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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Pimenta no "sítio por onde o sol não brilha" dos outros, para mim é refresco.

14.01.19, Peixe Frito

Há quem se queixe do trânsito. Há quem se queixe da rudez que cada vez mais encontramos nos indivíduos da nossa sociedade. Há quem se queixe que nem se devem fazer piadas com animais, pois é descriminação animal e falta de tacto. Há quem se queixe que ainda não encontrou o Wally nem a Ovelhinha Amarela. Há quem se queixe que a eles nunca o nosso Presidente telefonou. Há quem se queixe que engordou uns quilos depois da época festiva, mesmo tendo comido pouco - foi do ar - e ainda quem se queixe, que ainda agora é segunda feira e que o fim-de-semana passou rápido. Porém... apesar de todos estes queixosos - e só numerei assim ao de leve, levezinho alguns - há ainda quem se queixe do frio. Devo dizer que com imensa razão! Pois então, havia quem andasse a experimentar umas cuecas novas e, logo por grande azar, passava a vida com a mão na horta, pois os tintins ateimavam em sair a espreitar como paravam as modas, fora do seu universo cuecal. Resumindo: Esta criatura vivia na pele o verdadeiro frio dos colchões. Mas, como um mal nunca vêm só, há dias - além de timtim armado em codrelheiro - sentia assim uma aragem especialmente fresca nos países baixos. Um ventinho leve, de vez em quando percorria-lhe o ser, as costas acima - antes fossem arrepios de ansiedade por algo positivo, bom e caloroso... mas não - até que, lá percebeu o que se passava: desde o cós das calças ao entrepernas, as calças rasgaram totalmente. Não era o "sítio por onde o sol não brilha" eram as calças! E assim andava a criatura enregelada, de calça rasgada até ao quinto dos infernos e tintins que queriam era vir ver o que se passava na rua.

Ninguém merece. E que têm isto tudo a ver com o título? É que eu ri-me a bandeiras despregadas quando me contaram a história - devo de ter muitos amigos assim, devo... e vou arder no Inferno, já sei, já sei, por me rir das desgraças alheias.

Posto isto tudo, esta história que aconteceu a um amigo de um amigo meu - óbvio, é sempre - fez-me lembrar uma das músicas de uma banda tuga que eu adoro. Naturalmente, aos mais sensíveis, não recomendo que oiçam. Não vos vá dar para aí um fanico qualquer e ainda agora começou o ano.

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