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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Este post é dedicado ao gajedo que passa por mim, me olha de soslaio pelo cimo do ombro (queriam, muitas são mais baixas que eu) e lançam olhares de desprezo.

frito e escorrido por Peixe Frito, 17.01.19

Digo várias vezes, não que seja uma estampa mas raios partam se há gajas que me lançam olhares com faíscas e se movem como se os chatos andassem de avião. Senhoras! Eu tenho mais que fazer do que andar a alimentar a vossa falta de auto estima e inveja por outras gajas que se passem à vossa frente, somente porque têm algo que vocês - por algum motivo que me é bastante oculto - apreciam ou não conseguem chegar a aquele nível de formosura, brilho - aconselhável não olhar directamente e se o fizerem, usarem óculos de sol - maravilha, em que onde quer que se pise, nascem flores, cresce relva - mesmo no pavimento do asfalto, devo dizer, é altamente incómodo ir a andar e surgirem tufos de ervas - borboletas voam, fadinhas largam pózinhos de perlim-pim-pim e, nos tempos vagos, aparece um Pégasos ao fundo, a compor o ramalhete do cenário.

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Não é para quem quer, é mesmo para quem pode. Aquela piruca loira rebenta comigo... O cabelo ao vento, tão mas tão sexy! Um autêntico "avião"!!

Quando eu crescer, quero ser tão talentosa...

frito e escorrido por Peixe Frito, 09.04.18

...quanto esta galinha.

 

O que eu me farto de rir às custas desta parvoeira. O Ed Sheeran que não se ponha a pau, que a galinha rouba-lhe as fãs todas, com esta voz sexy.

Adivinhem? Claro que vou arder no Inferno.

frito e escorrido por Peixe Frito, 15.02.18

Fiquei a saber que há vários tipos de meditação clínica, conforme o caso da pessoa. Um género é olhar as nuvens e observar a sua textura, formas, movimento. Outro é olhar para a água, riacho, ribeiro, mar a correr, observando a ondulação da água, cor. Outra ainda, é observar uma floresta, as árvores, folhas, vida circundante. Até aqui, nada de especial, digamos assim. O pior é quando nos dizem que há uma meditação da pessoa ficar a olhar parada para... um monte de terra.

Com todo o respeito que estas terapias merecem, mas eu não aguentei e lá tive de soltar umas gargalhadas valentes e lágrimas de tanto rir, à mistura. Só imaginava a expressão de "um burro a olhar para um fardo de palha".

Sorte que, no meio disto tudo, o professor me ignora (já sabe quanto a casa gasta), embora eu saiba que, lá no seu íntimo, só lhe apetecia apertar-me o gasganete e cilindrar-me de surra. 

Haja paciência para esta gente tsc tsc