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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Vai um faganhoto flitinho?

02.07.08, Peixe Frito

    Adoro as férias... Praia, descanso... Relax. A euforia de fazer as malas, ver se não nos esquecemos de nada (acabamos sempre por nos esquecer de algo), e a pressa de partir. Metemos as malitas no bogas, e toca a ir encher o depósito. Ah, mas já que vamos atestar o depósito, lavamos também o carro! Que maravilha, ver o bólide lavadinho, a brilhar... Mas lavar para quê?? Só é desperdício de água, tempo e dinheiro! (não, não me estou a referir a lavar o carro e depois chover) Quando chegamos ao destino, e saimos do carro, parece que estamos a ver um filme de terror! Só cadáveres de insectos, das mais variadas raças, feitios e tamanhos (para todos os gostos), esborrachados e coladinhos no nosso carrinho "lavadinho" (o carro que era branco, passou a ser um dálmata com tantas pintas)... O pior de tudo, é conseguir tirar os restos mortais dos ditos... Se vamos ao "Elefante Azul",  ainda arrancamos a tinta do carro, de tanto tentar tirar a patinha do mosquito, que ficou colada! E fica sempre uma réstia do género "Gafanhoto esteve aqui" (como escrito nos bus e comboios)... Com o que pagamos nas portagens, ao menos podiam fazer uma rede "insectal" electrificada, em volta da estrada. Assim, tipo gaiola... Não havia insecto que resistisse.

    Acho bem que os chineses os comam! Se não, pelo andar da carruagem, os nossos porta-chaves viram mata-moscas, e toda a gente começa a andar com saquitos de água em cima da cabeça!