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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Só para deixar o aroma no ar...

30.09.20, Peixe Frito

... mas daqueles agradáveis, não daqueles que parece que alguém morreu e é preciso toneladas de ambientador urgentemente, pois as nossas cenaices olfativas começam a suicidar-se, que não aguentam tanto mau cheiro (e não se morre do mal, mas morre-se da cura):

Fritura com duplo polme.gif

Brevemente em exibição, na vossa fritadeira de eleição.

(Que lindo, até rimou. Assim até toca no coração de outra maneira).

Deve ter apanhado um portal de m... treta! :P

30.09.20, Peixe Frito

Já não se pode ir à casa-de-banho, ter um momento de paz e sossego, na poltrona. Está uma pessoa descansada na casa-de-banho, sozinha, prestes a ter o seu momento de contribuição do aumento do nível das águas e eis que, do nada, materializou-se ali naquele momento, passou pela fechadura, pelas rachas da parede, por um portal dimensional, (sei lá eu!) está um raio de uma mosquinha, pousada serenamente na zona da tampa, entre as coxas.

Ora ó senhores... a sério? O que mais me faltava agora eram mosquinhas malandras, armadas em voyeurs.

Resumindo, foi dar uma volta ao jardim das tabuletas. Plantar couves. Foi à terra.

Menos mal, no fundo. Se fosse uma aranha, é que ficava severamente preocupada.

Quem é vivo sempre aparece...

29.09.20, Peixe Frito

... sempre ouvi dizer. Até quem não é vivo, como é o caso dos fantasmas né, que vêem de lá de não-sei-de-onde onde Judas perdeu as botas, para lá de Bagdad e que estão a fazer tijolo há algum tempo. Alguns desconfio, que ajudam na reparação da muralha da China.

Independentemente do que for, é mesmo isso: a Peixa ainda respira.

Com tempos covideanos, com os isolamentos e distanciamentos sociais, as matérias primas aqui da fritadeira têem escasseado: problemas com os fornecedores do óleo, que não conseguem expedir o óleo do país de origem, aos correios não entregarem as encomendas em dia ou as mesmas serem extraviadas. Sem abordar o tema que a minha inspiração têm sofrido imenso com isto: com o isolamento e distanciamento social, uns lucraram porque se afastaram de mim mas eu fiquei sem contacto com as minhas musas inspiradoras. Não está certo. Demonstro aqui o meu desagrado.

Porém, hoje - esta é fresca - fez-se luz aqui na cachimónia e decidi pedir uma coisa aos meus leitores, de modo a eu me inspirar e ver o que sai daqui: Todas as semanas tenciono escrever um post sobre algo específico. Seja o ar, o vento, as batatas, as cuecas ou até... até... de olhem, sei lá. E em que é que vocês entram na cenaice? Gostava que me dessem palavras chave para eu desenvolver e escrever sobre isso. Que vos parece? Nada de situações nem contexto nem nada, que possam influênciar a minha musa. E depois de lerem o meu post, me dêem o feedback se era naquilo que pensavam quando deram a palavra chave ou se eu de facto, dei demasiadas asas ao devaneio.

Não tenham altas expectativas de brilhanteza de texto, que vai ser como me bater o sol e onde (esperemos que nas costas, porque se for na cabeça, queima mais ainda os macacos-do-sótão).

Agradeço desde já as ideias que me possam dar, são todas bem-vindas (quase todas... só digo isto para ser simpática, já sabem quanto a casa gasta).

 

E saudades vossas!!

Beijocas aquáticas

Peixa.