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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Anda por aqui uma descompensação qualquer ou então é a ressaca do Ano Novo, a bater.

03.01.20, Peixe Frito

Moscas há muitas. Ui se há. Imensas criaturas aladas. Será de esperar que quando esses boings-que-azucrinam-a-malta nascem, já saibam voar. Okay, ali um voar desengonçado ao início, enquanto esticam as asas, ainda não se dão muito a acrobacias, mas que pelo menos saibam levantar vôo e aterrar. Só que não. Hoje estava eu a ser escrutinadamente arreliada por uma mosqueca piquena: voa à frente das minhas lunetas, voa para a direita, para a esquerda, de frente para mim e desvia-se ao último segundo antes do impacto, ora de volta do teclado, ora de volta da chávena do chá... a tipa estava em alta. Parecia um test drive moscal. Toda alegre da vida. Até que decidiu pousar. Ali vai ela, toda lampeira e de peito cheio de me andar a fazer rasas, vai a pousar e não é que... capotou. Um momento a "Sai da frente, Guedes" versão mesa de madeira. Escorregou, meteu mal a pata, sei lá eu. Só sei que estava a olhar para ela e ela vai de ficar de barriga para cima. Patas a dar a dar, freneticamente e lá se vira. Nada aconteceu. É que nem foi com ela. Abanou as asas e vai de dar corda aos sapatos. 

Se me contassem, eu não ia acreditar. Mas alguma vez, mosca que se preze, não sabe aterrar?? Aonde este mundo vai parar... Ou esta têm o chip queimado ou avaria no software e precisa de ir para a garantia, porque de facto, esbardalhar-se daquela maneira... É só dar má fama e mandar a reputação das moscas, para a lama.

Até me deu arrepios-de-vergonha-alheia.

6 comentários

largar posta na fritura