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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Já são muitos anos a virar frangos.

17.10.19, Peixe Frito
Tenho o hábito de meditar. Todos os dias ou pelo menos, na grande maioria. Sempre antes de dormir e em casos excepcionais, em que esteja a necessitar de limpeza energética extra, de manhã. Ora pois, eu adoro por uma música de fundo, mas se querem que vos diga, se não tiver, não faz mossa. Tenho dias que ainda é pior ouvir música de fundo, que me embala e acaba por me tirar um pouco do foco. Não obstante de que o meu quarto é o meu sítio de eleição para meditar, quer seja (...)

Ninguém merece. Muito menos eu.

15.10.19, Peixe Frito
E quando adoramos beber chá - menos daquelas misturas de frutos comerciais e cenices assim - em que um que nós mais adoramos, é de uma flor? Bebemos daquilo tranquilamente, como quem bebe água (esta foi demasiado óbvia), porém, esse chá acaba. Que fazer? Vasculhar no mercado outro chá daquela flor. Finalmente encontramos. Yeahhhhhhh que felicidade! Até os olhos viram corações... só que não. Quando bebem esse chá novo sentem como se estivessem a morder mesmo as flores, com (...)

Vejam bem a mestria da macaca.

14.10.19, Peixe Frito
Ouvia um zumbido. Uma mosca andava algures no gabinete e eu não percebia onde. Era quase como se a mosca fosse invisível, mas o som, era de megafone. E vai de zumbir, e zumbir e zumbir. Após escrutinar todos (pronto, quase todos) os cms do gabinete, dei com a bicha. E onde estava? Há uma janela no gabinete e apenas abre de um lado (janela de correr) e eis que, observei que existe uma teia de aranha bem na zona de abertura da janela, colocada estrategicamente para não se danificar ao (...)

É nestas alturas que compreendo e valorizo a infância que tive.

10.10.19, Peixe Frito
- Que tens nas mãos? - Apanhei uma borboleta, vou soltar na rua. - Uh, que nojo!!   E assim ficamos a saber, o quanto algumas criaturas jovens não sabem o que é ter contacto com animais. Se fosse tipo eu, que apanhava até gafanhotos, musaranhos, andava atrás das lagartixas, apanhava pirilampos, virava bichos-de-conta que estavam a pensar que estavam a caminhar no céu de patinhas para o ar (coisa que ainda hoje faço), meia volta andava à cóca nas poças a ver se haviam girinos (...)

E assim fico eu a pensar na imagem que as crianças têm de mim.

09.10.19, Peixe Frito
- Então cú rabinho pequeno, conta-me lá que prendinhas recebeste ontem na festinha de aniversário? - Olha tia Peixa - e começa a enumerar com os pequenos deditos - recebi uma LOL não-sei-quê (isto fui eu que não fixei, soou a professora do Charlie Brown) outra LOL linda não-sei-que-mais e mais outra LOL assim de óculos. Ah e a mãe deu uma com (e faz sinal de dois tótós na cabeça). - Muito bem. E que mais? - Deram-me macaquinhos. - Macaquinhos? Deram-te macaquinhos? Eh (...)

É como é. Não vou andar a florear a situação.

08.10.19, Peixe Frito
- Ó tia Peixa, a sério!! Mas como é que as aranhas fazem as teias de aranha?? - Olha, eu explico-te mas eu vou estar a falar a sério e não a gozar contigo... Por muito estranho que possa parecer o que te vou dizer. - (silêncio) - O fio sai do cú da aranha. E ela com baba e com as patinhas, vai tecendo a teia. Percebes? -... pelo cú? O fio sai pelo cú?? - Sim, pelo cú. Momentos de silêncio. Observa as teias de aranha no gradeamento das escadas. Até que: - Pelo cú tia Peixa?! E assim se choca uma criança, a ensinarmos como funciona a natureza animal, com a beleza na sua plenitude, de aranhas a tecerem teias, cujos fios, saem pelo cú.

Estes ao menos não põem paninhos quentes e nem se metem com falinhas mansas.

07.10.19, Peixe Frito
E quando recebemos um e-mail, cujo assunto diz: - (vosso nome, que o meu é tendencioso) Feliz Dia do Animal!!  Das duas três, ou me estão a chamar de animal logo de caras ou me estão a chamar de bicha dos oceanos quiçá meio terrestre, assim directamente! Se tivesse algum cupom de oferta, eu até esquecia a coisa, mas agora nem um miminho nem nada?? 'tá mal. Chamam nome à gaja e nem sequer dão um doce em troca. Aonde vai este mundo parar? Está tudo perdido e louco.

Eu divago com alguma facilidade. O que vale é que já se sabe quanto a casa gasta.

07.10.19, Peixe Frito
Vou para buscar um rolo de papel higiénico na zona do staff na empresa e passa um colega com o fim de uma embalagem de rolos de papel higiénico, incluíndo o último rolo da dita embalagem. Digo-lhe eu: - Não me diga que é o último rolo!! - Não... há mais ali no armário. - Ah, é que é assim. Se fosse o último, tinhamos de andar à punhada por esse! - Não! Há mesmo mais no armário. - Olhe. Acho bem que não me esteja a indrominar e a dizer "Peixa, há mais no armário, (...)

E uma pessoa fica assim, com ar de quem já foi entalado com uma pinta da peça das Caldas.

04.10.19, Peixe Frito
Festa de aniversário do espécime mais jovem da família, este fim-de-semana. Eu, tranquila, decidi que a manhã desse dia, seria passado na ronha, dormir, lanzeirar, descansar, a fim de recuperar da semana e, depois disso tudo, ir antes da hora à festa para dar uma mãozinha. Mas e quando se antecipam a nós? - Peixa, olha, a mãe Peixa teve a perguntar-me em quê que precisamos de ajuda para a festa da cú rabinho pequeno, para ajudar. Nós vamos para lá às 11hrs da manhã - a festa (...)

E assim, começo a semana... com reflexões destas.

16.09.19, Peixe Frito
Verão: época de praia. Adoro. Estas férias, fui para uma praia que há anos não ia e para meu deleite, não tinha excesso populacional. Porém, o português e o síndrome de sardinha em lata, que mesmo tendo o areal praticamente vazio, gosta é de estar aconchegadinho quase se fundindo com os outros, quilhou-me: além de ter toalhas quase em cima da minha de tal maneira que mal percebia onde começava a minha e acabava a do vizinho, tive pessoas ao lado que até viam se tinha a (...)

Quase que a curiosidade matou a Peixa.

12.09.19, Peixe Frito
Todos os dias de manhã, tenho o hábito de comer um pouco de açafrão-das-índias. Fresco. Sim... fresco. Não há cá em pó, nem dissolvido em leite, água, sumo, sopas, o que quiserem. Fresco e fofo. Assim à macho que não come mel mas morde a abelha style, adaptado a gaja. É da praxe, ficar com os dentes e língua amarelos, mas temos de dar uso à escova de dentes, não é verdade? Ora, de há uns tempos para cá e cada vez com mais força, produtos alimentícios decidiram (...)

Cada figurinha...!

06.09.19, Peixe Frito
Já mencionei por aqui várias vezes, a situação de uma pessoa acordar de manhã e ter a marca quer dos bordados da fronha na cara, como os vincos dos lençóis por todo o corpo. Ficamos a parecer que temos desenhos abstractos na pele. Os que normalmente mais me aborrecem, são os da cara. E ainda mais, quando estas cenices só se lembram de ficar mais vincadas, profundas e difíceis de disfarçar - mesmo depois de tomar banho, massajar, pôr creme e, em último recurso, até tentar (...)

Não tarda e armo-me em Shrek e tiro velas dos ouvidos, pois 'tou a ficar anormalmente mouca, o que só pode derivar de cera.

02.09.19, Peixe Frito
Ouvir crianças na rua a gritar. Primeira vez: soou a algo familiar. Segunda vez: Possa parece mesmo que me estão a chamar. Vezes seguintes: Olha, mas é o meu nome. Há alguma criancita por aí, com o mesmo nome que eu? Até que fiquei mesmo a ouvir, ouvir ouvir com atenção, até o tico e o teco fizeram silêncio e suspenderam a respiração e... e... afinal não era o meu nome que o criancedo gritava, mas sim: - Volta aqui que te vou cortar a cabeça!! Ponto um: Em minha defesa, (...)

Ninguém me atura.

31.07.19, Peixe Frito
Eu, no primeiro dia de férias, ao invés de descansar os ossos, esfrego as mãos e armo-me em fada-do-lar, vassoura em punho, limpa vidros, tintas e a pura da loucura. Uma amiga até me disse: - Possa Peixa, relaxa! Estás de férias! E eu disse todo o esquema de hoje, ir aqui, ali, acolá, fazer isto, limpar aquilo, o diabo a quatro.  - Miga... tu cansas-me! Pronto, é assim. Peixa de férias e meteu na cabeça que têm afazeres, têm afazeres! Venha de lá o mais pintado!! Não (...)

Quando falecer, vou doar o meu cérebro à ciência.

24.07.19, Peixe Frito
Mas não é por rasgos de genialidade e por ter uma carola do caraças! Desenganem-se. Eu enquadro-me nas pessoas que até a ouvir determinadas músicas, em dias de calor, fica ainda com mais calor (sem cenas perversas). Do mesmo modo, que refilo quando é pleno inverno, chove a cântaros, frio dos colchões e a rádio passa regaton e cenices assim. Está mal!! Uma pessoa a ouvir aquilo, a cheirar a verão e nós ali como as cebolas: cheios de camadas, já dizia o Shrek. Em outro prisma, (...)