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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Estava a ver que eu é que ia dormir nas palhas deitada.

26.12.18, Peixe Frito

Como a vida escolhe sempre os momentos mais oportunos para nos vir morder no rabo, este Natal não foi excepção para mim. Dia 24, lá decidi eu lavar os trapos todos do aquário, tirando tudo no sítio, tapetes e etc, desfazer a cama, lavar lençóis e voltar a fazer, coisas de fada-do-lar. Pois bem, nada melhor do que a máquina de lavar roupa avariar, cheia de água e detergente lá dentro. Maravilhoso, não é? Por momentos, fiquei a pensar que tinha a traparia do aquário toda das avessas e que tão cedo não a iria conseguir lavar. É que assim, nem deu para tirar a roupa seca e voltar a pôr no sítio - 'tou a brincar - ou levar a terceiros para lavar, tirei-a cheia de águiinha e sabão, nas horas do caraças. Quase tive de comer uma lata de espinafres, só para a conseguir tirar de dentro da máquina - parecia um cadáver - molhar tudo o que é sítio e nem menciono em sequer tentar torcê-la! Torcer toalhas encharcadas, que parecia que tinham acabado de ir dar uma banhoca ao rio, é de bradar aos céus. Se tivesse um tanque de pedra, era já meio caminho andado para a situação ficar resolvida, pena ter dado o meu que eu tinha quando era pequena e ingénua, e achava que lavar as roupas das bonecas à mão no meu tanque, era giro.

Se eu soubesse o que sei hoje, na carta ao Pai Natal tinha pedido uma máquina nova. Essa é que é essa. Mas não... pedi a nova Barbie e um Nenuco. Depois é assim.

O que vale é que lá me safei e consegui orientar a traparia mínima lá do aquário, senão, nem quero pensar... Não era só Jesus que se iria deitar, limpar, esfregar nas palhas, na consoada.

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