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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Que bela decor. Assim muito... apropriada! Teve olho, a criatura.

frito e escorrido por Peixe Frito, 12.04.19

Mesmo spot on. Estou a pensar fazer o mesmo lá por casa, de tão graciosa que achei a ideia 

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Tsc tsc. Só de olhar... Apetece mandar um balde de lixívia lá para cima, com salpicos de ácido - sim, porque este padrão não merece viver nestas circunstâncias, até tenho dó de quem concordou com a compra deste material.

Cá para mim, foi mas foi vingança. Sim, porque ninguém com dois zóio na cara, vai achar boa ideia utilizar este padrão num lavatório, ou não acham? Não sei, digo eu... Alguém foi despedido mas não sem dar luta primeiro!

Ainda conseguem ser piores que as do Big Brother e afins.

frito e escorrido por Peixe Frito, 26.03.19

Para aqueles que não têm vergonha e gostam de ter público até na casa-de-banho, não me parece que se fossem importar com a colocação desta poltrona. Deve ser para terem "torcida", apoio, aquando estão naquele momento fulcral: "Força, força, tu consegues!!!" e depois ouvirem uma salva de palmas quando conseguem que o submarino vá à sua vida.

Obs.: O rolo parece um pouco distante, ou é impressão minha? Coisa simpática, além de estar a contribuir para o aumento do nível das águas aka mandar um chichi com plateia, ainda têm de se esticar para chegar ao rolo.

Gente malvada. Muito malvada.

E que raio é aquilo lá atrás? Um quadro para fazer gráficos? Uiiiii nem quero saber as especificações.

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Não querendo soar a troça para com as minhas compatriotas senhoras, moças e gajas, mas esta casa-de-banho é mesmo casa-de-banho à gaja. Além do toque das cadeiras terem padrão e serem aveludadas, até há direito a uma velinha para disfarçar os odores mais nauseabundos. Adoro o pormenor de estarem duas cadeirinhas bem posicionadas, mesmo de frente para a sanita. Quase parece um confessionário ou um observatório, tal como quando vamos a um zoo ou assim e nos explicam as especificações e características daquele espécime: "E é assim que estas criaturas das trevas defecam. Observem. Não façam ruídos, pois eles ficam tímidos na altura de produzirem barrotes e corremos o risco que se vão embora sem largarem barro" e quando acontece "Observem, observem a magia do momento. Como se contorcem e ficam vermelhos ao exercerem força e as expressões de alívio e felicidade, depois de largarem rastros de pneu na poltrona. Mágico. Momento muito mágico."

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Com a moda das selfies na casa-de-banho, com os posts no facebook a dizerem tudo o que fazem, isto é para meninos-de-coro.

A bem ver, muitos de nós estamos a fazer companhia a alguém que está na casa-de-banho ou alguém a nós, sem saberem: quantos e quantos não estão sentados na sanita a enviar sms ou no chat do face? Há até quem telefone, sentadinho na poltrona, para outras pessoas. Isso é que é fazer render o tempo, duas tarefas em uma!

Mande a primeira pedra, quem nunca fez isso ou parecido - mandar sms... Não me refiro a traquinices, está bem??

(*grilos*)

Podia cheirar bem pior, indeed.

frito e escorrido por Peixe Frito, 11.01.19

Há dias em que parece que um determinado aroma, fica preso aos macacos-do-sótão, em que tudo mas tudo, cheira a aquele cheiro. Como eu gosto de primar pela diferença, até nisto os meus macaquinhos são finéss e armados ao cardo, há um aroma peculiar que não abandona o meu nariz de perdigueiro: chulé. Sim meus queridos, chulé. Tudo me cheira a chulé! Irritante, convém frisar ao de leve e de passagem. Tudo cheira a chulé, por defeito. A roupa... a chulé. O shampô... a chulé. O creme para a cara... a chulé. A água para lavar a cara saidinha da torneira... guess what? Queijinho da ilha. Até o raio do lenço de papel onde vou desalojar os maquinhos-do-sótão e fazer a colheita de manteiga fresca do dia, cheira a chulé!!

Resumindo: Não tenham a cesta da roupa suja ao pé do lavatório, na casa-de-banho. Isto resulta que vocês se encham de perfume desnecessariamente e que comecem a pensar que estão maluquinhos da cabeça, por só vos cheirar a queijinho. Nunca eu desejei tanto ter uma crise alergica e ficar com o nariz todo entupido.

Eita, que ninguém merece. Muito menos, levar com chulés alheios.

Vai-se logo o relax todo (post nojento, só para avisar. Aconselho uso de máscara)

frito e escorrido por Peixe Frito, 19.11.18

Isto faz-me lembrar um vídeo que vi há uns largos anos, onde a situação chegou a vias de facto mas, neste caso que relato, não.

Quem nunca chegou a casa a apetecer um banho de imersão - coisa de gaja eu sei e nada amigo do ambiente, mas adiante - porque teve um dia stressante, era o chefe, era o trânsito, eram os collants, era o cú, eram as calças e uma pessoa só quer estar sossegada e precisa mesmo de um momento de paz e sossego. Nada melhor, que chegar a casa, por a água quente a correr, por sais de banho ou não, gel de duche, óleos essenciais, whatever, o que importa é mesmo clima de descomprimir.

Banheirita cheia, despir os trapos e vai de se enfiar na água. Ahhhhh que bom. Temperatura ideal, música de fundo, aroma dos sais de banho ou o que for e... de repente... uppsss dor-de-barriga! Ah que não pode ser! Mas não podia ter sido ANTES de entrar na banheira?? Logo agora que já está ensopada quase até aos ossos e vai ter de sair! Ginástica para sair da banheira sem se escaqueirar no chão, enrolar na toalha e limpar e pronto... já se sabe qual o itinerário.

Resumindo: quer uma gaja descomprimir do descabelar do dia e ainda sofre de dor-de-barriga mesmo no pior momento, molha tudo por onde passa e, não tendo outra casa-de-banho, vai ter de ser mesmo ali... onde a água repousa quentinha e convidativa, cheirosa e agradável, à sua espera. Já estão a ver o clima que se vai gerar, não é? E ainda bem que estava sozinha, olha se fosse com uma cara metade, em situação de romance, só com uma casa-de-banho em casa? "Querida, deixa lá, fiquei sem vontade de tomar banho de imersão" ou então tinham de usar máscara anti gás.

Não morre do mal da barriga, morre da cura das velas a disfarçarem outras coisas.

Obs.: A situação abaixo foi muito má, mas muito má MESMO! Não concordam? Eu nem sei que faria...  Emigrava, talvez.

Este post relembra-me também, um amigo que eu tive, há muitos anos:

- Peixa, tu és uma mulher bonita e gira, atraente, inteligente e bem humorada, mas às vezes quando abres a boca, fazes os homens todos fugirem a sete pés e mandarem-se pelo precipício abaixo.

Mas há que ter vergonha de contar certas coisas, porque são temas de casa-de-banho? Ahhh até parece que o resto do mundo não vai à casa-de-banho, que lata. Olha eu, que não perco uma para me rir das figuras, sejam minhas, sejam de quem for 

Não há nada que seja de graça.

frito e escorrido por Peixe Frito, 04.10.18

 

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Eu não sou lá muito adepta de usar perfume. Sim, é verdade. Eu, Peixa Maria Manuela com a Água Pela Canela, não uso perfume. Simplesmente uso um método muito eficaz, para estar sempre cheirosa, fresca e fofa. Sabem qual é? Tomo banho, pois está claro - que esperavam que saísse daqui. Nada de jeito e ainda mais a esta hora da manhã e véspera de feriado. O Tico e o Teco andam na loucura - Agora a sério. O aroma natural que eu tenho é mesmo do shampô, do segundo amaciador que ponho na trunfa - sim... uso dois amaciadores no cabelo, só para verem o quanto custa ter cabelo airoso como o meu - do cheiro do detergente da roupa e claro, eu tenho um aroma natural a sereia. É de mim, pronto. Lá de vez em quando me borrifo com um spray corporal de cheiro a cerejeira do Japão, sem alcóol e merdices que fazem com que as minhas escamas encarquilhem mais prematuramente.

Que isto têm de anormal até agora? Nada. Apenas o facto de que até para se pôr perfume ou colónia, é preciso ter técnica. Há quem borrife o corpo inteiro, tomando um banho de perfume literal, há quem só ponha nos pulsos e atrás das orelhas - que by the way, ouvi dizer que afasta a piolheira, por isso despejem o perfume atrás dos abanicos como se não houvesse amanhã - há quem mande para o ar formando uma nuvem em volta e atravessa-a, de braços abertos, como se estivessem num momento angelical. Eu? Eu gostava de ser assim tão graciosa. Quando borrifo perfume, sustenho a respiração para não inspirar o perfume. Sou tão sortuda, que acabo muitas vezes por degustar o perfume na mesma, porque mesmo sustendo a respiração e fechando a boca, acabo sempre por ter perfume a entrar para a boca. Não há vez em que não me dê vontade de espirrar, até fujo da nuvem de perfume, mas a mesma persegue-me e acabo sempre por a inalar profundamente. Os meus pulmões devem ser um jardim interno, cheio de flores, borboletas, árvores a florir e passarinhos a cantar. De vez em quando, deve passar um unicórnio também - Isto faz lembrar a música dos Mind da Gap - És onde quero estar. "O que é que sentes? Borboletas!!" Qual amor, qual quê... É mesmo de inalarem perfume, vão por mim. - Acreditem, que não têm nada de prazeiroso. Cerejeira do Japão, my ass, que aquilo sabe mal como a porra.

Lado positivo? Bem, o hálito fica cheiroso e perfumado. Só resta saber se na altura da poltrona, o ambiente também fica aromatizado como ambientador natural.

 

 

O Gasparzinho anda armado em atrevido, anda anda.

frito e escorrido por Peixe Frito, 04.07.18

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Estar uma pessoa descansada na casa-de-banho e, por artes mágicas, o trinco desliza e a porta abre, precisamente quando se está sentado na poltrona. Depois é ginasticar a tentar fechar a porta, quase fazendo poses de yoga avançado, literalmente com as calças ou cuequinha na mão, não vá alguém passar naquele momento ou entrar e ver uma pessoa naqueles preparos, de rabo ao léu, apanhada de surpresa. É sempre agradável... not. 

Já nem na poltrona se pode estar descansado, entregue ao seu próprio mundo, meditando sobre a existência e propósito da vida, se quem nasceu primeiro foi a galinha ou foi o ovo, enquanto se faz o que se têm de fazer, na santa paz.

Eu devo ter adormecido no Inverno e voltei a acordar no Inverno seguinte, só pode.

frito e escorrido por Peixe Frito, 12.06.18

Ouvir a chuva faz frio, dá arrepios, vontade de uma mantinha - menos nos trópicos... aí até pode estar a chover quando estamos dentro de água na praia, que continuamos com calor - e por vezes, uma extrema vontade de contribuir para o aumento do nível das águas. Por acaso, não sou daquelas pessoas que ao ouvir uma torneira e estando com a bexiga cheia, tenho de ir urgentemente à casa-de-banho ou somente por ouvir a chuva cair. É algo que não me aquece nem arrefece. É como a tal situação, quando levamos uma criança à casa-de-banho e ela diz: "Não consigo fazer xixiiiiiiiiii" ao fim de meia hora de seca extrema ao lado da criatura sentada no penico e alguém se lembra de imitar o som de uma torneira "shhhhhhhhhhhhh" a ver se a criança finalmente abre as comportas e faz um xixizinho.

E ultimamente, com o que têm chovido, ainda bem que não me dá vontade de fazer xixi, senão estava tramada, não saía da casa-de-banho.

Por outro lado, já ando meio aborrecida por ter de voltar a tirar o chapéu-de-chuva lá do seu buraco obscuro. Gosto de chuva, mas não me anda a apetecer continuar a levar com chuva no lombo, todos os dias tenho de aturar a choraminguice dos meus vestidos de verão, tops de alcinhas, que se agarram às minhas saias e eu tenho de os enxotar, que querem é sair do armário, já estão fartos de serem trocados por camisolinhas de meia estação e de vestidos de manga comprida. Mas então, todos os dias amavelmente lhes explico que a sua vez há-de-vir, para limparem as lágrimas e serem fortes, não perderem a esperança que o sol há-de brilhar lá fora e eles poderão andar a tirar a ómidade das costuras e dos tecidos. Até parece que adivinham que o Verão está aí à porta. Inconsoláveis, andam as roupas de Verão. Elas e eu... que já voltei a levar com uma catrefa de pingas nas fuças, para abrir a pestana. 

Posto isto, pela primeira vez na vida, não me importava de ser um mosquito.

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Que ao menos a chuva seja divertida para alguém. Dado que nem se vêm pocinhas no chão para a malta saltar lá para dentro, nem nada. Uma tristeza.

Aviso à navegação: este blog não é para meninos-de-coro.

frito e escorrido por Peixe Frito, 29.03.18

Devo adverter que meia volta, serão aqui abordados temas com teor de tabu para muita gente, nomeadamente coisas de macaquinhos-do-nariz, gases expelidos pelas traseiras das criaturas vivas, casa-de-banho e associados. Pelo que, venho por este meio avisar os caros leitores que a fritadeira (cujo endereço é ohdaguardapeixefrito.blogs.sapo.pt daqui em diante mencionada como fritadeira) não se responsabiliza por náuseas, enjoos, caras de nojo, caretas de desdém, vontade de furarem os olhos, pensamentos gráficos a imaginarem as cenas, serem apanhados por terceiros a lerem coisas duvidosas, vontade de coçar o rabo nem qualquer outra coisa que eventualmente possam ter, por lerem os posts aqui da fritadeira. Andam aqui a cuscar por vossa conta e risco.

Dito isto, não se espantem das coisas que por aqui narro: tirando uma coisa ou outra, são mesmo histórias vividas e partilhadas com a minha pessoa - ou vividas por mim - por muito mirabolosas que possam ser.

Este é um blog baseado em factos verídicos. Naturalmente não divulgarei nomes, não vá alguém reconhecer-se ou à pessoa que está exactamente ao seu lado.

Se acontecer... a fritadeira nada têm a ver com eventuais traumas ou provocações de arrepios-de-vergonha-alheia a terceiros, como mencionado parágrafos acima.

Diria que era pura coincidência, mas se calhar até não é.

Todos nós temos uma zona mais obscura da nossa alma, a nossa cromice intrínseca, que muitas vezes temos vergonha de partilhar com alguém ou até pensar nisso.

Por aqui, isso não existe.

Ora então, agradecida a gerência pelo vosso tempo e bem hajam a todos.

É quase como perder o grande amor da nossa vida.

frito e escorrido por Peixe Frito, 27.03.18

As crianças e o seu hábito de andar sempre atrás das pessoas. Esta em específico, persegue-nos mesmo quando estamos na casa-de-banho. E não importa o que é que estejamos a fazer, ela amavelmente se senta no tapete no chão, a fazer-nos companhia - por muito que a enxotemos, tal melga, não "deslarga", por isso mais vale a pena a deixar estar.

Há dias, estava ela na sua demanda casa-de-banhoral, a levar todas as suas traquitanas da praxe para a casa-de-banho, a fim de fazer companhia a quem estava a tomar banho: braços cheios de nenucos, pequenos póneis e mais sei lá o quê. Eis que, numa manobra mal calculada, se deu a combinação fatal: tampa da sanita aberta e... caiu lá dentro a chucha.

Conta quem presenciou a situação, que a criatura estava inconsolável. Era choro de lágrima grossa, soluços, choro desenfreado. Estado de choque, por o seu amor ter caído dentro da sanita. Panicou de tal modo que só sossegou momentos mais tarde, após ver e assitir em primeira mão, a sua chucha a ser resgatada da sanita.

Um autêntico filme de terror para a rabinho pequeno. Criança sofre, não há dúvida.

Homem que é homem não come o mel, morde a abelha.

frito e escorrido por Peixe Frito, 14.03.18

Conversa entre homens:

 

Uma pessoa faltou por ter passado uns dias cheia de dores de barriga e a confraternizar com a poltrona na casa-de-banho.

- Então pá? Estás melhor?? Ias cagando o esqueleto, não??

 

Gajo que é gajo e têm rabinho com fibra, não expele excrementos! Nem intestinos! - Isso é para meninos de coro - Expele o esqueleto!

 

- Uuuuppsss... acho que expeli a falange do meu dedo mindinho da mão direita. Chatice. Agora como vou enfiar o dedo com a unhaca a coçar o ouvido?