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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Quase que a curiosidade matou a Peixa.

12.09.19, Peixe Frito
Todos os dias de manhã, tenho o hábito de comer um pouco de açafrão-das-índias. Fresco. Sim... fresco. Não há cá em pó, nem dissolvido em leite, água, sumo, sopas, o que quiserem. Fresco e fofo. Assim à macho que não come mel mas morde a abelha style, adaptado a gaja. É da praxe, ficar com os dentes e língua amarelos, mas temos de dar uso à escova de dentes, não é verdade? Ora, de há uns tempos para cá e cada vez com mais força, produtos alimentícios decidiram (...)

Eu continuo a dizer. Eles são, no mínimo, suspeitos!

09.09.19, Peixe Frito
Quem ainda tinha dúvidas de que debaixo de pêlo fofinho, nariz amoroso e rom-rom-rom de derreter o coração, estão génios do mal, que nos estão a conquistar fazendo de fofos para depois reclamarem o mundo como seu... espero que esta foto tenha esclarecido essa situação. Está aqui a prova de que os gatos querem dominar o mundo!! Depois não digam que não avisei. E escondam os vossos aperitivos de milho, porque pelo que parece pelo relatório fotográfico, é aí que vão atacar (...)

Uns morrem e outros ficam assim. Diria que me podia dar para pior, mas fico na dúvida.

06.09.19, Peixe Frito
Hoje estive a ler um post de um gajo ranhoso, qualquer que para aí anda e com base em um comentário trocado entre mim e uma blogger querida, deu aso a uma pesquisa de minha parte na internet, pois foi mencionada uma palavra esquisitóide para a vagina. E porquê?? Pois... eu xou axim!! Gosto de ver se há significados da palavra, que deturpados são usados noutros temas. Se há (...)

Cada figurinha...!

06.09.19, Peixe Frito
Já mencionei por aqui várias vezes, a situação de uma pessoa acordar de manhã e ter a marca quer dos bordados da fronha na cara, como os vincos dos lençóis por todo o corpo. Ficamos a parecer que temos desenhos abstractos na pele. Os que normalmente mais me aborrecem, são os da cara. E ainda mais, quando estas cenices só se lembram de ficar mais vincadas, profundas e difíceis de disfarçar - mesmo depois de tomar banho, massajar, pôr creme e, em último recurso, até tentar (...)

A bela arte de cortejar trolhense, que têm a sua ciência e primor!

03.09.19, Peixe Frito
Realmente meu querido, não tens estofo para a cena. Sem dúvida, que cada um é para o que nasce e não é qualquer um que têm gabarito, cenário, ginga e paleio, para se ser homem das obras. Sem falar na imaginação para tais piropos brejeiros. Se algum me elogiasse a vestimenta ou o penteado, até desconfiava. Ainda mais do que me mandarem piropos bardajolas. Isso é que seria esquisito, não era? As pérolas que se perderiam... o dano seria incalculável. E irreparável. Vamos fazer (...)

Não tarda e armo-me em Shrek e tiro velas dos ouvidos, pois 'tou a ficar anormalmente mouca, o que só pode derivar de cera.

02.09.19, Peixe Frito
Ouvir crianças na rua a gritar. Primeira vez: soou a algo familiar. Segunda vez: Possa parece mesmo que me estão a chamar. Vezes seguintes: Olha, mas é o meu nome. Há alguma criancita por aí, com o mesmo nome que eu? Até que fiquei mesmo a ouvir, ouvir ouvir com atenção, até o tico e o teco fizeram silêncio e suspenderam a respiração e... e... afinal não era o meu nome que o criancedo gritava, mas sim: - Volta aqui que te vou cortar a cabeça!! Ponto um: Em minha defesa, (...)

Ninguém me atura.

31.07.19, Peixe Frito
Eu, no primeiro dia de férias, ao invés de descansar os ossos, esfrego as mãos e armo-me em fada-do-lar, vassoura em punho, limpa vidros, tintas e a pura da loucura. Uma amiga até me disse: - Possa Peixa, relaxa! Estás de férias! E eu disse todo o esquema de hoje, ir aqui, ali, acolá, fazer isto, limpar aquilo, o diabo a quatro.  - Miga... tu cansas-me! Pronto, é assim. Peixa de férias e meteu na cabeça que têm afazeres, têm afazeres! Venha de lá o mais pintado!! Não (...)

Quando falecer, vou doar o meu cérebro à ciência.

24.07.19, Peixe Frito
Mas não é por rasgos de genialidade e por ter uma carola do caraças! Desenganem-se. Eu enquadro-me nas pessoas que até a ouvir determinadas músicas, em dias de calor, fica ainda com mais calor (sem cenas perversas). Do mesmo modo, que refilo quando é pleno inverno, chove a cântaros, frio dos colchões e a rádio passa regaton e cenices assim. Está mal!! Uma pessoa a ouvir aquilo, a cheirar a verão e nós ali como as cebolas: cheios de camadas, já dizia o Shrek. Em outro prisma, (...)