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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Aviso à navegação: este blog não é para meninos-de-coro.

frito e escorrido por Peixe Frito, 29.03.18

Devo adverter que meia volta, serão aqui abordados temas com teor de tabu para muita gente, nomeadamente coisas de macaquinhos-do-nariz, gases expelidos pelas traseiras das criaturas vivas, casa-de-banho e associados. Pelo que, venho por este meio avisar os caros leitores que a fritadeira (cujo endereço é ohdaguardapeixefrito.blogs.sapo.pt daqui em diante mencionada como fritadeira) não se responsabiliza por náuseas, enjoos, caras de nojo, caretas de desdém, vontade de furarem os olhos, pensamentos gráficos a imaginarem as cenas, serem apanhados por terceiros a lerem coisas duvidosas, vontade de coçar o rabo nem qualquer outra coisa que eventualmente possam ter, por lerem os posts aqui da fritadeira. Andam aqui a cuscar por vossa conta e risco.

Dito isto, não se espantem das coisas que por aqui narro: tirando uma coisa ou outra, são mesmo histórias vividas e partilhadas com a minha pessoa - ou vividas por mim - por muito mirabolosas que possam ser.

Este é um blog baseado em factos verídicos. Naturalmente não divulgarei nomes, não vá alguém reconhecer-se ou à pessoa que está exactamente ao seu lado.

Se acontecer... a fritadeira nada têm a ver com eventuais traumas ou provocações de arrepios-de-vergonha-alheia a terceiros, como mencionado parágrafos acima.

Diria que era pura coincidência, mas se calhar até não é.

Todos nós temos uma zona mais obscura da nossa alma, a nossa cromice intrínseca, que muitas vezes temos vergonha de partilhar com alguém ou até pensar nisso.

Por aqui, isso não existe.

Ora então, agradecida a gerência pelo vosso tempo e bem hajam a todos.

Ainda na onda do post anterior...

frito e escorrido por Peixe Frito, 28.03.18

Não aconselho a leitura do post, se forem púdicos, nhonhinhas ou se enojarem com facilidade com conversas onde temas de casa-de-banho e de cócós alheios, vos faz ter vontade de expelir as tripas pela boca.

 

Dizem os entendidos, que numa situação de aflição e de urgência, que não podemos aguardar pela civilização mais próxima, em que a natureza nos chama desalmadamente e que eventualmente temos de ir ao mato e em que tenhamos peças de vestuário comprido vestidas aka saias compridas até aos pés, nos devemos certificar de agarrar bem nas saias, senão corremos o risco de trazermos aquilo que expelimos, como um bónus anexado no interior da saia, tal cão que não larga o osso ou bebé canguru que não sai da bolsa da mãe. E o pior é que podem só dar conta depois de sentir algo a roçar nas pernas, de temperatura amena e ao sentirem um aroma digno das profundezas de qualquer criatura.

True story. Belive me.

Conselhos valiosos destes, contados de experiências vividas em primeira mão, não encontro eu em mais lado nenhum.

Sou tão abençoada.