Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

É com cada esquema, que só visto.

29.01.21, Peixe Frito

Uma pessoa pesa-se na balança e observa os digitos.

Entretanto, vai fazer um chichi e depois volta a pesar-se.

Escusado será dizer que não afectou minimamente a pesagem, a não ser que a moça tivesse a bexiga de um elefante - onde efectivamente a esvaziando e causando tsunamis nos esgotos, a diferença era sentida pela balança e pelas tartarugas ninja.

Vale sempre a pena a tentativa de enganar a balança, mas a tipa é de olhão e não vai em cantigas com essa facilidade.

Não sei se é estupidez humana, falta de cérebro ou mais grave ainda, um fosso que chega à China por falta de cultura e de olhos na cara.

29.01.21, Peixe Frito

maquina_de_escrever_eletronica_facit_t125_220v_por

(Máquina de escrever palmada da net)

 

Será que o óbvio só é óbvio para os olhos preparados... ou o óbvio é tão óbvio, que até obviamente, obivia a cabeça das pessoas, olhando para algo que obviamente é o que é mas que ainda assim, suscita dúvidas?

Está uma máquina de escrever em cima da mesa.

- Peixa, que é isto? - aponta uma criatura na sua casa dos vinte e tal anos.

Qual acham que foi a minha reacção? Com a minha delicada subtileza, ri-me:

- Uma máquina de escrever!!

- Ahhhhh

Não, penso que olhando bem, deve ser uma máquina para se fazer código morse com o abecedário e teclado para escrever.

Só me faz lembrar aquela anedota, do tipo em frente a uma poia de m#rda. Será que é m#rda? Cheira a m#rda... Têm textura de m#rda... Ah! E sabe a m#rda! É mesmo m#rda!!! Porra, ainda bem que não a pisei. 

Devo esclarecer que é natural as pessoas não saberem o que são determinadas coisas, mas esta bate TUDO aos pontos. O que é aflitivo. Mas me faz ter a certeza que a inteligência daquela cabeça é mesmo é selectiva. Para o que convém.

Cada um têm o seu sistema de segurança, a verificar se houve algum intruso a cheirar nas redondezas ou não.

28.01.21, Peixe Frito

Pessoalmente, não tenho nenhum sistema de segurança implementado. Nada de artimanhas, câmeras escondidas, fios de pesca que accionam o cair do óleo quente em cima de alguém. Até o sistema de terem de dançar o breakdance, pisando os códigos de cores, padrão de símbolos, acompanhando o ritmo de uma música da Ana Malhoa, com o intuito da minha casa não vos cair em cima e soltar os crocodilos do fosso, tenho desligado. É mesmo a santa paz do senhor. Porém, há quem não seja assim.

- A filha teve cá em casa - diz o pai Adamastor para a mãe Peixa.

- Sim, teve sim. Viste pelo modo como ela tranca a porta?

- Não, não. É que falta-me uma carcaça aqui na cesta do pão.

Subtileza... Era o crime quase perfeito, mas o meu pai sabe bem a filha que criou.

Desafio Caixa dos Lápis de Cor | #2 Castanho

27.01.21, Peixe Frito

Apesar de eu adorar as mais variadas cores que o espectro cromático pode gerar, uma das que menos me puxa, é precisamente o castanho. Porém, o sentimento não é recíproco. O castanho sempre me adorou e quando pode, dá o ar da sua graça, tal melga que decide aparecer a zumbir aos ouvidos de uma pessoa porque apanhou um portal que a transportou até ao preciso momento em que uma pessoa decide dormir e apagar a luz - ufa, que a gaja hoje está com fôlego.

Então vamos viajar até à minha infância, nos meus tempos de alevim, em que os meus paizinhos levavam as crias a passear para um dos parques da vila. E, posso afirmar com todo o conhecimento de causa que, não havia dia em que fossemos, em que a Peixita não voltasse para casa em trajes menores: graciosa como sempre fui, tropeçava e esbardalhava-me nos lagos límpidos dos cágados e dos patos - gostava de me certificar que a temperatura era adequada para os bichos - ou então, lá arranjava maneira de cair em uma poça e fazer máscaras de lama por todo o corpo - visionária, a criança. - Ainda hoje a mãe Peixa se ri, quando se recorda de eu chegar a casa de cuecas e com o casaco enrolado à cintura... Mesmo levando ela outra muda de roupa, não fosse o castanho tecê-las.

Cresci e agora invés de cair nas poças, as poças caem em mim. Certo como o sol, posso beber um chá... tudo tranquilo. Nada acontece. Posso beber água e... mais uma vez, nada acontece. Agora Peixa, experimenta lá a pôr chocolate em pó na bebida, que nós já falamos. "Plim! O seu desejo, é uma ordem" e eis que brota automaticamente uma gota do raio do leite achocolatado quer na saia ou na camisola ou, mais exótico ainda, nos collants acabadinhos de vestir de lavado. Querias safar-te, não era? Querias.

Até no raio do comer, o castanho me assombra! Não há vez em que antes de arrefinfar o dente em uma castanha, não a analise cuidadosamente, se não há um carneirinho à socapa que fica meio desalojado ou metade dentro e metade invisível de fora da castanha - Peixa, deixa-te de cenas... meio comido, mesmo - ou como já aconteceu várias vezes, olhar para uma maçã viçosa e maravilhosa, dar uma trinca, sentir um toque manhoso no paladar, olhar para o raio da maçã e observar a sua frescura castanha por dentro, apodrecida. Fantástico, deixem que vos diga.

Para terminar o relato da influência da cor castanha na minha vida, peço encarecidamente à malta que gosta de ser "arrojada" na mistura de cores: não usem preto com castanho. A sério pessoal. Preto e castanho? É daquelas combinações de cores que deviam ser proibidas de se utilizar, dignas de receberem uma multa e de espancar quem teve primeiramente essa ideia. E outro conselho de moda: unhas castanhas... eh pá... - o número para o qual ligou, não têm voicemail activo. Por favor, tente mais tarde.

E sou só eu ou alguns tons de castanho têem associações a coisas menos.. bem... agradáveis? Deve ser das poucas cores ou a única, que para dizer a alguém qual a tonalidade de castanho a que uma pessoa se refere, têm de ofender a cor ou chamar-lhe algo depreciativo. Se eu tivesse na pele da cor, revoltava-me. Mudava logo o tom ou ia encher a Peixa de castanho, mesmo sendo uma das sobrinhas a beber leitinho com chocolate ao colo dela e não ela.

 

Neste desafio participo eu, a Concha, A 3ª Face, a Maria Araújo, a Fátima Bento, a Imsilva, a Luísa De Sousa, a Maria, a Ana D., a Célia, a Charneca Em Flor,  a Gorduchita, a Miss Lollipop, a Ana Mestre a Ana de Deus, a Cristina Aveiro, e a bii yue.

Todas as quartas feiras e durante 12 semanas publicaremos um texto novo inspirado nas cores dos lápis da caixa que dá nome ao desafio. Acompanha-nos nos blogues de cada uma, ou através da tag "Desafio Caixa de lápis de Cor". Ou então, junta-te a nós ;)

A sacana é danada.

26.01.21, Peixe Frito

Uma pessoa está à espera que a musa apareça, dê o ar da sua graça, a fim de se inspirar quer para escrever quer para desenhar. Se eu tivesse de apostar o que a minha anda a pintar, seria ela assim como a protagonista principal deste videoclip do Michael Jackson.

"Your Butt Is Mine
Gonna Take You Right
Just Show Your Face
In Broad Daylight
I'm Telling You
On How I Feel
Gonna Hurt Your Mind
Don't Shoot To Kill
Come On, Come On,
Lay It On Me All Right
I'm Giving You
On Count Of Three
To Show Your Stuff
Or Let It Be
I'm Telling You
Just Watch Your Mouth
I Know Your Game
What You're About
Well They Say The Sky's
The Limit
And To Me That's Really True
But My Friend You Have
Seen Nothing
Just Wait 'Til I Get Through
Because I'm Bad, I'm Bad-
Come On
(Bad Bad-Really, Really Bad)
You Know I'm Bad, I'm Bad-
You Know It
(Bad Bad-Really, Really Bad)
You Know I'm Bad, I'm Bad-
Come On, You Know
(Bad Bad-Really, Really Bad)
And The Whole World Has To
Answer Right Now
Just To Tell You Once Again,
Who's Bad . . ."
 

Mas eu acho que a malandra fez mesmo foi as malinhas e está em confinamento no raio que a parta, quando mais a cantar e coreografar - capaz disso era a menina... que eu bem que a conheço.

Depois queixam-se que o meu sentido de humor têm notas cítricas, quando respondo de volta.

26.01.21, Peixe Frito

- Então Peixa, não atendeste o telefone?

- Estava a tomar banho!!

- A tomar banho... estavas era a c#gar e agora dizes que estavas a tomar banho. Isso é o que as mulheres dizem quando vão c#gar... Porque as mulheres não c#gam, não fazem dessas coisas! Tomam "banho". Mas já não tomaste banho ontem? E hoje estás a tomar outra vez??

 

Com amigos destes... Lá diz o outro, diz-me com quem andas e eu digo-te quem tu és. Como se isso fosse verdade!!

Há coisas que dão que pensar.

22.01.21, Peixe Frito

Ouvi dizer, que tenho um humor cítrico, assim ácido.

Questiono-me:

- Faço as pessoas espumar, tal como o ácido cítrico a reagir em contacto com a água?

- São piadas limpas com cheiro a fresco e lavado?

- As minhas piadas são alcalinas? É porque se me derem corda nunca mais páro? - se for alcalina, tenho bateria até ficar sem carga.

- Tenho cara de limão azedo ou as pessoas ficam com ar de limão podre, por muitas vezes não entenderem o meu sarcasmo?

- Juntamente com água pela matina, regulo o intestino?

- Onde cai a minha baba, tudo é corroído? Ou faço ver a vida com novas cores e clareza, como funcionava com o sumo de limão, que nos antigamentes era usado para conjuntivites e assim, sendo utilizadas umas gotinhas ao dia, em cada olho?

- É porque o crocodilo é achatado, por ter saído à quinta-feira, que é dia dos saltos de pára-quedas dos elefantes?

Tantas questões e não há respostas à vista. Quem sou eu? De onde vim? Para onde vou? Amanhã chove? Hoje que vou jantar...? Alma atormentada, a minha. Vou ali beber um carioca de limão a reflectir na questão do problema derivado da questão colocada pelo sujeito e já aí apareço.

Obs.: Com a doçura que é a minha criatura, algo tinha de ser ácido, não? É que senão, até enjoava, a moça 

Se é para se ser criativo, é para se ser criativo!

22.01.21, Peixe Frito

- Sendo assim, vamos avançar para a frente com a ideia?

 

Não, vamos avançar para trás, que é mais original.

Para o que uma pessoa está guardada.

Desafio Caixa dos Lápis de Cor | #1 Azul Marinho

21.01.21, Peixe Frito

Não fiz post introdutório relativamente a este desafio que a Fátima Bento teve a ousadia de me incluir, mas passo a explicar brevemente.

O desafio consiste em todas as quartas-feiras ser postado um texto inspirado nas cores das caixas de lápis de doze unidades - "Peixa, wtf? Porquê as unidades? Estás a armar-te ao cardo!!" Eu explico. Há uma imensa panóplia de espectro cromático no que toca a caixas de lápis de cor, por isso convém dizer que são as de doze cores e não as de mil e quinhentas, okay?? E sim, momento nerd da minha parte. - E pronto, basicamente é isso! - mencionei uma explicação breve e aqui a tiveram, sem espinhas.

Sem mais demoras, aqui segue o meu primeiro post, acerca da primeira cor:

 

Capítulo I

Não é novidade para ninguém, que a minha vida dava um filme. Desde os pensamentos que assolam este expositor ambulante de cabelo que alberga o meu cérebro, às ditas situações que me acontecem diariamente. E esta, não foi excepção. Ora, quando um dia começa ameno, passarinhos a cantar e sem as meias terem adquirido as malhas de estimação, uma pessoa até estranha. Vamos até à viatura, olhando por todos os lados, desconfiados, a ver de onde a vida vai sacar o coelho da cartola da edição de hoje. Aparentemente, tudo bem. Parece-me que realmente não vai ser pela matina, que o sentido de humor retorcido do universo, me vêm morder a nádega. Não podia estar mais enganada. Viatura a trabalhar, a caminho do trabalho. Eis que, do nada, avaria no painel: o botão dos quatro piscas avaria e começam os quatro piscas a funcionar como se fossem as luzes néon de uma casa de pessoas bem comportadas e puritanas.

Soltem as feras!!! Começo eu a fazer poses de yoga dentro do carro, a dobrar papéis, inserir na ranhura do botão. Tudo controlado! Até recomeçar a andar e em três tempos o botão fofo, amoroso, lindo como o sol visto de frente, funciona na mesma! Era eu ver carros a afastarem-se para eu passar, tudo a desviar. Senti-me uma verdadeira celebridade. Nossa, que ser importante que eu sou! E explicar às pessoas que era uma avaria no botão? Esqueçam lá isso. Rendi-me às evidências e cheguei ao trabalho em pleno estilo, sem trânsito, atrasos, tudo a fluir maravilhosamente. O botão acabou por ser substituído e tudo voltar à "normalidade" costumeira.

 

Capítulo II

Ao que parece, a esposa comprou à criatura, um cuecal novo. À primeira vista, cueca janota, fancy, que mantém ali o material aconchegado e confortável. Só que ao as estrear, que vestiu de lavadinho de manhã para ir trabalhar, concluiu que a horta meia volta, ficava de fora: passou maioria do tempo laboral daquele dia, a aconchegar os legumes dentro da cerca, da cesta, dos limites do terreno. Teimosos, queriam era mesmo vir apanhar ar. Dizem que um mal nunca vêm só e neste dia, o universo foi amável. Num outro dia, a lei de Murphy atacou: distraído, voltou e vestir o mesmo cuecal sexy e, além de passar o tempo a pôr os carneiros dentro do celeiro, rasgou as calças... beeeeem no entre-pernas e até à costura da cintura! Eh pá, são daquelas coisas que acontecem... sempre nos momentos e alturas mais propícias. O homem além de ter passado a manhã a ajeitar o passarinho na gaiola, ainda apanhava frio na couve! Resultado: A corrente de ar fresco, estava ali a conservar os legumes mas diga-se de passagem, deve ser bem incómodo andar com o tomatal de fora e ainda mais ao ar.

 

Capítulo III

Noite de passagem de ano. Como normal, existem aquelas cenaices tradicionais que a malta faz: ou vestir roupa nova ou com cor azul, ter dinheiro no bolso, saltar de uma cadeira, ter a casa arrumada e limpa para o ano que entra ser igual - como se fosse preciso ser ano novo para limpar a casa, mas adiante .

A malta toda a preparar-se, com as passas, champagne e as badaladas quase a soarem!! Ahhh pois está claro, temos de acabar bem o ano, sendo eu quem sou. A bexiga começa com um chamamento desigual. Pelo andar da carruagem, a fazer dança da chuva. Queria verter as águas com tanta força que era questão de vida ou de chichi pelas pernas, se não fosse JÁ contribuir para o aumento do nível das águas. E assim foi. Na minha mente, fiz os cálculos de rocket science e achei que iria fazer um chichi e chegar a tempo de festejar a meia noite, sem ninguém dar falta da criatura pequena de 1,75 mts.

Doze badaladas.

- Onde anda a Peixa??

Silêncio.

- Peixa!!!

- Erm... Vim fazer chichi...

- Passaste o ano na casa-de-banho! Só tu!!

E é assim que se entra em estilo no novo ano.

 

Agora, que depreendem dos textos acima? Que devem fugir da cor azul marinho. É mais do que certo que essa cor faz panelinha com o capeta. Tanto o carro como as cuecas e calças, eram em azul marinho. Dizem que a cor do demo é o vermelho mas eu não podia estar mais em acordo em discordar. 

Lá dizia o outro: "Adoro (...) O riso das crianças dos outros" e há dias em que compreendo o porquê.

14.01.21, Peixe Frito

Isto de se conviver, lidar e educar crianças, têm muito que se lhe diga. Começando pela matina, que quando acordam com a telha e não contentes com o seu próprio descontentamento, decidem polvilhar a vida de todos que os circundam, com o mau génio e mau feitio. Uma simples pergunta de: "Que queres comer para o pequeno almoço", por muito que seja dita e proferida com todo o amor, paciência e carinho maior do que o da Madre Teresa de Calcutá, serve apenas de rastilho para uma explosão de tortice matinal com um "Não quero comer" virado do avesso. E é assim que se começa bem um dia.

Nem abordando a temática da vestimenta das criaturas, que há dias que à tarde, nem se devia era sair à noite, estão especialmente picuinhas com a forma como se vão apresentar ao seu social... nem que seja no infantário. Não importa. É social, é social. Fazem um pé de vento que se não é do cú é das calças, se não é das mangas, é do padrão. Em jeito de manter a paciência digna de um budista, há de facto dias ou momentos em que se dá rédea aos bichos do mato. E em que isso resulta? Meias com riscas, ténis folclóricos, saias às bolinhas, camisolas aos unicórnios e, não satisfeitos com a árvore de natal ambulante, uma bandolete com orelhas de gato a fazer pandam com as asas de borboleta. True story. Não stressem, que efectivamente este relato de um amigo de um amigo meu, não se realizou numa ida para a escola, mas ao fim-de-semana. "Ahhh Peixa, então menos mal! Foram só aos avós e voltaram para casa...!" Pois... #sóquenão. Efectivamente a vida dá muitas voltas e nesse dia, não foi excepção. As criaturas tiveram de ir às compras e sim, o espécime mais jovem foi assim pavonear-se para o centro comercial. O que vale é que vergonha não habita na alma das criaturas desta família e, como são todos dados a que as crianças também têem direito a dar asas à criatividade, tudo correu bem - mesmo com os olhares e risos de terceiros, ao verem o animal semi recente, a andar como se fosse dona do pedaço, exibindo uma panóplia de cores digna da carta de pantones e padrões, que fazem concorrência ao tapetes de patchwork.

Mas o que realmente testa a minha paciência, é o sistema de segurança integrado que as crianças têem: ralhamos, amuam, pegamos pela mão e eles fazem corpo mole, acabando por serem arrastados pelo chão. Paciente como sou, ali ficam e eu lá vou à minha vida. É uma medida eficaz de inserção de código de desbloqueio desse sistema de bloqueio infantil, pois em fracção de segundos, já se encontram à minha beira, de trombas é certo, sem falar comigo, em completo litígio. O que vale é que tanto lhes bate como some com a mesma velocidade.

É maravilhoso termos crianças na nossa vida, não é tudo complicações e chatices, mas dava um jeitaço um botão de "pausa" ou "stop", naquelas alturas em que acordaram para nos torrar o que resta da marmita. É que até os macacos-do-sótão se benzem! Deus nos valha.