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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Este é um desabafo, porque de facto é mesmo algo que me altera a frequência cardíaca.

13.08.18, Peixe Frito

Estarem perto da área onde um incêndio flagrou território como se fosse uma besta esfomeada sem estômago e sem fundo, durante uma série de dias, noticiado em tudo o que era sítio, gerando pânico e preocupação à população, dor, lágrimas e afins... para quem ainda tinha dúvidas, bastava ver o céu com nuvens espessas de fumo alaranjadas e o cheiro a queimado no ar, borrifado por cinzas tudo o que era lugar - Não, não era S. Pedro a fazer churrasco a aproveitar o Verão.

Então, expliquem-me por favor, porque há coisas que me transcendem à séria e à larga: que faz uma criatura acabar de fumar um cigarro e mandar a beata pela varanda, para a rua, onde por acaso, está um jardim? Digam-me lá, se não era de lhe chegar a roupa ao pêlo, dar-lhe naquele lombo até ele chiar, porque além de poluir, podia iniciar um fogo, com a porcaria do cigarro ainda aceso, mandado para um jardim cheio de erva seca?

Eh pá, desculpem-me a revolta e as palavras, mas há mesmo coisas que me dá cá umas ganas de estrafegar alguém cá de uma dimensão...!

E pronto, assim se vai a minha paz interior e os dias de meditação e boas práticas de espalhar o amor pelo mundo, quando assisto a estes seres a fazerem estas coisas. Assim... com a maior das descontrações. Fuma, manda o animal aceso pela varanda e vai para dentro de casa.

Não me assiste. Mesmo mesmo.

Será que há mesmo pessoas que não se sensibilizam ou se tocam com certas coisas?

2 comentários

largar posta na fritura