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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Desafio de escrita dos pássaros #14 | E para hoje, um pouco de mim, de modo não usual.

13.12.19, Peixe Frito
Posso aparentar ser desastrada, distraída, tótó por vezes e loira não só por fora mas também por dentro, com as partilhas que habitualmente faço com os meus leitores. Brincalhona para com terceiros e constantemente na paródia, aparentemente não levando nada a sério. Mas se querem saber, eu sou muito fora dos moldes da sociedade. E não digo isto porque é moda ou da boca para fora. Quem me observa, pareço desenxabida, ar de quem não parte um prato e de sonsa sem sal, mal sabe (...)

Desafio de escrita dos pássaros #13 | E assim todos viveram felizes para toda a eternidade, com os dentes livres de cáries!

10.12.19, Peixe Frito
Em um filme de zombies, cuja existência foi causada por um vírus de laboratório que gerava a mutação nas pessoas, era de esperar que o final do filme mostrasse a cura. E assim foi. Alice, a única com o antídoto contra a bicheza que gera zombies como uma linha de espetos vira frangos ao lume, descobriu como curar os zombies e salvar a humanidade. Em pleno ambiente de caos e destruição, Alice foi à Fábrica de Chocolate falar com o Willie Wonka e conseguiu o seu contributo: saiu (...)

Desafio de escrita dos pássaros #12 | Cá para mim, era um plano maquiavélico.

06.12.19, Peixe Frito
Isto aconteceu a uma amiga minha. Juro que é verdade. Passo a relatar: Ora então, era ao fim da tarde, era à noite, era de madrugada, sempre a dar-lhe! Não havia descanso. De manhã era acordar com olheiras, cabeça moída e enrezignada. E não era para menos. Havia um par de bichos alados, que tinha o hábito de pousar na estrada, mesmo em frente à casa da moça, a fazer uma chiadeira um para o outro, como se tivessem na galhofa. Certo dia, a rapariga passou-se da marmita, abriu a (...)

Desafio de escrita dos pássaros #11 | Ela é de facto alguém com um parafuso a menos, mas nós amamos ela na mesma.

06.12.19, Peixe Frito
«Tenho fome. Tenho fome. Tenho fome. Tenho fome. Mas será que ela não chega a casa? Onde andará ela??» enquanto isso, andam as feras às voltas pelo seu estaminé, a virar tudo do avesso: plantas a serem desenterradas, pedras fora de sítio, castelos tomados e de patas para o ar, no fundo, um ver se te avias. Finalmente ouvem-se as chaves na porta - eu Peixa, quero pensar que eles ouvem, mas duvido - a porta fechar e um: - Olá meus amores! - seguido de uns gestos de ondular com as mãos. (...)

Desafio de escrita dos pássaros #10 | Já eu acho que, como diz o outro: "Pior do que perder o sono durante a noite, é achar o sono e ficar com ele o dia t...

21.11.19, Peixe Frito
Eu pensava que era só eu que era assim quando era pequena, que estava várias vezes sempre a torrar o juízo a perguntar aos meus pais coisas como: "quando vamos comer?" "quando vamos embora? " e é claro, o mítico "já chegamos?", mas afinal, não. Há quem me tenha destronado a alto nível. A situação mais conhecida da família é a do piolho aka lagartixa aka mano da cú rabinho pequeno, quando íamos todos de viagem em família, de férias. O sacana do rapaz ia a ferver batatas, (...)

Desafio de escrita dos pássaros #9 | Ora, para o que me haveria de dar!

21.11.19, Peixe Frito
Isto de se ser peixe, acordar em uma ilha deserta e núzinha em pêlo, como se veio ao mundo, têm muito que se lhe diga e pano para mangas - agora até dá jeito o pano para as mangas, com o frio que têm estado. Não me importava que isso acontecesse, desde que tivesse comidinha, me pudesse abrigar numa palhota que tivesse uma cama de rede e ter como voltar - isto é mega importante. É a minha lista de exigências - de resto até às vezes sabia de facto bem estar numa ilha deserta, (...)

Desafio de escrita dos pássaros #8 | Escreve uma carta para a criança que foste

04.11.19, Peixe Frito
Eu nunca fui muito dada a essas cenices de escrever cartas para mim do futuro e muito menos para a criança que fui. Devo dizer que eu escrevendo para o eu alevim, correria o pleno risco de eu não conseguir ler a minha letra – era algo que me fazia espécie, caligrafias. Naquela altura eu achava que toda a gente devia de ter a mesma letra, para eu perceber, apesar de ler muito bem – e poderia dar-se a eventualidade de eu não ligar um rabo à situação mesmo. Porque raio, iria eu do (...)

Desafio de escrita dos pássaros #7 | O natural é que está a dar.

25.10.19, Peixe Frito
Eu sei que hoje em dia há cada vez mais tendência a usar compostos naturais, nomeadamente shampoo e amaciador para o cabelo, sabão, desodorizante, cremes para o corpo e cara. Aliás, na verdade isto é apenas uma pequena fracção do pessoal, que os faz ou que é dado às coisas naturais, porque muitos dos restantes, continuam a usar produtos com a promessa de "extractos de pena de fénix do Alasca e de lótus que Buddha usou enquanto meditava" e outros tantos ligam um rabo a isso, (...)

Desafio de escrita dos pássaros #6 | Foi Amor, não era uma cabana… mas havia um frigorífico.

18.10.19, Peixe Frito
Não tenho jeito para histórias de amor, por isso vou narrar uma situação que se deu durante a existência de uma história de amor: Toda a gente que é casada ou partilha a casa com uma cara metade, sabe bem que com o tempo, começa-se a apanhar as pancas da outra pessoa, por muito que todos achemos que somos mega normais – cá está, o conceito de “normal” é muito sobrevalorizado. Eu tive uma cara metade, que primava pelo especial mau génio e mania que tudo sabia, ou como se (...)

Desafio dos pássaros #5 | Não é para quem quer, mas para quem pode.

11.10.19, Peixe Frito
“Estás na fila para o purgatório e Hitler está à tua frente. Ninguém o quer aceitar e a fila não anda. Escreve a tua intervenção para convencer um dos lados a aceitá-lo.” Só me dá para rir, porque primeiro, eu e Hitler no mesmo sítio? Ó senhores, aqui a gaja é material de entrada VIP no Céu. Não há cá esperas, é parar a minha limousine, estendem a carpete arco-íris (Céu não podia ser vermelha, né?) sai a Peixa formosa, de cabelos de sereia ao vento e desfila, a (...)

Desafio de escrita dos pássaros #4 | Eu gosto de apresentar opções válidas, para que a situação fique resolvida a bem para ambas as partes.

04.10.19, Peixe Frito
Se há coisa que têm graça, é que das primeiras palavras que uma criança diz, é “não”. Está uma pessoa a fazer perguntas e alguns até para dizerem “sim” com a cabeça, fazem o gesto de “não”. Há quem diga que são influências dos pais, que passam a vida a dizer, “não mexas aí”, “não cheires”, “não fedas”, “não estejas acordado durante a noite quando o pai e a mãe querem dormir” e coisas do género. Se assim fosse, porque é que seria apenas a (...)

Desafio de escrita dos pássaros #3 | E para hoje, algo completamente diferente.

27.09.19, Peixe Frito
Era uma vez uma pequena peixinha, que tinha um patinho pequeno. O patinho adorava-a e seguia-a por todo o lado. O seu pai Adamastor, decidiu por uma tábua alta, para o patinho não seguir a peixinha pelas escadas abaixo, a fim de ele não se magoar. Mas o amor do patinho pela peixinha era tão grande, que ele conseguiu saltar a tábua para o lado de lá… enrolou-se nas escadas e partiu o pequeno pescocinho. A peixinha assistiu a aquilo tudo horrorizada. Ainda hoje depois de adulta, (...)

Desafio de escrita dos pássaros #2 | O amor é violento.

20.09.19, Peixe Frito
Ao longo da vida, tenho levado muitos estalos e estaladas, à pala do amor. Quem manda o meu coração ser assim, de fácil enamoramento, sem olhar a crenças, estereótipos, cor, ao que for? Simplesmente ama. E aqui está a receita para a minha desgraça. Ora, imaginem o que é, ter um coração destes e ir passear para uma fnac, por exemplo? Eu morro de amores por livros, cd’s, jogos. Estão a ver o cenário, não estão? Apaixono-me por um cd e um livro e mais umas traquitanas e (...)

Desafio de escrita dos pássaros #1 | A bela da sexta-feira 13!

13.09.19, Peixe Frito
“Problemas, só problemas!” barafustam as pessoas que são supersticiosas, ao chegarem a uma sexta feira 13, pensando como vão engedrar um plano perfeito para passarem o dia sem tentarem a sorte e retornarem inteiros ao conforto do lar. Uno - Devem de começar a manhã, logo a sair da cama com o pé direito, pois não vá o diabo tecê-las - mas podem sempre torcer o pé. Digo eu, que não sou de intrigas. Dos - Nesse dia, devem de estar especialmente despenteados, mal amanhados, (...)