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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Até a comida não é bem aquilo que parece, hoje em dia.

30.06.21, Peixe Frito

- Eu não tenho assim hábito de beber álcool, só de vez em quando! Socialmente falando e às vezes ao fim-de-semana, quando a comida é assim mais incorporada, gosto de beber um vinhinho.

Só sei que se me calhasse a mim comida incorporada, certamente que iria mas era chamar um exorcista para fazer um exorcismo - qual beber um vinhinho! - não fosse a mesma estar possuída por um demónio maluco qualquer, que me iria fazer azia e cuspir labaredas pelo rabo.

Nem a comida é de confiança, nos tempos que correm. Olhem uma salada incorporada por um demónio das couves, que andaria atrás de uma pessoa, a ver se nos fazia a folha, a correr atrás de uma alminha com o molho de alho na mão, em forma de alface frisada ou de coentro? Ao menos que se algo fosse vítima de incorporação, que fosse ou um electrodoméstico lá em casa ou a roupa: que lhes desse para limpar a casa, lavarem-se nas máquinas e se auto estendendo ao sol no estendal, assim uma pessoa chegava a casa e assim sim, tomaria um belo vinhinho pois a casa estaria toda limpinha e organizada!

Tão linduuuuu ❤

27.06.21, Peixe Frito

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Assim é que é. Vir cuscar a fritadeira a ver do óleo e dar de caras com um destaque!

Como sempre, agradeço à equipa do sapo pelo destaque, sois criaturas mui corajosas por se atreverem a destacar posts aqui da fritadeira!! 😁

Aos meus leitores, que é para vocês que escrevo naturalmente, o meu obrigada também. Embora muitos devam ler os posts em modo anónimo, com medo que alguém vos apanhe a ler o blog, e assim não deixam vestígios pela net... mas vos amo na mesma.

E, por último, que todos tenham a sorte de terem um paizinho como o meu. O que não vale.

 

Beijocas grandes e boas

Peixa.

Ninguém merece.

25.06.21, Peixe Frito

Há alturas na vida, em que se dorme mal durante muito tempo. Seja porque a cabeça está a quinhentos mil à hora, porque faz frio, faz calor, é do rabo, é das calças. E, por mais que tentemos, não nos é possível deitar nas mantas, a uma hora que julgamos ser a adequada para uma boa noite de sono. Afazeres da vida e cenaices que necessitam de ficar em dia, antes de irmos namorar a almofada. Eis que, há aquele dia em que as estrelas se alinham, a noite está amena, ouvem-se os grilos ao longe e conseguimos ir colocar o bafunfo na palha mais cedo.

E há maior alegria? Afofar nos lençóis e ter aquele sentir de "ahhh hoje sim, vou conseguir dormir descansada, tenho mais do que horas suficientes para pôr o sono de beleza em ordem!". É maravilhoso. Porém, como tudo na vida, isso é que era doce! É um aninhar nas cobertas, respirar fundo para adormecer e... aparecer uma melga a zumbir nos vossos ouvidos!

Encontrar a melga é que é obra. Elas devem ter alguma cunha com os elfos do Senhor dos Anéis e usam uma manta élfica, que permite que elas fiquem invisíveis aquando uma pessoa se prepara para lhes arrefinfar. Ou então um sistema integrado de escudo de invisibilidade como as naves do Star Trek, com a variante de que aquando sentem a vibração da pessoa alterar para quem se está a passar com o zumbir, prestes a levantar-se e a andar à caça que nem o Predador, o mesmo é activado, permitindo as melgas navegarem em toda a segurança no perímetro da cabeceira da nossa cama, sem poderem sofrer danos colaterais de um atirar de almofada e levarem com ela nos dentes. É que depois, as bichas têm uma sorte dos demónios! Uma pessoa vira a casa do avesso e nada de encontrar aquele espécie em vias de se extinguir.

Pondero severamente comprar uma luz negra e pendurar na porta do quarto no aquário. Ou então montar uma cerca eléctrica à minha volta. Talvez um dossel que invés de uma rede mosquiteira, têm uma rede eléctrica. Me parece bem! Aí é que eu quero ver como é que elas mordem. Às tantas, com a sorte que tenho, entram comigo para dentro da rede antes de eu a fechar.

Se bem que, pensando em algo mais ecológico e com algum receio do cheiro a porco chamuscado derivado a eu embater na rede, podia era arranjar um alguidar e colocar lá uma meia dúzia de sapos. Todos ficam a ganhar: Além de ajudar os animais a encherem a barriga, sou embalada pelo sonido dos sapos a coaxarem, eu fico livre de mosquitos e sempre posso fazer umas perninhas fritas panadas, quando me der a traça.

Olhem que... tentador. Muito tentador.

É inevitável. Mais forte que eu!

24.06.21, Peixe Frito

Decididamente, por muito que eu me tente portar bem, com tino, juízo, a espontaneidade passa-me sempre a perna, uma rasteira, dá-me um calduço ou uma belinha na testa, me fazendo instantaneamente exercitar os músculos da cara fazendo uma careta qualquer, "cuspir", debitar, proferir alguma reacção, palavra, frase fresca e fofa que passou pelo detector e controlador de ofensas, ordinarices, pela triagem cerebral de não ser inapropriada ou inadequada. Porém estes sistemas de segurança que tenho implementados nesta maravilhosa marmita, devem muito à existência de manutenção e até à sua eficácia logo desde a sua formatação e codificação aquando a sua aquisição e instalação cranial. Pois, deveria de reclamar com o fornecedor ou com o programador mas então... É daquelas cenas que funcionam bem ao início mas que logo que o último dia do seguro passa, a cenaice azeda. Já não há nada a fazer, somente lidar com ela e aceitar a sua peculiaridade até ao fim dos meus dias.

Tanta palavra, muita conversa para encher choiro e não chego ao ponto da questão. Okay okay todos sabem que eu não aperto o casaco todo, não era preciso um parágrafo com tanta palavra linda e fofa e algumas eloquentes - tive de ir ver ao dicionário do tio google, para não mandar aqui um pontapé na construcção das frases e boa aplicação das palavras que aprendi no dia, já basta causar urticária na malta que escreve depois daquele terrível acordo ortográfico, continuando a escrever português como aprendi na escola aquática.

Eu até sou solidária com as pessoas, a sério que sim. Ouço, sou compreensível e amável, mas o diabrete que habita em mim é terrível e com um sentido de oportunidade, imaginação e humor, que Deus nos acuda.

- Peixa, sabias que o Zé foi parar ao hospital porque teve um acidente a fazer uma manobra de skate?

- Eita... Não me digas que o skate lhe foi ao rabo!!! - pronto... ora aqui está. Saiu o comentário e pelos vistos, alguém sofreu de uma inserção involuntária.

- Sim! O skate fez "cartão de crédito" e ele teve de ser cozido até no rego!

- Possa, isso é que foi violência! Até lhe rebentou o rabo todo, quase até às costas!!

Poderia ser uma conversa normal... sim, poderia. Mas este meteu-se a jeito. E literalmente! Tsc tsc diabrete da Peixa... andas a precisar de rédia curta.

Skates malandros... já não podem ver um bafunfo jeitoso, é tudo o que tenho a declarar, justificando assim, a minha inocência.

O meu ode aos coninhas.

23.06.21, Peixe Frito

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Pois é. Eu lá estava longe de alguma vez voltar a meditar acerca deste assunto, dado que os coninhas aqui pela blogosfera pareciam estar em vias de extinção ou estavam a sofrer de amnésia não se lembrando deste blog, artroses nos dedos que não possibilitavam escreverem o endereço ou algum problema vocal, que não os deixava dizer à Siri qual a página web que queriam visitar. Atendam, que não andam por aqui haters - tinham bom remédio, na verdade - mas a questão é quando encontramos os coninhas ao vivo e a cores, no meio do nosso círculo de amigos, vindos de onde menos se esperava.

Supostamente, se as pessoas se dão, algo hão-de ter em comum! Nem que seja só o gosto por comerem tremoços e beberem uma mini fresquinha à beira mar ou umas asinhas picantes daquela cadeia de fast food, que toda a gente sabe qual é. Porém, no que toca a sentido de humor, até a malta mais descontraída, porreira, com suposto sentido de humor e encaixe, alberga um coninhas bem refundido (não onde o sol não brilha, embora em alguns casos, deve ser onde essa criatura habita) que aparece assim de uma maneira, que uma pessoa fica sem saber ler nem escrever, tal a surpresa. É ver os coninhas a começarem a vir à pele, como se viessem do submundo das grutas, debaixo da lama, a brotarem que nem cogumelos bafientos, lentamente saindo dos entrefolhos lodais da alma de cada um, vindo à superfície, fechando os olhos por terem reacção à luz do sol - é legítimo, dado que se escondem tão bem que nem animais anti-sociais - emergindo como um Kraken sedento de justificações e apresentando a jurisdição dele à polícia marítima, passando multas aos pescadores pelo excesso de corda na âncora ou porque apanharam uma alforreca no meio da sardinha e porque levam algas no casco e mexilhões a viajarem à boleia, ilegais.

Meus amores, eu hoje até estou de bom humor e isto de facto só me espicaça mais a minha veia humorística, por isso venho aqui agradecer públicamente o quanto os coninhas contribuem para o crescimento do meu sentido de humor pois só me fazem inspirar mais, a mente encontrar coisinhas para vos torrar a cabeça e exercitar o meu sarcasmo, que têm andado meio ferrugento, diga-se de passagem. Precisa de ir ao ginásio exercitar as perninhas e os abdominais e não há nada equiparado à ofensa dos coninhas, aquando eu mando uma laracha que não é para eles, nada têm a ver com eles e a carapuça lhes serve, a luva assenta na perfeição, ui que aquele fato foi mesmo à medida para aquele cabeção ou mesmo que seja uma piada leve para eles directamente - não mando indirectas - e eles agem como se eu tivesse morto alguém, esfaqueado trezentas vezes um peixinho dourado indefeso e incauto e que tivesse ladrado a um gatinho bébé, lhe causando um susto tão grande que o gatinho dava um saltinho e ia embora à vida dele.

Vos agradeço de coração. Mas mesmo. Se não conseguem discernir o humor de de facto alguém querer ofender alguém, não vos posso ajudar em relação a isso. Talvez não lerem as coisas que escrevo ou não levarem tudo a peito e acharem que tudo é sobre vocês e que Copérnico estava errado pois os planetas não giram em volta do sol mas sim do vosso magnífico espécime coninhas ou então, o mais fácil ainda: não falarem comigo, migrando para outras bandas bem longe, se indo encher de moscas e para cheirarem mal à vontade, porque às vezes não há ambientadores que vos valham, tal o tufo agreste a coisas menos agradáveis para o nosso olfacto, fazendo uma reaccção alérgica ou até, em vários casos, os macacos do nariz fazem um bloqueio como os castores nos rios, mas com o intuito de não permitirem sentir os aromas que essas pessoas exalam, tal a conhinhice que emanam.

Posto isto e porque sou boa moça, disponibilizo o coninhas report para quem quiser preencher, imprimir as vezes que quiser mas lembrem sempre das árvores e do ambiente, mas como bons coninhas, com certeza que sabem de cor e salteado a poluição que é imprimir, o que faz às árvores, a pegada ecológica, problemas ao cão e ao gato e ao piriquito! Posteriormente, podem enviar para o raio que vos parta.

coninhasreport.jpg

O mundo sem coninhas não tinha graça, perdia o brilho, o interesse, as musas ficavam no desemprego, a inspiração sumia no ar, tudo mas tudo perdia a cor. Agradecida a todos os coninhas da minha vida, por me fazerem quem sou. Continuo a adorar-vos - sem sarcasmo - e a ter paciência para lidar com os vossos amuos, vos sorrindo e mandando beijinhos, como usual.

Ah! E escrevendo sobre vocês... claro. Mas acho que isso nem era preciso dizer!