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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Não tarda e armo-me em Shrek e tiro velas dos ouvidos, pois 'tou a ficar anormalmente mouca, o que só pode derivar de cera.

02.09.19, Peixe Frito

Ouvir crianças na rua a gritar. Primeira vez: soou a algo familiar. Segunda vez: Possa parece mesmo que me estão a chamar. Vezes seguintes: Olha, mas é o meu nome. Há alguma criancita por aí, com o mesmo nome que eu?

Até que fiquei mesmo a ouvir, ouvir ouvir com atenção, até o tico e o teco fizeram silêncio e suspenderam a respiração e... e... afinal não era o meu nome que o criancedo gritava, mas sim:

- Volta aqui que te vou cortar a cabeça!!

Ponto um: Em minha defesa, falavam extremamente rápido e com dificuldades em articularem as palavras, de modo que soava mesmo ao meu nome.

Ponto dois: Mas que raio de brincadeira andam estes putos a brincar?? Nossa que violência!!

Será que com o passar da idade, de facto os jovens começam a falar de uma maneira que aos mais velhos, soa a codificado e com necessidade de instalarem um codec de som e, quiçá, legendas? É que parecia mesmo mas mesmo a mãe Peixa nesta situação. Uma pessoa diz alhos e ela ouve bugalhos.

E é isto. Assim se começa uma nova etapa de regresso ao trabalho.

Bem hajam as crianças que me fazem pensar que estou mouca e que ainda não conheci o cotonete para limpar os abanicos.

6 comentários

largar posta na fritura