Fique descansada.

E nunca chegam ao seu destino. Pronto... "nunca" é uma palavra muito forte. A grande maioria das vezes, não são entregues. Só de vez em quando, quando eu não me esqueço. Ou quando o sol alinha com as nuvens, faz nevoeiro e D. Sebastião quase aparece. Vocês entendem.

Não é por mal... mas acontece. Quem diz a verdade não merece castigo, certo??