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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

13.11.18

Ao menos que tivesse boa pontaria.

frito e escorrido por Peixe Frito

Uma criatura ver uma mosquita a voar à sua volta... daquelas mosquitas pequeninas, que nem se chamam moscas são "mo" de tão piriris que são. Que faz a pessoa? Decide soprar para afastar o animal, tal e qual o lobo mau a soprar à palhota dos três porquinhos. Que aconteceu? Soprou e, multi funções como é, soltou um perdigoto ao mesmo tempo. Azar do caraças que além de não ter afastado a mo como queria, ainda babou a secretária onde trabalha.

Zarolhos... que se há-de-fazer. Deus dá nozes a quem não têm dentes - e a mo escapou-se de andar nas horas, com o sopro do bicho.

21.08.18

Ser herói ou não ser herói, eis a questão.

frito e escorrido por Peixe Frito

Ver um bicho. Grita alguém:

- Ahhh um bichooooo!! - como se fosse algo de três cabeças, onze olhos, trezentas patas, dentes de fora e a babar-se desmesuradamente e fosse a criatura mais mortífera à face da Terra.

- Pá, olha lá, não vais matar o bicho!! - aparece a super Peixa em defesa do animal indefeso.

- erm... Não, não vou matar. Vou ali buscar um guardanapo, apanhá-lo e pôr na rua, para que possa ir embora.

E assim foi. Vai buscar o dito guardanapo e vai de tentar apanhar a criatura das trevas. Andou andou e lá a conseguiu apanhar. Mandou-a pela varanda. Olha para mim orgulhoso de peito cheio que nem um pirúm, o ser, e diz-me: Vês?? Não o matei!!!

Ao que digo eu:

A imitar a cena de salvação do ser. "Voa livre meu amiguinhooooo!! Não te mateiiii!! Tens menos uma asa, três patas e uma antena, mas estás vivo!!".

A pessoa olha para mim, olha para o guardanapo e diz: Bem... Não ficou aqui nenhuma pata desta vez.

Deus tenha misericórdia dos animais salvos por algumas criaturas. A intenção pode ser a melhor, mas dá-me a impressão que mais valia estarem quietos. É como com as borboletas: pegam nelas e metem-nas na rua. E admiram-se que os animais não voem mais da mesma maneira, que comecem a adoptar um vôo picanço, tipo parafuso dentro de água a ir ao fundo, depois de as "libertarem".

Por vezes, mais valia darem o último suspiro à criatura ou estarem sossegados a salvá-la e a mandarem para a natureza toda torcida e com membros a menos. Digo eu.

Depois admiram-se que durante a noite, um bichito ou outro lhes venha morder o rabo. Cá pra mim, que não sou de intrigas, cheira-me a vingança daquele aranhiço, que contratou uma melga para fazer o trabalho sujo, que foi "salva" e ficou com menos umas patitas e as suas teias de aranha começaram a parecer teias psicóticas - sem precisar de estímulos* - invés de harmoniosos traços rectos, cheios de baba.

 

*Por causa das tretas, não estou a conseguir fazer linkagem por isso quem quiser, cusque aqui para verem o artigo das teias de aranha onde as aranhas estão sob o efeito de estímulos:

https://en.m.wikipedia.org/wiki/Effect_of_psychoactive_drugs_on_animals

23.07.18

Um mal nunca vêm só.

frito e escorrido por Peixe Frito

Já não basta o canito ter de usar daquelas "coleiras" que mais parece que foi enfiar o focinho no gramofone e ficou com ele preso ou anda mascarado de corneta andante, ainda por cima tinha de estar vento.

Ao contrário do que se possa pensar, que o animal assim fica com os abanicos protegidos do vento, o cão anda nas horas do caraças, cada vez que S. Pedro abre a janela e faz corrente de ar.

Ainda dizem que ter vida de cão é que é - de alguns claro. 

 

05.07.18

Há criaturas com uma grande "cága"!!

frito e escorrido por Peixe Frito

- Hein?? O quê?? Mas que raio se passou??

Nem a gaivota deve ter percebido a leiteira que teve, em o atum não gostar de snacks com penas, porque senão, era cá com uma beleza que "marchava" em três tempos... Era limpinho, limpinho - mas com penas, neste caso.

26.06.18

Que sexy, de "cabelo" ao vento.

frito e escorrido por Peixe Frito

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"Hey babe, queres vir dar umas curvas comigo?"

Só eu é que não fico assim sexy e de cabelinho arranjado, quando levo com vento nas orelhas. 

 

19.06.18

Atitudes destas são raras de se ver.

frito e escorrido por Peixe Frito

Ouve-se um chinfrim na rua descomunal: gansos a grasnarem. Percebi que algo muito estranho se passava pois um dos "grasnares" era de aflição. Então, eis que me deparei com uma situação digna de videos dos apanhados: presumo eu ser o dono, pegou num de dois gansos pelas asas, e ia embora com ele pelo terreno. Pelo menos, esse era o plano inicial, porque um segundo ganso, não parava de bicar e investir contra o homem, a ver se ele largava o outro pobre coitado que grasnava de pânico. Foi um festim de bicadelas e de o homem quase cair, graças ao guarda-costas de penas. Lá conseguiu fugir - literalmente - ao animal, e foi para algum lado com o outro ganso, final que eu não quis assistir mas senti ser algo similar a destino de panela quente.

Naturalmente, não estava a torcer para que o homem levasse as bicadas do ganso que protegia e tentava ajudar o outro, mas é de frisar o companheirismo do bicho. Não se importava com as ameaças de pontapés, investia nas bicadas e voltava e voltava.

Quem têm a coragem de dizer que os animais não têm sentimentos ou que são estúpidos? Óbvio que nunca apanharam com a fúria do "último" escuteiro de asas.

Mesmo com o destino que se presume, foi bonito de se ver. Não para o homem, que deve ter chegado a casa cheio de marcas de bicadas, mas pela atitude do animal.

21.05.18

Cá para mim, foi este que engoliu o relógio e não o crocodilo do Capitão Gancho.

frito e escorrido por Peixe Frito

Acaso do destino, me fez ouvir um pardalito a chilrear na árvore mais próxima e olhar para o relógio. Como em tantas outras vezes, me pareceu ver mal as horas e voltei a focar o relógio, com a banda sonora pardalesca de fundo. Então não é que o raio do pardal piava exactamente ao ritmo do ponteiro dos segundos? 1s piu, 2s piu, 3s piu com uma sincronia perfeita. Eu ali a torcer pelo animal "só mais uma, só mais umaaaa" tal e qual numa competição de quem bebe mais uma bejeca. Ao fim de uns 20 segundos lá o passarito deve ter perdido o fôlego e descompassou a situação.

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Destrezas e talentos únicos à parte, se há coisa que eu adoro nos pardalecos são os seus saltitos e mais ainda, quando andam enchouriçados por causa do tempo frio. Umas autênticas bolinhas de penas.

E eu que lhes adoro piar, tal e qual os pardalecos piquenitos e há sempre um ou outro que fica ali infinitamente a responder-me. Vou arder no inferno por me andar a meter com os pardalitos, assim à descarada.

11.05.18

Ás tantas é bronze do solário!

frito e escorrido por Peixe Frito

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Esta lixívia era da boa... desencardiu que foi um mimo! Ou então, alguém têm de variar nos calções / fato de banho da praia, para não ficar com rabo de baleia branca e marcas indesejáveis quando veste um top ou calções.

Só me faz lembrar aquela anedota:

- Mas eu sou zebra preta com risca branca ou branca com risca preta??

08.05.18

Eu não tenho metade da graciosidade numa situação destas.

frito e escorrido por Peixe Frito

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Pareço eu com as minhas golas de infinito. Só faltava o padrãozito ás caveiras, e estava feita a coisa - diga-se de passagem, aquilo dá tanta volta que mais fico a parecer um choiro pronto para assar.

Uma coisa é certa, lá que a bicha parece estar muito cozy, parece. Olha só o equilibrismo, para não cair de fuças no chão? Quem me dera a mim conseguir ficar tão charmosa e esbelta, a fazer equilibrismo em cima de um tronco. O mais certeiro era ao fim de microsegundos, estar a comer terra, cá em baixo, no chão estatelada. É que a criatura nem têm perninhas para se agarrar! - no caso de algumas que conheço de uma espécie de duas pernas, podiam pendurar-se pela língua, caso caissem... - Realmente, as bichezas têm uma esperteza e adaptação admiraveis.

Vista assim, até parece fofinha. Vai lá meter a mão, que ela dá-te a fofice.

24.04.18

É mesmo à patrão e qualquer dia dá asneira.

frito e escorrido por Peixe Frito

Há uma tendência natural de aquando me cruzo com criaturas pequenas de qualquer género/espécie, sejam bebés, crianças ou até gatos ou canitos (não querendo comparar crianças a animais, naturalmente), que se dê uma interacção com a minha pessoa. Os bébés ficam fixos a olharem para mim e, quando olho para eles, sorriem com todas as gengivas e alma para mim. As crianças, normalmente adoram-me e não me largam. Os gatos observam-me... observam-me... observam-me. Depois lá optam por me miar e me perseguirem a miar, caminhando juntinho a mim. Um ou outro aventura-se e roça-se nas minhas pernas e ronrona. E os canitos? Pois é... os canitos normalmente comportam-se como se me conhecessem há milénios, abanam o rabo e o corpo todo de animação, saltam-me para cima, lambem-me... uma alegria. E falo de animais que nunca me viram na vida. 

Ainda ontem, me cruzei com um canito, que veio a correr na minha direcção estando eu a abrir a porta do prédio, parou, esperou que eu metesse a chave na porta e a abrisse. A graça está que vi o animal a correr para mim, feliz da vida. Parou a meu lado a olhar-me. Olhei para ele e senti uma ternura naquele olhar, com aquela criatura a abanar-se toda que mais parecia que estava numa zona com um sismo localizado, e que fiz? Nem pensei duas vezes. Depois de lhe dizer "Olá!! Estás bom??" vai de esticar a barbatana e de lhe dar uma festinha na cabeça. De bom grado, o animal recebeu a minha festinha. 

Honestamente meus queridos leitores, aqui a Peixa anda a desafiar a sorte e a integridade dos dedinhos das mãos. Até agora, com tantos canitos alheios ao fim de largos anos a quem eu dei festinhas sem sequer fazer a pergunta da praxe aos donos "morde??", nenhum me fincou o dente. Nenhum. Só depois de lhes dar festinhas é que caio em mim e reflito: ai catano... e se o bicho me mordesse? Sim... porque alguns parecem muito amáveis mas depois é cá um "anda-cá-que-vais-ver-como-é-que-elas-mordem".

Na verdade, não resisto. Quando olho para eles nos olhos e sinto um calorzinho no coração, aquela sensação de familiaridade, que me faz com toda a confiança lhes dar uma festinha, sem questionar se aquele é um verdadeiro animal feroz - acho que não se babarem, rosnarem e estarem de dentes de fora, já é um índice claro de que são mansinhos maaaaaassss nunca se sabe.

E se querem que vos diga, muitas das vezes os animais são mais sociáveis e simpáticos do que os donos. Pegando novamente no caso de ontem: o dono nem me dirigiu a palavra, ignorando-me completamente. Entrou comigo no prédio - descobri que é meu vizinho - enquanto eu fui à caixa do correio e me virei, já tinha entrado no elevador e subido, sem ai nem ui. Não sou necessariamente sensível nem fiquei a noite acordada a chorar em prantos, mas um pouco de educação, não faz mal a ninguém. E sim, ele fala, que eu ouvi-o a falar com o cão, enquanto me ignorava e fazia de conta que eu nem ali estava e nem agradeceu por eu segurar a porta para ele entrar.

Dito isto, vale mais a pena arriscar uma dentada ao oferecer carinho a outra alma, do que confraternizar com pessoas assim.

 

13.03.18

O comité das lagartixas vai fazer-me a folha.

frito e escorrido por Peixe Frito

A lagartixa 1.jpg

Sabem como são as gajas e os seus tarecos. Sacos por todos os cantos mais a mala. Eu sou muito desajeitada, pelo que se vou cheia de sacos, dá molho pois levo tudo atrás de mim e sem dar conta. Por vezes nem preciso de sacos, tal é a minha graciosidade intrínseca: até a levantar da mesa, levo a toalha atrás. Como o faço? No clue. Devo ser um imãn de tal magnetismo que tudo quer vir atrás de mim, coladinhos, tal e qual as fãs histéricas do Justin Bieber quando o vêm na rua. Infelizmente, este processo de atracção podia estender-se a notas e moedas, mas não é o caso. Essas não se sentem derradeiramente atraídas por mim. Esquisitóides, não sabem o que perdem.

Devaneios à parte, há dias ia eu toda lampeira a caminho do aquário mor, de sainha e tal, pimpona e a esbanjar charme. Adivinhem que aconteceu?

Ia varrendo uma lagartixa com a saia, dando-lhe uma trolitada nas pestanas! Então a bicha não estava ali deitada, airosa, toda curvilinea tal modelo lagartixal numa sessão de fotografia de fatos de banho, mesmo à beira da pedra do corrimão? Literalmente, estava mesmo ali à mão de semear. E levou com a saia nas fuças, para abrir a pestana.

Armada em cusca a ver a malta a passar, resulta nisto. Estou mesmo a ver o que vai acontecer: Quando eu estiver a apanhar sol ali, no verão, vou sofrer as represálias de ter aconchegado a saia ao nariz da lagartixa.

E eu que adoro tixas do coração.

05.03.18

Então pá? Mas isto é assim, à descarada??

frito e escorrido por Peixe Frito

Até pia fininho... Ao menos ganha anti corpos 

17.01.18

Não posso ver nada.

frito e escorrido por Peixe Frito

Andei aí pela net e deparei-me com um casinhoto diy para gatecos. Com "casinhoto", queira ler-se tenda.

Ora, olha eu a fazer uma tenda destas... com o jeito que tenho, o desgraçado do gato levava com a tenda nos bigodes em três tempos, mal poisasse a primeira pata dentro - ou pensasse em o fazer.

Estou a imaginar o gato deitado em volta de uma fogueira com brasas amenas, a mandar água para as pedras quentes para fazer uma sauna turca, em conjunto com outros gatos, enquanto assam sardinhas e inalam incenso, usufruindo do conforto indoor de uma tenda em casa.

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Pensando bem, deixa lá o gato. Vou é fazer uma para mim.

 

P.S.: O bichano está assim com ar de quem não gosta muito do padrão da tenda, ou é impressão minha?

08.01.18

Velem pela minha alma.

frito e escorrido por Peixe Frito

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Numa conversa animada entre colegas, uma refere que gosta de comprar produtos numa loja que não faz testes em animais. Até aqui, tudo bem, apoio.

Adivinhem que produto a colega estava a falar em específico? Cera para velas.

Pois, bem, leram correctamente. Cera para velas.

 

Eis que, fiquei imediatamente a pensar, na minha santa ignorância e extrema rapidez de fazer graçolas com  tudo o que seja, que raio de testes poderia uma empresa fazer num animal, com um produto como a cera para vela:

Quanto tempo temos até nos dar um fanico com o cheiro que a vela têm ou quanto tempo até se ter efeitos adversos como ver unicórnios, ursinhos carinhosos e apetecer chamar uma ratazana de fofinha e levá-la para casa, como animal de estimação? A textura da cera, sedosa ou com tendência a grumos e se vertida na pele, sai bem, dando para fazer depilação à brasileira ou deixa marcas de queimaduras e arranca tudo, inclusive a pele? É comestível ou meio indigesta? As cores, são hipnóticas e afectam o nosso subconsciente, criando uma máquina de guerra silenciosa, accionado o "gatilho" de destruição com o cheiro de vela queimada quando é apagada ou simplesmente nos fazem sentir "peace & love" como uns hippies dos anos idos? Muitas variantes e hipóteses, passaram nesta marmita, numa questão de segundos.

A minha preferida, que acabei por dizer em voz alta:

- Qual era o teste? "Olha, este arde bem com a vela".

Escusado será dizer que a colega não achou a mínima graça à minha piadola.

Há que ter alguma abertura de mente e espírito. Longe de mim apoiar os testes em animais tal como outras coisas que por vezes se brinca um pouco, inocentemente.

Mas vão lá dizer isso à moça, que se pudesse, fazia um teste com a cera das velas mas era em mim.

12.07.17

Decididamente, já não se fazem gatos como antigamente.

frito e escorrido por Peixe Frito
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06.07.17

Sensação de absorção... mas ao contrário.

frito e escorrido por Peixe Frito

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  Desculpem a linguagem, mas sempre achei estas cabines uma mariquice pegada. Eis que, a vida dá muitas voltas, e eu acabei por ter a oportunidade de lavar as escamas numa cenóide destas.

Fiquei convertida! Sim, é mariquice ter música e luzinhas psicodélicas - que mais parece que estamos a tomar banho numa pista de dança vazia, literalmente uma festa da espuma privada - com jactos de massagem incluídos... ahhhh mas que bom. O único problema foi eu ser uma sardinha e ficar no meio das duas filas dos jactos de massagem...! Não se pode ter tudo. Foi verem-me a fazer poses como se estivesse a jogar o twist, só para apanhar um jateco nas costas e outro na perna.

Quem se devia estar a divertir no meio daquilo tudo, foi a porra da traça voyeur que estava dentro da cabine, quando eu entrei e que lá continuou, enquanto eu estava a dar show a lavar as barbatanas.

Já não se têm privacidade... Imbejosos. Rais partam mais ao bichedo alado que não pode ver nada, que anda sempre onde não é chamado nem convidado.

Até rimei. Ora toma.

 

01.11.15

Ás tantas viu o pára choques e achou que era bom poiso para uns snacks nocturnos.

frito e escorrido por Peixe Frito

     Hoje tive direito a decoração de Halloween na minha viatura - não, não me refiro aos bichos mortos ex-alados que não sei como (cofcof) se encontram no pára choques do peixmóbil - ao vivo, a cores e... com muitas patas. Raios partam, não sei que se passa que a minha viatura têm a aptidão de atrair bicheza... mesmo durante a noite. Então não é que me estava a aproximar do peixmóbil e observei algo grande, em cima do vidro da frente. Conforme me ia aproximando, lá percebi que era aquilo.... um aranhão mas um senhor aranhão. Atrevo-me a dizer que até os pássaros mais pequenos se devem intimidar com uma coisa daquele tamanho! Pensei em por o limpa pára brisas a funcionar, mas receei que a bicha ficasse na mesma alojada algures na viatura ou no meio de tanta imponência, me desse umas dentadas nas escovas... Aí era o fim da macacada. Pelo que optei por enxotar aquele bichão com um papel (figurinhas... e ainda nem tinha bebido nada) que a muito custo - e a encolher-se pelo meio, que sim... esta devia ser tão maquiavélica e segura de si que nem se fazia de morta, como as comuns das aranhas - lá se mandou para fora do carro.

      Olha agora... eu sei que a malta anda numa de poupanças e que o combustível anda caro, mas andar assim á boleia á descarada... é preciso ter lata.

21.10.14

Esta é que seria um belo pitéu...

frito e escorrido por Peixe Frito

Ui se o Bear Gryll se apanhasse com uma destas pelo caminho, quando ele anda para lá no meio de nenhures?

Aquilo é que era um banquete.

02.08.12

Ando eu a aturar os filhos dos outros!

frito e escorrido por Peixe Frito

   Já tinha referido aqui  há algum tempo atrás, que há uma casa vizinha que têm cães, e que em frente têm um café. Pois bem, a aqueles cães, tudo lhes calha na rifa. No outro dia, calhou-lhes uma menina, pequenina, com os seus três a quatro anos, que tirou o dia para lhes infernizar o juízo e envelhecê-los mais uns anos. Só se ouvia uma vozinha mimosa a gritar:

   - Cãoooo! Ó cão!! Cãoooooo!! Cãoooooo!! Ó cão!!!!!

   Os cães, já batidos e escaldados nestas andanças, fartos de "virar frangos", não ligavam nenhuma à menina. Esta é que acabou por se fartar de os chamar e eles nada. Nem chiavam. Até que ela se vira, e diz:

   - Cão! Ó cãoooo!! (Pausa. Silêncio) Cão mau!!! - e fez beicinho.

  Crianças...  eheheh

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