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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Isto é que é estar no sítio certo à hora certa... not.

21.03.19, Peixe Frito
Estrada estreita e sem passeios. Sentido único. Não têm saídas nem acessos nos próximos kms, o que significa que é literalmente "anda para a frente, que atrás vêm gente". Nunca nada fez tanto sentido, como estar numa estrada destas e ter o carro varredor de estradas, à nossa frente. Nem o tipo se pode encostar para nós passarmos e nem se meter por outras estradas. Nada, nadinha. Só resta a paciência e que não dê vontade a ninguém de ir à casa-de-banho, pois é só muros (...)

Quando não tomo as gotas ou a medicação - que é todos os dias - dá nestas fofuras.

28.02.19, Peixe Frito
Sabem aquelas pessoas que a imaginação é tão fértil, que vêm coisas em todos os lados e mais alguns? Eu sou assim. Rara é a vez que não vejo uma sillhoueta nas nuvens que me lembra algo - normalmente me parecem as nuvens do jogo Super Mário Bros. com setas e tudo a indicar o quadrado surpresa escondido ou até o céu dos Simpsons, fora outros devaneios bem mais rebuscados - a olhar para gotas de água e ver corações, vegetais e ver uma cenóide qualquer e até em caixas de (...)

Isto já explica muita coisa!

04.02.19, Peixe Frito
E eu a pensar que era de eu ir dormir depois de tomar banho à noite, em que o cabelo fica todo acachapado e até dá dó de manhã a parecer uma piruca ou cabelo das bonecas de uma miúda pequena, mas afinal! Elas andem aí!! Eu nunca as vi nem sequer entendo bem como é que elas conseguem atravessar andares (no meu caso) até chegar ao meu quarto, nem como algo pode funcionar como grua a sustentar estes animais leves como uma pena, graciosos e nada compactos, porém, que as há, há!! (...)

Atrofios que me acontecem naturalmente e não somente quando está de chuva.

30.01.19, Peixe Frito
Eu adoro comentar em blogs, fazer "gosto", largar uma posta de pescada mais séria ou ajabardar em blogs em que me sinto mais à vontade com o blogger. Infelizmente - ou felizmente para alguns bloggers - não comento tanto quanto eu gostava e felizmente - neste caso sim é mesmo felizmente - existem muitos blogs que eu sigo - tipo stalker - e a cada semana, mais surgem. O que gera um universo de blogs, para eu ir cuscar, espiolhar, largar posta de pescada dando o ar da minha graça e dar (...)

Se o torcesse, escorria óleo.

15.01.19, Peixe Frito
Há experiências que eu volto a repetir, mesmo por esquecimento meu. Há uns tempos comprei um tipo de óleo para aplicar no cabelo, a fim de o amaciar e que não o torne peganhento e oleoso. Hoje... tive um deslize. E tudo porque segui um conselho de moda da cú rabinho pequeno: Ao meu colo: - Tia Peixa... tu ficavas linda se pusesses o cabelo assim - diz ela, a puxar-me o cabelo para cima, destapando a testa toda. - Pensei que era sempre linda, afinal. Silêncio. - Tia Peixa, ficavas ai (...)

O que uma noite bem dormida pode fazer à mais inocente das alminhas.

10.01.19, Peixe Frito
  Poema de hoje, maravilhoso e fantástico, mega inspired, com direito a Podcast e tudo - vêm mesmo assim das entranhas do meu ser:   É a cama quentinha, É a friasca de sair dos lençóis afofada. É a banhoca da boa no corpo molenga, É a bota com fecho estragado, calçada.   É acordar sem olhos de panda, É a pele espectacular, É estar a por o rímel, e toda a pálpebra esborratar.   É o cabelo encaracolado, carradas de amaciador para o domar, É o secá-lo com todo o cuidado,

Anda armada em engraçadinha, a menina.

09.01.19, Peixe Frito
Se eu não soubesse o que é que foi o meu almoço, dado o barulho que a minha barriga anda a fazer, diria que tinha sido uma cambada de pombos. Se virem alguém na rua, a ser perseguido por uma cambada de gatos, já sabem, sou eu e não a mulher esquisita dos gatos, está bem? O outro usava a flauta para encantar os ratos: eu uso a barriga, para encantar os gatos. Cada um têm o dom que têm, não é verdade? Por muita ou pouca utilidade que tenha.

Eu nasci para ser um animal selvagem, sem modernices de pratos e talheres e comer com as mãos, está provado.

17.12.18, Peixe Frito
Para mim, é um stress lavar a loiça! Bem, não é necessariamente o lavar, mas sim o colocar as criaturas a secarem / escorrerem no escorredor da loiça, antes de as limpar e/ou arrumar. Parece o tetris, umas caem para um lado outras para o outro e quando parece estar tudo equilibrado, alguma cai e as outras invejosas vão todas atrás. Deixa uma pessoa com os nervos em franja. Testa a paciência a um monge (deve ser um dos motivos pelos quais são carecas e nao têm franja). Ainda era (...)

Podcast | E depois não como couves-de-bruxelas, armada em esquisita.

27.11.18, Peixe Frito
Tenho o hábito, de ter um copo com água, na cabeceira da cama, desde sempre. Bem, começou pela preguiça de me levantar a meio da noite para ir beber água - sou daquelas que acorda de repente com uma sede tremenda, capaz de secar todos os lagos, lagoas e poças do mundo, tragando tudo o que é água até cair para o lado - de modo que acordar de manhã com a boca a parecer uma lixa seca, língua encarquilhada e sininho enroladinho, não dá lá muita jeiteira. É assim, convenhamos... (...)

Há "malucos" para tudo, ora bem!

26.11.18, Peixe Frito
Conhecer uma personagem, que ouve Ennio Morricone no seu carro. Nada contra, a sério... Apenas o imagino a conduzir - invés de cavalgar - ao som de "The Ecstasy of Gold", rumo ao por-do-sol. Eu uma vez vi foi uma gaivota no topo de um candeeiro, de penas ao vento. O mais incrível foi eu estar a ouvir "The Ecstasy of Gold" mas versão dos Metallica, e quando olho para a gaivota lá no topo da sua altivez, muito direitinha e estática, de penas ao vento a olhar para o infinito, embrenhada nos seus pensamentos, com aquela música a tocar de fundo, como banda sonora do momento... Impagável.

O que é que estas criaturas têm todas em comum? Adivinhem.

23.10.18, Peixe Frito
Já alguém conseguiu adivinhar? Pois então, eu vou dizer o que todas estas criaturas têm em comum... comigo. Hoje estou a estrear uns collants maravilhosos, oferecidos pela mãe Peixa, que me fazem sentir na nuvens de tão confortáveis e fofos que são. E, ao observar as imagens acima e abaixo, depreendo que esses seres tenham passado pela mesma experiência que eu.  Sinto-me verdadeiramente capaz de conquistar o mundo, de saltar por prados verdes cheios de borboletas, (...)

Dá assim uma satisfação mórbida...!

16.10.18, Peixe Frito
(imagem palmada daqui) Alguém já teve uma vontade dos diabos de se meter dentro de um recipiente cheio de bolinhas de esferovite? Pois bem, eu já. Sempre que posso, enfio as mãos dentro das embalagens cheias destas coisas do demónio e nem me apetece tirá-las de lá. Imagino-me, por momentos, como aquela imagem do "American Beauty", caindo bolinhas de esferovite invés de pétalas de rosa... correndo o risco (...)

Eu chorava baba e ranho e implorava para pararem!

26.09.18, Peixe Frito
Admiro as criaturas que ficam tão felizes e contentes, quando lhes cantam os parabéns. Eu, desde pequena, que era praticamente proibido me cantarem os parabéns. Mesmo depois de adulta, se puder evitar, evito. Uma pessoa fica ali assim, a olhar para aquelas pessoas todas a festejarem o estarmos a ficar carcaça, a baterem palmas, desafinarem, disfarçamos a olhar para a vela e começamos a ficar com instintos piromaníacos por a vela nos estar a hipnotizar, sopramos a vela e mandamos (...)

A ver se viro uma blogger famosa.

12.09.18, Peixe Frito
Ora, o bicho verde não costuma habitar a minha criatura, mas estou a ver que não vou para nova e gostava de arranjar uma profissão que pudesse fazer com qualquer idade. Depois de anos de pesquisa (5 minutos na verdade, enquanto tomava banho hoje de manhã, fiquei inspirada pelo cheirinho do meu gel de duche) decidi que o que mais encaixa em mim, é ser blogger. Porque sim, pronto. Me apetece. Infelizmente, aqui a fritadeira não têm necessáriamente notícias, fofocas, receitas, (...)

Combinação de palavras, que formam uma frase linda e maravilhosa mas que magicamente me panica até ao tutano.

31.07.18, Peixe Frito
- Fulano tal têm piolhos. E porquê? Não é pela fonética, não é por nada. Simplesmente me dá uma coceira dos diabos na cabeleira, quando alguém fala que alguém têm piolhos. Se for alguém da família então... é de panicar e coçar a cabeça até mais não - começa logo a cabeça a fazer contas de quando foi a mais recente vez que tal ser esteve ao pé de nós, calculando assim a probabilidade de algum animal daqueles se ter mandado para cima de nós, de surra. Falam de (...)

Guilty... confesso.

20.07.18, Peixe Frito
  Ter migalinhas de bolacha caídas em cima da mesa, molhar o dedo indicador e esmagar as migalhas, voltando a comê-las. Há coisas que ainda temos alguma consciência de que as fazemos mas esta, a mim, só tomei consciência mesmo depois de o fazer e ter alguém a observar-me, pois saiu com uma naturalidade, tal como se fosse british e bebesse o chá em chávenas de porcelana do tempo da carcaça mais velha, com o dedo mindinho esticado, para pendurar a colher - mais porque se calhar, (...)

Já são muitos anos a virar "frangos".

17.05.18, Peixe Frito
Não faz parte da formatação da série do meu exemplar humano, passar por um animal de patinhas para o ar, sem se conseguir virar e eu ignorar ou até pisá-lo, passando como se não fosse nada comigo. Frequentemente, tenho paciência daqui à casa do coiso das Caldas, para estar a ajudar um bicho de conta a virar-se, que decidiu espreguiçar-se no meio das escadas. E haja paciência! Aquilo só filmando: ele abre a cuscar... e eu com um pauzinho tento virá-lo gentilmente e devagar, (...)

Mais cedo ou mais tarde... vais acabar por roer com eles na mesma.

30.06.17, Peixe Frito
   Penso que todos nós, padecemos desta situação, frente a algo que gostamos muito. Falo da mania de aquando estou a colocar os cereais com pedaços de chocolate ou de amêndoa e nozes, na bela da tigela, e vou dando uns jeitinhos de surra ao frasco, meticulasamente estudados, com a perícia de um porquinho a chafurdar na lama, para cairem mais pedacinhos de chocolate do que o cereal normal. Resulta que é um mimo. Olho para a tigela com chocolate salpicado com cereais e os olhos (...)

Um post solene, para variar.

28.06.17, Peixe Frito
   No meio deste mundo de tristezas, desgraças, fome, fuínhas capitalistas, de escravos que trabalham explorados para garantirem o seu sustento e dos seus, mundo cinzento, quase sem alma, sem cor (excluíndo quem trabalha com tintas ou que faz provas de cor de trabalhos), ainda há uma coisa ou outra, tão simples, que me faz lembrar momentos de felicidade, inocência e simplicidade, que faz sentir que ainda existe um pouco de magia escondida por aí, com algo tão singelo como... (...)