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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Invés de ir para a praia aproveitar o calor, ponho-me nestes preparos.

27.05.15, Peixe Frito

Ainda no tema do post anterior, fez-me lembrar a minha mais recente lavagem do peixmóbil.

Além do típico ter ficado sem moedas com metade da viatura cheia de espuma (esqueço sempre que aquela porcaria de máquina só aceita 1 e 2 euros... fina a menina) e a imaginar a je a ir ao posto destrocar moedas com o carro naquela figurinha, o dia até estava agradável. Calor. Sem vento. Belo dia para lavar a viatura. Pois bem... estava eu a lavar a viatura e levanta vento. Com a sorte a bafejar-me com pó e insectos, para ajudar tal benesse, a protecção da box de lavagem não desceu... Foi um dois em um: lavei o peixmóbil, levantava o jacto para lavar o topo da viatura, e pimbas, lavava o carro, eu integralmente, a minha roupa, e quem estivesse ao meu redor. Com um bocadinho de jeito, até estava a ajudar os homens a lavar a estrada, lá mais adiante e a dar uma banhoca aos carros imundos que passavam ali perto.

Pensamento positivo: o banho foi um luxo. É que além de me passar por água e me lavar com o detergente para os carros, que são do melhor dado que até carcaças de bixos mortos removem das frentes das viaturas, ainda tive direito a ser banhada com o "acabamento". Saí dali um brinquinho.

No meu íntimo, ainda espero pelo dia, em que quando for lavar a viatura, tudo aconteça normalmente.

Não perdi a esperança.