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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Eu ainda me admiro com certas coisas.

frito e escorrido por Peixe Frito, 18.04.22

Isto das redes sociais, têm muito que se lhe diga e faz correr a tinta por muitos lados, muita produção de novelos de lã e ovelhinhas a passarem frio dada a quantidade de casacos tricotados e aumento de consumo de água, dada a saliva gasta resultando em garganta seca.

Não assim a maior fã destas redes, embora as tenha, meio que relutante lá criei uma conta tik tok. Com uma finalidade específica mas posso dizer que em pouco tempo que a tenho, admirei-me como se passam determinadas coisas por lá, nomeadamente os "live". Senhores a sério, eu sei que há "live" no youtube de malta a dormir e gente a assistir, devem ter mesmo muito pouco ou nadinha que fazer, olha eu ali a ver malta a dormir, possa que tédio. Mesmo com roncos pelo meio, possíveis quedas das camas, estrondos sonoros rectais ou até alguma assombração a aparecer em cena, é mesmo um desperdício de vida. Mas mesmo! Quando achei eu que não me iria surpreender com algo que, notoriamente, já bateu tanto no fundo - eu costumo dizer que atravessa o mundo e sai na China, do outro lado. Nestes casos, bate mesmo na parede do fim do mundo. Aquela que pronto, temos mesmo de fazer marcha atrás que não há passagem possível e imaginária, é que nem um portal dimensional dá para activar e passar por ali, simplesmente, zero - que não poderia encontrar nada pior. Ah pois é, e a Lei de Murphy, Peixa? Exacto. A Lei de Murphy. Andava eu a ver o feed e não é que me começo a deparar com "lives" que apelidei de "lives wtf": desde um senhor lindaço só a mandar charme às moças que entravam na "live", cumprimentando uma por uma com voz sexy e ar fresco e maravilhoso de quem esbanja sempre aquele sexappeal - uhhhh babe - mesmo quando vai à casa-de-banho, literalmente ali para ser idolatrado e massajado no ego, até outros de estarem a ver qual o ângulo melhor da sua cara e qual a luz que os favorecia mais, penteando o cabelo e tudo não falando com ninguém só ali armado em estorninho como o Narciso a olhar para a água da poça, a aqueles que parece que estão no meio da obra a fazer um "live", só porque sim - nova geração de trolhas, à falta de gajedo, fazem "live" e elas aparecem. Esperto, o tipo.

Resumindo, ao que a sociedade chega. Também vou fazer um "live" de quando estiver a limpar a casa ou a dobrar as cuecas, a ver se não arranjo um milhão de seguidores, só porque gostam da minha maneira de dobrar o cuecal.

Ao menos que fossem "lives" de coisas interessantes, como uns cantores de música popular a metro, com o seu orgão dos anos 80 e que cantam as suas covers muito mas muito mas muito mal cantadas, fazendo os ouvidos se recusarem a ouvir e a causar pesadelos e suores nocturnos a uma pessoa. Isso sim, vale a pena! Porque meia volta a alminha desafina e aquilo é qualquer coisinha de maravilhoso de passarmos arrepios-de-vergonha-alheia além de que sempre vamos curtindo um sonzinho digno de qualquer casamento ou de festa da aldeia. Só coisas a favor!

A sério que não sei como certas coisas têm audiência, seguidores e visualizações. Pelo que me parece, quanto mais ridículo ou lindão somos, não importa as figuras tristes ou o facto de abrirmos a boca e não dizermos "pão", o que importa é se estar ali a ver os outros naqueles preparos ou nos estarmos a babar, como se a aparência fosse tudo. Acho que a palavra "dignidade" saiu do dicionário de muita gente. Digo eu, assim só de surra. E o tédio ou falta de vontade de viver é tanta - ou preguiça extremamente aguda - que se dá audiência a essas coisas. Sempre ouvi dizer que há gostos para tudo e mercado para tudo, nunca pensei é que fosse tão à letra.

É um tema sensível e que merece ser abordado com toda a delicadeza que isso implica.

frito e escorrido por Peixe Frito, 02.12.21

Passadeiras. Sou só eu que tenho a vontade de querer cilindrar alguém, quando os peões passam armados em vedetas, ar pedante, nem agradecendo nem nada, parecendo que estão a desfilar em uma passerele?

Com esta abertura soft de debate para este post, ainda dá para dissertar mais um bocado. Ora, os peões têm prioridade na passadeira e acho muito bem. Eu não me esqueço que eu também sou peão - sim, que não ando sempre de carro, óbvio. Se bem que às vezes dá vontade de até entrar com o carro dentro dos supermercados, pois está quentinho e não apetece tirar o rabo do banquinho aquecido - e até a mim me acontece alguns condutores pisarem no acelerador, só para não pararem na passadeira e, acrescento, em miúda ia sendo atropelada ao passar na passadeira, porque um senhor nem se deu ao trabalho de parar, quando ia a atravessar. E sim, tinha visibilidade: imaginem uma enoooooorme recta, com passadeira pouco mais do que a meio da mesma. Para quê parar? Depois queixam-se de porem lombas em sítios menos próprios, é graças a estes engraçadinhos.

Podendo ter ficado a fazer parte do pavimento e constituindo uma lomba orgânica e natural ou não aparte, respeito mesmo as passadeiras. Até peço desculpa aquando por algum motivo de força maior - e não, não é do pé pesar no acelerador - não consigo parar na passadeira. Haja respeito, ou não é? Mas depois, há a outra vertente, dos peões armados ao cardo. Há uns que apressam o passo, ao ouvirem o tipo de música que o peixmóbil partilha com o mundo - devem achar que levo uma seita dentro do carro, cabras para sacrificar e o anticristo - enquanto há outros que olham para mim e me sorriem e eu sorrio de volta. É como é. Cada um é como cada qual. Agoooora quando há aqueles marmelos que se mandam para a passadeira sem sequer olhar se vêm um carro - o carro têm de parar e pronto. Que se lixe lá a física e as suas leis que temos de ter tempo para travar, nós como seres humanos nos cair a ficha e o próprio carro ter tempo de resposta, dada a velocidade, peso e etc limitada - eu espumo um bocado. Ah mas espumo. Não se capacitam que eu vou dentro do carro e tenho a estrutura até chegar a mim enquanto eles, têm a obra da graça do espírito santo a fazer de escudo, indo directamente aos seus cromados. Mas não importa: é passadeira e a pessoa têm de passar. Lá se está a ralar se o carro pára a tempo ou não. E há também aqueles que até param para passar mas que depois vão a desfilar... vão a apreciar a paisagem, apanham flores, a fruta da árvore, deleitam-se com as nuvens e o sol. Não peço que passem a correr mas agora ao nível de um caracol os ultrapassar, haja bom senso! Focando igualmente em outra estirpe de peão, aquele que passa com ar de importante, se pavoneando e nem dizendo um "obrigado" ou assentir de cabeça, como agradecimento. E não, não são obrigados mas e educação? Se calhar faço mal em tabelar as pessoas pela minha visão - Peixa pá, tens de deixar de ser assim tão ruim e querer que as pessoas sejam educadas - em que até digo "bom dia" ao segurança do supermercado ou ao gajo que vende as farturas, no estacionamento, inclusive passo por alguns trabalhadores das lojas e cumprimento. "Conheces?" "Não, mas não custa nada se ser educado."

Por isso deixo aqui o meu aviso: não vos cai um dente se me agradecerem aquando paro na passadeira. Uma vénia caía bem, mas na possibilidade de vos doer as costas, basta um aceno. Eu fico feliz e a vocês nada custa se ser amável. Porque com toda a certeza que eu, mesmo sem conhecer todo o povo, quando param na passadeira para eu passar, faço sempre um aceno e pontualmente, dou um sorrisinho de agradecimento. E, milagre! Ainda respiro, não me aconteceu nada de mal por ser educada e amável. Quem diria!

E agora falando de alguns condutores, como peoa que sou: se continuarem a acelerar para não pararem na passadeira aquando eu vou a passar, podem crer que vos vou continuar a gritar elogios, nomes pomposos e fofinhos, inclusive ameaçar que vos dou com a almofadinha mais macia e agradável que tenho no aquário, nos vossos dentes. Depois não se armem em marias ofendidas e puritanas, como alguns armam. Temos de ser uns para os outros ou não é? A quem pára na passadeira, podem contar com o meu aceno de agradecimento e se for algum gajo giro, um piscar de olho e beijinho no ar, a sensualizar no pedaço.

Equilíbrio de ambos os lados, é fundamental. Embora eu defenda a teoria de que as pessoas na estrada têm os mesmos comportamentos erráticos que dentro dos centros comerciais, se observarem bem: sempre em cima do próximo, batem nas pessoas, atravessam à frente para mexer na fruta ou chegar à cueca que está em promoção, passam de um lado para o outro que nem um passarinho desgovernado e ainda param de repente enquanto iam a andar, sem sequer observarem se alguém vêm atrás. Nestes casos, se dermos uma arrefinfadela na pessoa, uma bordoada, somos nós que temos a culpa ou é ela? "Ai veja por onde anda, que me deu cabo das cruzes e me amarrotou o casaco vison" "Pois olhe, tivesse cuidado na sua marcha e certificado que ninguém vinha atrás. Eu é que não vou pagar a conta da engomadoria, para tirar esses vincos". Eu digo sempre a quem me faz isso "travar assim, é que nem ligou os intermitentes" e ficam a olhar para mim. Mas é verdade! Deveríamos andar equipados como os carros: com piscas de mudança de direcção, luz sinalizadora de travão e quatro piscas. Tantos encontrões, pisadelas seriam evitados. Vão por mim! Então agora na época natalícia, é um ver se te avias!!

Finalmente, algo realmente útil para a sociedade.

frito e escorrido por Peixe Frito, 25.11.21

Ando a pensar, em desenvolver um despertador personalizado, para me ajudar a tirar o rabo dos lençóis, com mais eficácia e rapidez. Isto é tudo muito lindo, ser tempo do frio, como tantos dizem e que provavelmente são aqueles que se adoram vestir como as cebolas (cheios de camadas e camadas e camadas e camadas e camadas e camadas de roupa - mesmo assim, acho que não disse as suficientes... camadas x infinito) onde só mexem os olhinhos e movem-se a parecer um boneco inflado, chuva da boa que faz falta é cá embaixo, o que não deixa de ser verdade, as árvores e o resto das bichezas precisam de se nutrir, as ruas lavadas, alguns carros que só veem água aquando chove e os buracos nas estradas ficam finalmente camuflados a brincarem ao esconde-esconde surpresaaaaaa!!, apesar de eu não precisar de humidificação, ficar de molho ou tomar banhos extra - digo eu, um banho por mês é mais que suficiente ainda mais agora no tempo frio, que transpiramos menos -  concordo plenamente que a chuva faz falta - São Pedro podia era moderar a temperatura de quando a quando, digo eu. Fica a dica - levanta-te que a cama está quentinha mas tens de ir vergar a mola, diz a minha mente mas o resto do corpo não obedece. Factos incontestáveis. Deveríamos ter no emprego, uma tolerância de atraso, nos tempos frios. Pois, porque cá está, é uma carga de trabalhos conseguir sair do ninho quentinho, tirar a farpela nocturna, pôr o nariz fora da porta, quando está um calor dos pinguins na rua. Das duas, três: ou temos de arranjar roupa que têm a opção de se ligar e nos manter quentinhos ou então podíamos ir de pijama para o trabalho. Está certo que quem anda nas obras na rua iria ficar fofíssimo com o seu pijama polar aos macaquinhos ou aos unicórnios, mas vejam a praticidade da questão: menos roupa para lavar e assim como saíam das manteles, assim poderiam prosseguir caminho. Ah pois é. Uma vertente interessante a abordar seriam os aquecedores portáteis: há quem passeie os cães e assim haveria quem andaria a passear o aquecedor (imaginem um aquecedor a óleo, daqueles à antiga, a ser puxado pelo fio em plena avenida... não faz chichis nem cócós, logo podem passear com ele por todo o lado e, inclusive, se forem jantar fora, podem entrar sempre nos restaurantes, não há cá picuinhices) logo pela matina. Imagino depois a quantidade de aquecedores todos quitados, se esta moda pega. Ui... Desde terem comando a terem sensor para andar atrás do dono, acusarem no visor a meteorologia com alcance de dez dias, as horas, os minutos, os segundos, os centésimos, a velocidade a que a pessoa vai, calorias queimadas, quantos passos deu, quanto tempo na rua, ver sms, aceitar chamadas, ver o e-mail, avisarem que é altura de beber água, tirarem automaticamente selfies e postarem de imediato nas redes sociais com a frase filosofal inspiracional estilo powerpoint do dia, porem um auto resguardo aquando começar a chover e flutuarem, que é para as rodinhas não terem problemas de mobilidade - umas lagartas ao estilo de tanques, me parece uma opção viável - tirar o snack da manhã, o almoço, pentearem macacos e coçarem o rabo... são só algumas utilidades que me lembro assim de repente.

Bem visto, bem visto, se não chovesse estava um grande dia, como costuma dizer o Pai Adamastor na sua eterna sabedoria, o factor de uma pessoa ter questões de separação da cama deve-se mesmo à falta de meios de conforto, que têm de enfrentar. Em que isso resulta? No típico comodismo e deixa andar, que logo se vê. O empurrar com a barriga, mas contra o colchão que não é de molas mas de espuma ou que raio é aquilo que se molda e faz bem às costas e ao pescoço e ao cabelo e às unhas dos pés e ao não sei quê ou talvez não faça não sei não faço ideia mas vocês sabem do que falo. Ora, se me garantirem que me mantenho sempre quentinha, sem sentir as diferenças de temperatura, desconforto nas escamas, é mais do que certo de que me levanto da cama na maior para ir laborar. Não garanto é que o penteado não seja à Beetlejuice e que consiga evitar levar o pijama com padrão leopardo a fazer pandam com as botas de rock, mas o saldo será certamente, positivo. Em alguns dias pronto, break even

Proponho a criação de um tubo género as mangas dos aeroportos para entrarmos nos aviões, até aos nossos carros, por exemplo. Se alguém trabalha perto de casa ou têm de ir a pé, um tubo desde a sua porta até ao trabalho. Sempre com aquecimento, música maravilhosa de elevador e, pontualmente pelo caminho, um chá ou café ou chocolate quente para aquecer as tripas e a acompanhar, umas bolachitas - para os mais friorentos que levarem o aquecedor à trela, lubrificante para o mesmo ou até paninhos para se limpar o pó e puxar lustro às jantes das lagartas -  Cai sempre bem. Evidentemente, tudo bem ventilado pois o bafo matinal de algumas pessoas poderia tornar-se tóxico, se não convenientemente conduzido pelas condutas dos respiradores para a rua. Explosivo, atrevo-me a sublinhar.

Posto isto, que a conversa vai boa mas tenho de ir ali além, são ideias que ficam a marinar e que atiro assim ao ar, e que espero que não me caiam em cima senão ui ui, fico a parecer uma solha e isso não dá com nada com a minha tez. 

Quando tiver desenvolvimentos, partilho. Pois a vida é mesmo assim, feita de partilhas para nos enriquecermos uns aos outros, ou não é? É pois está claro!!!

E pronto... lá começam as lavagens cerebrais.

frito e escorrido por Peixe Frito, 18.04.18

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Faz sol e que acontece?

Um por outro, já se fazem soar pela rádio, os anúncios daquelas porcarias que fazem emagrecer - dizem eles.

Má frends, eu todo o ano digo a mesma coisa: encharquem-se dessas tretas, que dizem ser naturais e que toda a gente acredita piamente porque se compra numa farmácia, não mudem o vosso estilo de vida, alimentar, sedentário, não mexam mesmo essa peida, que vão ver se emagrecem. Não digo que vão para o ginásio puxar ferro como se não houvesse amanhã, tudo têm de ser feito com equilíbrio - e não é por se lembrarem que o ginásio existe nesta altura do ano, que quando chegar ao Verão, vão parecer uns nacos de gente, com uma forma escultural, de causar lagoas aos pés do sexo oposto.

E sim, claro que emagrecem se começarem a tomar merdices, alimentarem-se mal ou a fazerem dietas mais loucas que as vacas loucas, tudo em prol de virarem umas tripinhas para o verão. Lembrem-se que tudo têm consequências. Mais vale começarem com tempo, nem que apenas vejam resultados concretos para o ano, mas ser com pés e cabeça, sem ser express, que só vos enfaralha o corpo e o vosso sistema nervoso e afins.

Depois não digam que não sou vossa amiga.

E assim aqui termina mais uma rubrica "Velho do Restelo" desta semana. Bem hajam e até à próxima.

As cores do arco-íris já não são o que eram...!

frito e escorrido por Peixe Frito, 14.02.12

  Eu acho que já falei deste tema algures aqui pela fritadeira, mas pronto!

  Existem mil e quinhentas definições para as nuances de uma cor. Ora, um belo azul, que por si só é diferente do cyano, têm uma variedade de tons cromáticos, cada um com a sua bela definição. É porque há azul claro, bébé, cyano, médio, escuro, turquesa, assim assim, desbotado, azulão, azul cueca, azul céu...! E estou a abordar o azul... Vejamos o cor-de-rosa: rosa forte, rosa bébé, magenta, rosa velho, rosa porquinho (este eu adoro), rosa pálido...! O vermelho? Vermelho (pois está claro), sangue-de-boi, escarlate, encarnado, vermelho-vivo, bordeaux, vermelho tomate...! E o verde, e o verde?? Verde claro, escuro, verde alface, verde água, verde erva, caqui ou verde tropa...! 

  Também adoro os nomes adoptados - sem acordo ortográfico - graças em grande parte às tintas para as casas e afins: Lavanda, camurça, camelo, pérola, castanho chocolate, tangerina, verde maçã, natural, casca-de-ovo, beringela, laranja abóbora (ou é laranja ou é abóbora!!), cinza rato, amarelo ouro, amarelo canário... - vocês percebem a ideia. Ui que nunca mais saio daqui, e isso é que não pode ser! Tenho de ir à casa-de-banho!!

 

 Sem dúvida, práticos são os pantones: é uma referência e está a andar de mota, deixam-se logo dessas "picolhices" de nomes cheios de "frescuras".

  Pessoalmente, também apelidei umas tantas. Na minha carta cromática existem cores como: cor de nhanha, de ranhoca, vómito, diarreia (desculpem a linguagem), amarelo de bola-de-berlim estragada, por exemplo.

    Louvando o título deste post, deixem-me lá traduzir as cores do "velho" arco-íris para as do mundo cheio de modernices:

    - Violeta ametista, Azulão, Verde Água ou Azul esverdeado, Verde Erva ou Limão, Amarelo Vibrante a roçar o Torrado, Laranja Tangerina, e por fim, Vermelho Tomate!

    Realmente, as coisas ditas desta maneira, até ficam com outras cores e ganham nova vida, pá!