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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Não há nada como estar a crescer e descobrir o mundo que nos rodeia.

05.11.18, Peixe Frito

Dediquei-me ligeiramente à jardináge este fim-de-semana, acompanhada pela rabinho pequeno. Entre eu lhe explicar para não puxar os frutos das roseiras, que ainda se picava e porque assim magoava as plantas, começaram a surgir as perguntas... pois está claro.

- Ó tia Peixa, e como é que as plantinhas conseguem buber se não têm boca??

E como lhe explicar isto, de modo que fizesse sentido? Lá comparei as raízes das plantas a esponjas, que absorviam a água que se lhe punha na terra.

Também a ensinei a não chatear as lagartas, que mais tarde iriam fazer um casulinho, quentinhas, e se transformariam em lindas borboletas. Ficou séria a olhar para a lagarta. Devia de estar a pensar como é que aquilo se ia tranformar numa borboleta. Ao menos, não é como o irmão em pequeno:

Frente a um formigueiro, que encontrou quando íamos na serra:

- Lagartixa, anda para aqui, deixa as formigas.

E ele vai, observa, observa e observa.

- Lagartixa! Anda, vamos, deixa as bichas sossegadas!

Pois quando se deu por ele, estava a saltar em cima do formigueiro, pois não descansou enquanto não as pisasse.

E eu, a pau com as criaturas especialmente com o espécime mais recente, estava sempre a controlá-la, não fosse ela dar uma trolitada na lagarta e a desgraçada mais tarde já nem podia ir fumar o seu narguilé em cima do cogumelo, descansada, sem um galo na testa.

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largar posta na fritura