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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Mentes poluídas pá, uma pessoa já não pode dizer nada...!

08.09.11, Peixe Frito

   Está um dia abafado. Nuvenzinhas no céu. Não está frio nem está calor. Está assim assim. Não cheira nem fede. Não é carne nem é peixe. Hora de jantar. Estão sentados à mesa. Acabam de comer. Hummm... que rico jantarinho. Batem de um modo satisfeito na pança. Atestados até cima. Não cabe nem mais uma ervilha (para quem come ervilhas, pois está claro). Ainda falta a sobremesa. Ah e tal... arranja-se espacinho. Para comerem o geladinho, precisam das taças. Têm de as tirar do armário e para isso, têm de se levantar da cadeira. Eita moleza... Movem a cadeira para o lado e ajeitam o bum-bum a modos que a colocarem-se estratégicamente para se levantarem. Começam-se a levantar. Estranho... Pesa-vos o rabo. Ou o jantar era rico em ferro, ou então o vosso centro de equilíbrio está assim para o deslocado, mais exactamente focado no rabo: Não se conseguem endireitar, estão concundas! Ah... É a cadeira que vêm colada ao rabo. Têm de pressionar o assento da cadeira, com o intuito que a mesma se descole lentamente e de um modo amigável do vosso rabo, sem que a vossa pele e pêlos fiquem a guardar lugar efectivo na cadeira. Lá se levantam. Tratam das taças, e viram-se para a dona da casa:

  - "Arranja-me aí uma coisa para eu meter no rabo";

  Escusado será dizer, que não tardou uma risada geral.

  Da próxima vez, de certeza que a criatura vai logo dizer que pretende uma almofada para colocar na cadeira, afim de não ficar com a mesma colada nas portas traseiras, do que voltar a proferir uma frase tão mágica como a que disse, em voz alta.

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