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Ó da guarda, peixe frito!

Vai com arrozinho de tomate?

Testemunho verídico. Palavra de escuteiro!

25.10.18, Peixe Frito

Sempre ouvi dizer que o cúmulo da paciência era pôr um cugalhão – como diz a rabinho pequeno – numa gaiola e esperar que ele cante, até que a minha experiência de vida me demonstrou algo pior.

Experimentem deixar cair uma série de bolinhas de esferovite no chão e na falta de aspirador, as terem de varrer e logo me dirão, se não vos vai apetecer pegar fogo à casa, que é mais rápido e eficaz ou esperarem por uma nova encarnação vossa para aquilo ter-se esvaido com o tempo, que conseguirem apanhar toda a ranhosa da bolinha espalhada que parece que se multiplica por todos os cantos.

Okay, podia abrir a janela e rezar aos deuses do vento, que as levassem graciosamente para longe… mas não. Nem uma ponta de vento sopra. É assim… quando se precisa, nã há ventito, mas quando a genti nã quéri que ele nos venha desgrunhar os pelos da piruca, ai está ele pronto para o serviço.

Assim não há condições. Ao menos que fossem criaturas suficientes para um moche, mas nem isso.

Meh. Só para darem trabalho.

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largar posta na fritura