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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Cada figurinha...!

06.09.19, Peixe Frito
Já mencionei por aqui várias vezes, a situação de uma pessoa acordar de manhã e ter a marca quer dos bordados da fronha na cara, como os vincos dos lençóis por todo o corpo. Ficamos a parecer que temos desenhos abstractos na pele. Os que normalmente mais me aborrecem, são os da cara. E ainda mais, quando estas cenices só se lembram de ficar mais vincadas, profundas e difíceis de disfarçar - mesmo depois de tomar banho, massajar, pôr creme e, em último recurso, até tentar (...)

Modo zombie.

22.11.18, Peixe Frito
Percebemos o quanto ainda estamos a dormir em pé, a sonhar com sol nas praias paradisíacas e saudades latentes do quentinho das mantas e do aconchego da almofada, quando vamos automaticamente para um sítio onde raramente estacionamos o automóvel e, depois de lá chegarmos, realizamos que o deixámos no sítio do costume. Vai de dar uma voltinha aos calcanhares e andar precisamente no sentido oposto ao que estávamos. Com o frio da matina, ainda diria que servia para acordar, mas (...)

Hum... será que é plausível?

12.05.09, Peixe Frito
   Uma nova desculpa, para quando se chegar atrasado ao trabalho: Arrumem as chuteiras às desculpas de "O despertador não tocou" ou a variante "Não ouvi o despertador", ou alguns mais criativos "Não dei a corda ao despertador", ou até mesmo "O meu cão comeu o meu telemóvel" e à "A minha criada não me acordou"!     Que tal: "Comprei uma almofada nova tão boa, tão fofinha, tão maravilhosa, que nem me consegui levantar (...)