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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

E porque não é só aos outros que as coisas acontecem... não é verdade?

23.04.19, Peixe Frito
Na sequência do post anterior, onde eu sou a empatas, não de coiso mas de interromper o momento como-se-estivesse-numa-discoteca-a-ouvir-um-baita-sonzaço-que-amamos-do-coração-e-que-até-nos-faz-fechar-os-olhos-e-desfrutar-no-nosso-mundo-a-parecer-aos-outros-que-estamos-com-uma-valente-broa-ou-chien* sensação, também a mim me toca situações destas - ah pois é, Gisela! Imaginem, estarem no conforto do lar, a ver um filme. Vai e tal, situação emocionante, o desfecho ou (...)

Só visto, que contado ninguém acredita.

25.05.18, Peixe Frito
- Olha, este frasco de picante está esquecido aqui no armário! Será que ainda está bom? - pergunta a mãe Peixa - Ainda deve estar. O picante não se costuma estragar - responde o resto do povo, pensativo. Vai a mãe Peixa, mergulha o dedo mindinho e... prova! - audiência em choque antes da risota de troça geral, vendo o ar de aflição da mãe, mudando de cor sei lá quantas vezes (ficámos a conhecer novas nuances e espectros de cor), emborcando leite como se o leite fosse a (...)

Isto sim, me faz temer pela minha integridade física.

16.05.18, Peixe Frito
A mãe Peixa com o mata moscas na mão. Não que ela alguma vez me tenha dado uma verdascada com o mata moscas mas é mesmo o perigo que ela constituí para a sociedade - antes fosse para a das moscas, mas nem por isso - com a sua aselhice. Têm a capacidade de acertar metros ao lado de onde a mosca está pousada. E de todas as vezes ela diz: "Não sei se lhe acerteiii!!" A que eu respodo: "Ela anda a voar mesmo em cima de ti." E é pegar no pacote das pipocas e assistir a aquele filme, da (...)