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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Vejam bem a mestria da macaca.

14.10.19, Peixe Frito
Ouvia um zumbido. Uma mosca andava algures no gabinete e eu não percebia onde. Era quase como se a mosca fosse invisível, mas o som, era de megafone. E vai de zumbir, e zumbir e zumbir. Após escrutinar todos (pronto, quase todos) os cms do gabinete, dei com a bicha. E onde estava? Há uma janela no gabinete e apenas abre de um lado (janela de correr) e eis que, observei que existe uma teia de aranha bem na zona de abertura da janela, colocada estrategicamente para não se danificar ao (...)

Só me falta a verruga no nariz.

31.10.18, Peixe Frito
- Ó tia Peixa, o que é isto? - Diz-me a cú rabinho pequeno, sentada ao meu colo, a puxar uma das camadas da minha saia. - Então, isso é a minha saia. O tule da saia. Não vês que têm várias camadinhas? - Sabes eu tenho uma saia igual à tua mas é preta com bolinhas em laranja e eu vou usar para me mascarar de bruxa até tenho um chapéu sabes assim um chapéu preto também que depois uso tudo e levo para a escola uma saia assim igual à tua (sim... tudo num só fôlego, belos (...)

Daqui a nada está tudo a tirar os esqueletos do armário.

21.09.18, Peixe Frito
No meu caso, não preciso de tirar do armário, o meu esqueleto predilecto, está pendurado à entrada de uma divisão do aquário. E nesta altura do ano, em especial destaque, é pendurado à entrada. É digno de se ver, cada vez que eu abro a porta - o esqueleto está pendurado no endireito da porta da rua - e ver a cara da pessoa a olhar fixamente para o esqueleto atrás de mim, com a conversa primeiramente efusiva: oláá tudo bem?? para de repente passar para um: erm.. hum... sim... (...)

A tradição já não é o que era!

01.11.09, Peixe Frito
   Estava eu à espera de acordar logo pelas 8:00 da matina, com berros de petizes na rua aos grupinhos, a tocarem às campainhas, a pedirem o mítico "Pão-por-Deus", quando dou por mim a acordar às tantas, e sem ninguém me ter tocado à campainha (não, a minha campainha não dá para desligar... infelizmente que às vezes dava jeito). O mais irónico disto tudo, após anos e anos e anos de me andar a esquivar a abrir a porta aos miúdos (alguns lá me fintavam grrr), após (...)

Ai que medo...!

30.10.09, Peixe Frito
    Este ano não preciso de máscara para o Halloween, com o aspecto medonho que tenho tido esta semana (já ia partindo o espelho umas quantas vezes), com o cabelo desengrenhado, cor pálida com falta de sol e de ar puro, e com umas olheiras tão grandes que me chegam literalmente ao joelho (ehhh que exagero! Vendo bem... acho que chegam às canelas!!)... Se me começarem a crescer os caninos, começo a temer que me esteja a transmutar numa vampeixa ou numa lobipeixa.     Tenho de (...)

Histórias horripilantes de Halloween (2)

29.10.09, Peixe Frito
     Esta não é bem de Halloween, mas pronto..       Conta a minha vózinha Peixa-Mor, que lá na santa terrinha dela, lá para trás do sol posto, onde Judas perdeu as botas para ser mais precisa, havia um cemitério. Por coincidência, ao lado do cemitério, haviam terrenos de cultivo de legumes, tais como tomates, favas, batatas, etc. Pois bem, hoje já não se usa muito este tipo de gesto, mas naquela altura (no tempo da Maria Cachucha d.c.), era muito usual as pessoas (...)

Histórias horripilantes de Halloween... búúúúúú

28.10.09, Peixe Frito
   Era uma vez uma personagem, que na altura do Halloween, apreciava cortar abóboras e decorá-las a preceito para festejar o evento. Depois dessa trabalheira toda, de cortar, de retirar o miolo, mandar os carneiros bugiar (os das abóboras), fazer as caretas assustadoras, com os bofes de fora e até com abóboras em cima da cabeça tal era a quantidade (temos de dar utilidade à dita, não é), lá ia ela colocá-la(s) na rua, à porta de casa a decorar. Assim para uma recepção (...)