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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Aiii é amooor, ai ai amooooor... É amor!

01.03.19, Peixe Frito
Alguém cantar mal mas mal... porém, cantava a embalar a sua filhota - a escolha da música era mega hiper duvidosa, ainda assim, era essa que lhe cantava. Gostos! Digo-lhe eu: - Possa, assim a criança até finge que adormece só para não te ouvir cantar. A verdade, é que ela adormecia na mesma. Concluo que amor entre pais e filhos é mesmo incondicional e por muito que o progenitor tenha voz de cana rachada, faça estilhaçar vidros e espante os animais num raio de uns bons (...)

E é assim que se contribui para a educação de uma criança - ou não.

19.02.19, Peixe Frito
Já disse "n" vezes, que a prole da família, é tramada. Eu costumo dizer que já não me bastava ter aturado o paizinho das criaturas, como que ainda tenho de roer com o alevim e com a cú rabinho pequeno. Este último ser, consegue ser o upgrade do irmão e do pai, para mal dos pecados de TODA a gente. O seu sentido de humor e palhaçada é claramente herdado da família, agora o mau génio, não faço ideia onde ela o foi buscar, mas com toda a certeza, ao lado da famíla da mãezinha (...)

...e é assim que me põe a faíscar dos "zólhos" e a semi espumar pela boca.

29.01.19, Peixe Frito
Diz o espécime intermédio do cardume - irmão da cú rabinho pequeno, menciono isto só para verem como é genético - para mim e para o senhor seu pai: - Ó pai e tia Peixa, quando vocês eram pequenos, já existiam televisões a cores? - Wtf? Olha lá pá, deves estar a gozar comigo, não? - respondo-lhe eu, com os olhos bem apertos e olhar de Peixa exterminadora de tudo o que respira. - Ah, erm... não tia Peixa não era bem isso que eu queria dizer... - Então era o quê?  - Erm... (...)

Sem dúvida, sou vítima de bullying...

20.11.18, Peixe Frito
...e por parte de uma criança de três anos. - Tia Peixa, cortaste o cabelo? Ah ah - ri-se o fedelho desmesuradamente, a apontar-me o pequeno dedinho, tal e qual o Nelson dos Simpsons. -  Das duas três, ou se esqueceu que ela cortou o cabelo comigo precisamente no mesmo dia ou de facto, naquele dia eu estava mesmo com ar de ovelha tresloucada, com a lã ao vento, graciosamente toda eriçada. No que pensei, ao ver aquela pirralha a apontar-me o dedo e a rir assim? «Não tens mesmo nada (...)

Se calhar um centro de acolhimento ainda era a melhor opção.

17.11.18, Peixe Frito
E quando uma criança está a limpar o salão, ou em bom tuga, tirar macaquinhos-do-nariz e, bem educada que é invés de os ensinar a voar, nos estende o dedo com o macaco lá enrolado e fica à espera que nós o agarremos e mandemos fora? Com a quantidade dos que alberguei hoje, dada a fuga que se deu desenfreada dos macaquinhos do nariz da cú rabinho pequeno, das duas uma ou abro um centro solidário de macacos abandonados ou então vou abrir uma empresa de cola orgânica, dado que (...)

Dá-me um certo gozo, sei lá (esta foi um bocado à tiá, 'tá a ver?)

08.11.18, Peixe Frito
Sempre adorei me meter com crianças. Brincar com elas e andarmos na treta. Com os meus sobrinhos, não foi nem é excepção. Pior ainda... Porque quando encontramos alguém que nos percebe tão perfeitamente e têm pacadas similares às nossas, independentemente da idade, tudo se torna mais fácil e flui ainda mais para a parvalheira. Uma das coisas que adoro fazer, é perseguir a cú rabinho pequeno. E ela adora, porque desata a correr a rir e a esconder-se e, quando a encontro, faz-me (...)

Não há nada como estar a crescer e descobrir o mundo que nos rodeia.

05.11.18, Peixe Frito
Dediquei-me ligeiramente à jardináge este fim-de-semana, acompanhada pela cú rabinho pequeno. Entre eu lhe explicar para não puxar os frutos das roseiras, que ainda se picava e porque assim magoava as plantas, começaram a surgir as perguntas... pois está claro. - Ó tia Peixa, e como é que as plantinhas conseguem buber se não têm boca?? E como lhe explicar isto, de modo que fizesse sentido? Lá comparei as raízes das plantas a esponjas, que absorviam a água que se lhe punha na terra.

Só me falta a verruga no nariz.

31.10.18, Peixe Frito
- Ó tia Peixa, o que é isto? - Diz-me a cú rabinho pequeno, sentada ao meu colo, a puxar uma das camadas da minha saia. - Então, isso é a minha saia. O tule da saia. Não vês que têm várias camadinhas? - Sabes eu tenho uma saia igual à tua mas é preta com bolinhas em laranja e eu vou usar para me mascarar de bruxa até tenho um chapéu sabes assim um chapéu preto também que depois uso tudo e levo para a escola uma saia assim igual à tua (sim... tudo num só fôlego, belos (...)

Ando sempre de rédea curta.

23.10.18, Peixe Frito
Depois da minha ausência durante o fim-de-semana, onde usualmente pico ponto no aquário mor, conjuntamente com o resto do cardume, diz-me a alevim mais pequena assim que me põe a pestana em cima: - Ó tia Peixa... Mas porque é que te apeteceu ficar de pijama em casa? - Tu também não gostas de ficar de pijama em casa? - Não - responde abanando-me a cabeça negativamente - eu só fico de pijama em casa, de manhã (ao fim-de-semana). Depois visto-me.   Antes de tudo, sim, há uma (...)

Não há dúvida que criança pequena é um deleite nos seus raciocínios.

18.10.18, Peixe Frito
 A observar as árvores no quintal, nas imediações de onde as formigas são umas porcas: - Já se notam as folhas amarelas e murchas nas árvores. Até parecem tristes, as árvores. Não tarda cai a folha. Prontamente, mete-se na conversa a cú rabinho pequeno: - Onde tia Peixa? Onde está a árvore triste? - É aquela ali vês - apontando em frente - depois desta árvore que está (...)

Só me calham destas na rifa.

12.10.18, Peixe Frito
- Ó tia Peixa... «ui que aí vêm coisa», pensei logo. - ...porque é que os aviões são tão pequeninos lá em cima (no céu) e cá embaixo são tão grandes?   Faz parte da praxe, os meus sobrinhos aquando pequenos, me fazerem este tipo de perguntas.  Qualquer dia pergunta-me a teoria da evolução ou a origem do universo.

Não há nada como os começar a aterrorizar logo de pequenos.

25.09.18, Peixe Frito
As festinhas de aniversário de hoje em dia, nada têm a ver com as dos meus tempos. Tinhamos uma e já gozávamos. Com direito a sandes de fiambre e de queijo, um bolito ou outro feito pela mãe Peixa, uns rebuçados e chupa chupas espalhados pela mesa e ainda umas gelatinazitas. Agora não... É uma festa em casa, uma na escola, uma nos avós, se os pais forem separados e não se toparem nem à légua, é uma no pai, outra na mãe, uma aqui, outra, ali, outra na conchichina. No topo de (...)

É o que digo: Quem sai aos seus não é de Genébra.

17.09.18, Peixe Frito
Está uma criatura tenrinha, na rua a observar um saco do lixo colocado no jardim, que as formigas o descobriram em três tempos: - Ó tia Peixa, já viste o saco do lixo cheio de formigas? Assim muitas, muitas, assim muitas muitas - e estica as duas mãos para cima, de dedos espetados, como quem quer dizer que são mesmo muitas formigas. (Silêncio) - Ó tia Peixa, mas porque é que as formigas estão no saco do lixo?? - Então... elas comem o que está no lixo. Pausa. Silêncio. (...)

É que não é altamente gráfico nem nada!

28.05.18, Peixe Frito
- Então, como vai o Jony*? - O Jony come muito. Muito muito. No outro dia fez assiiiiim um cocó alto - gesto a esticar o braço e mãozinha acima da cabeça para demonstrar o quão alto era a poia - tão alto, sabes, assim como uma árvore do Pai Natal em cocó. Uma árvore do Pai Natal de cocó!! (ria imenso a dizer isto). E ali fiquei eu a imaginar como seria de facto se fosse verdade o que a rabinho pequeno me estava a relatar, como o rabo paranormal que aquele animal deveria de (...)

Os exemplos e educação que dou aos filhos dos outros.

07.05.18, Peixe Frito
- Não cú rabinho pequeno! Quando abres o yogurte, lambes a tampa por dentro. Passar com a colher não dá jeiteira nenhuma. Experimenta lá. E lá vai ela de lamber a tampa do yogurte. Tempos passam, estamos a lanchar sentados à mesa de família. Lampeira, a cú rabinho pequeno ia abrir o yogurte e não conseguiu. Pediu ajuda. Aguardou pacientemente eu abrir o yogurte e que eu lhe desse a tampa. Lambeu-a com satisfação e começa a comer o yogurte. A olhar para a cena, diz o (...)