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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Ando sempre de rédea curta.

23.10.18, Peixe Frito
Depois da minha ausência durante o fim-de-semana, onde usualmente pico ponto no aquário mor, conjuntamente com o resto do cardume, diz-me a alevim mais pequena assim que me põe a pestana em cima: - Ó tia Peixa... Mas porque é que te apeteceu ficar de pijama em casa? - Tu também não gostas de ficar de pijama em casa? - Não - responde abanando-me a cabeça negativamente - eu só fico de pijama em casa, de manhã (ao fim-de-semana). Depois visto-me.   Antes de tudo, sim, há uma (...)

Não há dúvida que criança pequena é um deleite nos seus raciocínios.

18.10.18, Peixe Frito
 A observar as árvores no quintal, nas imediações de onde as formigas são umas porcas: - Já se notam as folhas amarelas e murchas nas árvores. Até parecem tristes, as árvores. Não tarda cai a folha. Prontamente, mete-se na conversa a cú rabinho pequeno: - Onde tia Peixa? Onde está a árvore triste? - É aquela ali vês - apontando em frente - depois desta (...)

Só me calham destas na rifa.

12.10.18, Peixe Frito
- Ó tia Peixa... «ui que aí vêm coisa», pensei logo. - ...porque é que os aviões são tão pequeninos lá em cima (no céu) e cá embaixo são tão grandes?   Faz parte da praxe, os meus sobrinhos aquando pequenos, me fazerem este tipo de perguntas.  Qualquer dia pergunta-me a teoria da evolução ou a origem do universo.

Não há nada como os começar a aterrorizar logo de pequenos.

25.09.18, Peixe Frito
As festinhas de aniversário de hoje em dia, nada têm a ver com as dos meus tempos. Tinhamos uma e já gozávamos. Com direito a sandes de fiambre e de queijo, um bolito ou outro feito pela mãe Peixa, uns rebuçados e chupa chupas espalhados pela mesa e ainda umas gelatinazitas. Agora não... É uma festa em casa, uma na escola, uma nos avós, se os pais forem separados e não se toparem nem à légua, é uma no pai, outra na mãe, uma aqui, outra, ali, outra na conchichina. No topo de (...)

É o que digo: Quem sai aos seus não é de Genébra.

17.09.18, Peixe Frito
Está uma criatura tenrinha, na rua a observar um saco do lixo colocado no jardim, que as formigas o descobriram em três tempos: - Ó tia Peixa, já viste o saco do lixo cheio de formigas? Assim muitas, muitas, assim muitas muitas - e estica as duas mãos para cima, de dedos espetados, como quem quer dizer que são mesmo muitas formigas. (Silêncio) - Ó tia Peixa, mas porque é que as formigas estão no saco do lixo?? - Então... elas comem o que está no lixo. Pausa. Silêncio. (...)

É que não é altamente gráfico nem nada!

28.05.18, Peixe Frito
- Então, como vai o Jony*? - O Jony come muito. Muito muito. No outro dia fez assiiiiim um cocó alto - gesto a esticar o braço e mãozinha acima da cabeça para demonstrar o quão alto era a poia - tão alto, sabes, assim como uma árvore do Pai Natal em cocó. Uma árvore do Pai Natal de cocó!! (ria imenso a dizer isto). E ali fiquei eu a imaginar como seria de facto se fosse verdade o que a rabinho pequeno me estava a relatar, como o rabo paranormal que aquele animal deveria de (...)

Os exemplos e educação que dou aos filhos dos outros.

07.05.18, Peixe Frito
- Não cú rabinho pequeno! Quando abres o yogurte, lambes a tampa por dentro. Passar com a colher não dá jeiteira nenhuma. Experimenta lá. E lá vai ela de lamber a tampa do yogurte. Tempos passam, estamos a lanchar sentados à mesa de família. Lampeira, a cú rabinho pequeno ia abrir o yogurte e não conseguiu. Pediu ajuda. Aguardou pacientemente eu abrir o yogurte e que eu lhe desse a tampa. Lambeu-a com satisfação e começa a comer o yogurte. A olhar para a cena, diz o (...)