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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Ainda na onda do post anterior...

frito e escorrido por Peixe Frito, 28.03.18

Não aconselho a leitura do post, se forem púdicos, nhonhinhas ou se enojarem com facilidade com conversas onde temas de casa-de-banho e de cócós alheios, vos faz ter vontade de expelir as tripas pela boca.

 

Dizem os entendidos, que numa situação de aflição e de urgência, que não podemos aguardar pela civilização mais próxima, em que a natureza nos chama desalmadamente e que eventualmente temos de ir ao mato e em que tenhamos peças de vestuário comprido vestidas aka saias compridas até aos pés, nos devemos certificar de agarrar bem nas saias, senão corremos o risco de trazermos aquilo que expelimos, como um bónus anexado no interior da saia, tal cão que não larga o osso ou bebé canguru que não sai da bolsa da mãe. E o pior é que podem só dar conta depois de sentir algo a roçar nas pernas, de temperatura amena e ao sentirem um aroma digno das profundezas de qualquer criatura.

True story. Belive me.

Conselhos valiosos destes, contados de experiências vividas em primeira mão, não encontro eu em mais lado nenhum.

Sou tão abençoada.

Estas coisas não ensinam nos programas de sobrevivência.

frito e escorrido por Peixe Frito, 28.03.18

   Numa reunião familiar, fiquei a saber que:

   1.º Limpar o rabo no mato, a uma folha de bananeira, não dá em nada: mais vale a pena limpar a uma pedra;

   2.º O melhor é mesmo que esteja a chover torrencialmente, dizem os entendidos, porque poupa muito trabalho sendo um 2 em 1;

   3.º Aprendi que erva é a mais adequada para estas situações de emergência, inclusivamente como fazer um rolinho com a mesma, de modo a que a acção de limpeza seja mais rápida e eficaz:

   4.º Não hei-de eu ser como sou;

   5.º Continuo a achar que andar com um rolo de papel higiénico na mala do carro, faz milagres.